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Arquivo de dezembro, 2009

Eleições no RJ. Cabral tem um Gabeira de vantagem sobre Garotinho

25, dezembro, 2009

Espontânea

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Na corrida pela reeleição, Sérgio Cabral (PMDB) tem o apoio de Lula na troca por votos cariocas para a candidata do presidente ao Planalto. Tem ampla vantagem na espontânea. Na induzida, oscila entre 36% e 39% em quatro cruzamentos com adversários.

O peemedebista tem melhor desempenho no interior e entre os eleitores jovens.

Ex-governador, Antony Garotinho (PR), que já passou pelo PT, PDT, PSB, PMDB, vai de 23% a 24%.

Já o deputado federal Fernando Gabeira (PV), conta com o prestígio de Serra para chegar ao Palácio da Guanabara e oscila entre 14% e 17%.

O ex-prefeito fluminense, Cesar Maia (DEM), está com 12%.

O prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), tem 6%.

Estimulada – quatro cenários

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O Datafolha ouviu 1.120 eleitores em 25 municípios cariocas entre os dias 14 e 18 de dezembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos dentro de um intervalo de confiança de 95%.

Marlon Herath Política , , , , ,

Eleições: Alckmin tem 50% em SP. Adversários nem beiram 20%

25, dezembro, 2009

Espontânea

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Estimuladas – quatro cenários

Secretário de Desenvolvimento de Serra, Geraldo Alckmin (PSDB), tem larga vantagem na corrida eleitoral para o governo estadual de São Paulo.

Tem pelo menos 50% dos votos nos quatro cruzamentos com adversários.

Tem mais apoio no interior paulista, entre os jovens, mais escolarizados e com mais renda.

O deputado federal Ciro Gomes (PSB), que trocou o Ceará por São Paulo, oscila entre 14% e 16%, parecido com a ex-prefeita Marta Suplicy (PT), 14%.

Mas Ciro vai melhor no interior onde consegue entre 15% e 17% ao contrário de Marta, 12% no interior e 22% na capital.

A outra opção peessebista, Paulo Skaf fica com 1%. A outra alternativa petista, o deputado federal Antonio Palocci, 4%.

Deputado federal, ex-prefeito e governador e sempre candidato, Paulo Maluf (PP) com 10% supera a ex-vereadora (PPS) que oscila entre 7% e 9%.

Outro candidato pepista, o deputado federal Celso Russomano aparece com 6%.

O deputado federal Ivan Valente (PSOL) tem 2%.

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O Datafolha ouviu 2.050 eleitores em 56 municípios paulistas entre os dias 14 e 18 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.

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Eleições: Serra e Dilma e os desejos natalinos

24, dezembro, 2009

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Quatro cenários foram apresentados a 11.429 eleitores consultados pelo Datafolha em 381 municípios entre 14 e 18 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos considerando um nível de confiança de 95%.

Líder na corrida ao Planalto, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), não tem mais a vantagem sobre a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), registrada no início do ano. A petista praticamente dobrou o percentual. O tucano perdeu alguns pontinhos.

A dez meses das eleições, Serra ainda corre sozinho, mas precisará estabelecer paradoxos em relação às práticas lulistas, se não quiser ver a pupila do presidente colada no retrovisor. 

E as estratégias para estabelecer uma oposição de fato ao governo de Lula não vão estar no saco do Papai Noel, carregado de boas-novas para a economia em 2010, e o bom velhinho vestido de vermelho cintilante como a aprovação popular de Lula e de seu governo.

À Dilma o que é de Lula. A ministra deverá absorver o jogo-de-cintura e algumas artimanhas do presidente para reduzir o índice de rejeição nas pesquisas eleitorais. Simpatia, no entanto, não vem no trenó.

Rejeição
Dilma Rousseff (PT) – 21%
José Serra (PSDB) – 19%
Ciro Gomes (PSB) – 18%
Aécio Neves (PSDB) – 17%
Marina Silva (PV) – 17%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum – 3%
Rejeita todos/não votaria em nenhum – 3%
Não sabe – 16%

Segundo turno

Ficará para as próximas pesquisas saber o efeito que teve a desistência do governador mineiro. Aécio Neves (PSDB) anunciou que saiu do páreo para a presidência no dia 17, quando a pesquisa já estava sendo fechada.

