“Eu errei”, diz Mercadante, o imprescindível
20 de agosto, quinta-feira, um dia depois do Conselho de Ética livrar José Sarney
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Veio a noite, Aluizio Mercadante foi apagar as mágoas com o presidente Lula. Cinco horas a fio no Alvorada adormecido.
Ricardo Berzoini, o emissário do voto a cabresto, teve paz na guerra de comando.
No dia seguinte, ressaca e decisão revogada
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Mercadante, o imprescindível, fritou, foi fritado e pulou da chapa quente.
Defensor da investigação de Sarney, o líder da bancada petista poderia ter substituído Delcídio Amaral e Ideli Salvatti, ambos pré-candidatos aos governos estaduais de Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, no Conselho de Ética.
Suplicy teria votado na linha defendida por Mercadante.
Delcídio, por exemplo, mal balbuciava o voto favorável a Sarney. Criticou Mercadante.
O blefe de Mercadante prejudicou a bancada.
Mas Mercadante revigorou o apoio de Lula e não tem que responder pelo apoio do PT a Sarney.
Ficou na espreita vendo seus pares na fogueira.
Nesta segunda, foi para o Twitter tentar a paz interior.
“Eu errei ao dizer que anunciaria uma renúncia irrevogável”, arrebatou o líder da bancada petista antes e depois do fiasco no Conselho de Ética.
Em 2010, tenta a reeleição ao Senado.




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