O banqueiro de Picasso

"Velho guitarrista cego", Picasso, 1903
Por não ter prestado contas de recursos recebidos entre dezembro de 2003 e dezembro de 2004, provenientes de patrocínios para realização do projeto “Retrospectiva Picasso”, o banqueiro Edemar Cid Ferreira terá agora que pagar à Fazenda Nacional a importância de R$ 9,9 milhões.
O débito resulta da Tomada de Contas Especial (TCE) feita pelo Ministério da Cultura e já referendada pela Controladoria-Geral da União (CGU). O valor captado para o projeto, à época, pela BrasilConnects Cultura, foi de R$ 5,1 milhões. Acrescido de juros legais de mora até junho do ano passado, o montante chega a R$ 9,9 milhões.
Todos os bens de Edemar Cid Ferreira, incluindo sua coleção de arte, propriedades e sua mansão fazem parte da massa falida do Banco Santos, para o pagamento de clientes, governo, fornecedores, funcionários e clientes.

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