O pré-candidato Ciro Gomes (PSB), deputado federal pelo Ceará, também tem a opção de concorrer a governador em São Paulo. O cenário estará claro até março.

A senadora Marina Silva (PV) é a última colocada, mas tem a menor rejeição. Já integrou o governo Lula e foi para um partido alinhado com o ninho tucano. O maior desafio será estabelecer diferenças com os ponteiros. 

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 Conhece ou não

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Marlon Herath Política , , , , ,

O efeito estufa da COP15

21, dezembro, 2009
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Resultados pífios e discordâncias amazônicas.

As duas semanas da COP15 em Copenhage não foram suficientes para que a expertise ambiental e política chegasse a um acordo.

E talvez não chegará nos próximos anos.

Pareciam mentes inundadas por tsunamis. As ideias foram sendo derretidas como as calotas polares.

Planejado desde 2007, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), o documento da conferência prolonga a desesperança de mudar as intervenções maléficas do homem na Terra. 

Disputas econômicas poluíram as conversas e acentuaram a divisão entre ricos, emergentes e pobres.

O texto do “Acordo de Copenhage”, de pouco mais de duas páginas, esbarra na falta de compromissos.

Quanto ao Brasil, além do discurso realista do presidente Lula, ficou a meta de reduzir, também no campo das intensões, as emissões de carbono de 36,1% a 38,9% até 2020.

 O país deverá investir US$ 16 bilhões por ano para alcançar o objetivo. Reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia, aprimorar as técnicas na agricultura e pecuária, modernizar a siderurgia e produzir energia mais limpa são os desafios brasileiros.

Pontos do acordo da COP15

  • O acordo é de caráter não vinculativo, mas uma proposta adjunta ao acordo pede para que seja fixado um acordo legalmente vinculante até o fim do próximo ano.
  • Considera o aumento limite de temperatura de dois graus Celsius, porém não especifica qual deve ser o corte de emissões necessário para alcançar essa meta.
  • Estabelece uma contribuição anual de US$ 10 bilhões entre 2010 e 2012 para que os países mais vulneráveis façam frente aos efeitos da mudança climática, e US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para a mitigação e adaptação. Parte do dinheiro, US$ 25,2 bilhões, virá de EUA, UE e Japão. Pela proposta apresentada, os EUA vão contribuir com US$ 3,6 bilhões no período de três anos, 2010-12. No mesmo período, o Japão vai contribuir com US$ 11 bilhões e a União Europeia com US$ 10,6 bilhões.
  • O texto também estabelece que os países deverão providenciar “informações nacionais” sobre de que forma estão combatendo o aquecimento global, por meio de “consultas internacionais e análises feitas sob padrões claramente definidos”.
  • O texto diz: “Os países desenvolvidos deverão promover de maneira adequada (…) recursos financeiros , tecnologia e capacitação para que se implemente a adaptação dos países em desenvolvimento.”
  • Detalhes dos planos de mitigação estão em dois anexos do Acordo de Copenhague, um com os objetivos do mundo desenvolvido e outro com os compromissos voluntários de importantes países em desenvolvimento, como o Brasil.
  • O acordo “reconhece a importância de reduzir as emissões produzidas pelo desmatamento e degradação das florestas” e concorda promover “incentivos positivos” para financiar tais ações com recursos do mundo desenvolvido.
  • Mercado de Carbono: “Decidimos seguir vários enfoques, incluindo as oportunidades de usar os mercados para melhorar a relação custo-rendimento e para promover ações de mitigação.

Marlon Herath Meio ambiente, Política ,

Perguntas sobre o Mensalão do DEM

14, dezembro, 2009

1. Sem partido; já tendo amputada a ambição de reeleger-se; no topo de um esquema que envolve corrupção, peculato, formação de quadrilha, fraude à licitação, entre outros crimes que o inquérito poderá apontar; José Roberto Arruda tem condições seguir como governador do DF?

2. Paulo Octávio, vice de Arruda e presidente regional do DEM, apontado em transcrições de conversas suspeitas e depoimentos de Durval Barbosa como um dos beneficiários do esquema de propina, cujo percentual era de 30%; tendo o diretor do grupo empresarial do vice, Marcelo Carvalho, citado como um dos distribuidores de mensalinhos a deputados distritais da base do governo; seguirá ileso no partido e livre de processo de impeachment na Câmara distrital?

