FGV sugere que Senado corte 17% dos gastos
O estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) será submetido ao plenário do Senado, antecipou José Sarney ao receber o documento nessa manhã.
O estudo para reforma administrativa do Senado propõe:
- Cortar R$ 376,4 milhões ao ano dos gastos com mão-de-obra terceirizada, salários efetivos e comissionados, obrigações patronais e outros custos com serviços terceirizados;
- Reduzir em 43% os cargos de chefia nos níveis estratégico, intermediário e operacional. Cairia de 13 para sete as assessorias de nível estratégico e de 41 para seis as diretorias. No nível intermediário, as atuais 89 assessorias serão reduzidas a 19, enquanto as 95 chefias se transformarão em 81. E, no nível operacional, as cinco assessorias serão extintas, enquanto as 379 chefias baixarão para 240.
Gastança
O orçamento do Senado para 2009 é de R$ 2,74 bilhões. Em 2001, mal alcançava R$ 1 bilhão.
Os gastos com pessoal previstos para este ano chegam a R$ 2,22 bilhões.
No ano passado, o Senado gastou R$ 125 milhões com a locação de mão-de-obra, a maior parte do dinheiro, R$ 95 milhões, para contratar funcionários para apoio administrativo, técnico e operacional.
As terceirizações consumiram outros R$ 168,01 milhões com serviço médico (R$ 59,34 milhões), telecomunicações (R$ 18,66 milhões) e manutenção (R$ 12,86 milhões), entre outros.

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