Lula e a infertilidade da oposição
Manaus. Lula no palanque para inaugurar uma estação do gasoduto Urucu-Coari-Manaus.
Do discurso, a idiossincrasia do presidente.
Oposição azeda e infértil
“Mas as pessoas não se conformam de a gente estar aqui inaugurando o gasoduto, porque tem gente que é tão azeda, tem gente que é tão invejosa, tem gente que torce tanto para as coisas darem certo [esqueceu-se do não!], que é como se fosse um casal que não tem filhos, em vez de procurar um médico para tentarem se tratar e ter um filho, eles ficam olhando o casal vizinho e, quando o casal vizinho tem um filho, eles falam: “tudo bem, nasceu, mas nem falar, fala, só chora. Não sabe nem se limpar sozinho, tem que a mãe limpar ele quando faz suas necessidades”. Passam 30 dias e falam: “Nasceu, mas nem fala ainda, não anda, não joga bola, não fala papai e mamãe”… E quem não conseguiu, de forma saudável, em um parto normal, parir esse gasoduto, está do lado de fora morrendo de inveja e querendo fazer todas as críticas possíveis e impossíveis.”
Fala chique para Caetano
Lula aproveitou o clima da passagem pela desmatada Manaus, vítima da degradação ambiental praticada desde o século XIX, para exercitar o francês.
E provocar brotoejas no filho de dona Canô, Caetano, o desafinado que ao elogiar Marina Silva chamou Lula de analfabeto.
“O companheiro José Sérgio falou an passant – an passant é meio chique – falou rapidinho que não deu… É porque eu vou receber o Sarkozy aí, então eu estou metido a falar “an passant”. Eu vou receber o presidente da França agora. E, também, eu espero que o Caetano esteja ouvindo eu falar aqui, para ele ver eu falar “an passant”.”









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