3. Leonardo Prudente, deputado distrital pelo DEM e presidente afastado da Câmara Legislativa; flagrado nos vídeos de Durval guardando dinheiro nos bolsos e nas meias; mantinha, segundo o delator, parentes e amigos em cargos estratégicos do GDF para conseguir desviar dinheiro de órgãos como o Detran por meio de fraude em licitações; conseguirá safar-se do processo por quebra de decoro que pode levar à perda do mandato, e ainda poderá votar no impeachment de Arruda, caso os processos na Comissão Especial e na CPI da Corrupção não terminem em panetone?

4. E os outros sete distritais envolvidos, Rogério Ulysses (PSB), vice-presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar; Benício Tavares (PMDB), ex-presidente da Câmara Legislativa; Benedito Domingos (PP), ouvidor da Câmara Legislativa; Júnior Brunelli (PSC), ex-corregedor da Câmara Legislativa; Eurides Brito (PMDB), presidente da Comissão de Constituição e Justiça e vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Ciência, Tecnologia, Turismo e Meio Ambiente; Rôney Nemer (PMDB), integrante das Comissões de Constituição e Justiça e de Meio Ambiente e Turismo;  e Aylton Gomes (PMN). Vão escapar?

5. E os dois suplentes envolvidos, Pedro do Ovo (PRP), suplente de Ayton Gomes; e Berinaldo Pontes (PP), suplente de Benedito Domingos. Quais as consequências?

6. Durval Barbosa, ex-secretário de Relações Institucionais de Arruda, um dos operadores do mensalão e delator do esquema. Terá mais vídeos do panetonegate ou informações a prestar ao inquérito?

7. José Geraldo Maciel, chefe da Casa Civil; Domingos Lamóglia; ex-chefe de gabinete de Arruda, conselheiro de Tribunal de Contas do Distrito Federal; Fábio Simão, chefe de gabinete de Arruda; Márcio Machado, secretário de Obras; José Humberto, secretário de Governo; Roberto Giffoni, secretário de Ordem Pública e corregedor do GDF; Ricardo Pena, secretário de Planejamento; José Luiz Valente, secretário de Educação; Fernando Antunes, presidente regional do PPS e secretário-adjunto da Secretaria de Saúde; José Luiz Vieira Naves, presidente da Companhia Habitacional do Distrito Federal, Luiz França, subsecretário de Justiça e Cidadania; João Luiz, subsecretário de Recursos Humanos da Secretaria de Saúde; Odilon Aires, presidente do Instituto de Atendimento à Saúde do Servidor do Distrito Federal; OmésioPontes e Paulo Pestana, assessores de comunicação; Paulo Roberto, diretor do DFTrans; entre outros ocupantes ou que ocuparam cargos de confiança de Arruda e que aparecem no inquérito, vão ser alvos de ação por improbidade administrativa juntamente com Arruda e Paulo Octávio?

8. Quanto a Lamoglia ainda; afastado pelo Tribunal de Contas do DF, qual será o futuro dele no tribunal?

9. Quanto ao procurador-geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra; e a promotora Débora Guerner, citados por Durval por terem negócios com o empresário Roberto Cortopassi, o qual teria dívida milionária com o BRB e, segundo Durval, teria mostrado a Arruda uma cópia do vídeo em que o governador recebe R$ 50 mil em 2006 como forma de conseguir ajuda; haverá investigação?

10. Quanto aos desembargadores Getúlio Pinheiro Sousa, Romeu Gonzaga Neiva e José Cruz Macedo, do Tribunal de Justiça do DF, cujos nomes são citados em conversas entre Durval, Maciel e Arruda; qual será a conclusão da corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que abriu processo para investigá-los? 

11. Quanto às empresas e os empresários envolvidos; contratos de terceirizações suspeitos; haverá devassa por parte da Receita Federal, tribunais de contas e Ministério Público?

12. Quanto ao inquérito 650 do STJ, qual será a conclusão da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, depois da abertura da Caixa de Pandora, a operação desencadeada no dia 27 de novembro de 2009, quando o panetone deixou de ser um pão doce para marcar o fim de 2009 em Brasília?

Marlon Herath Corrupção, Justiça, Política ,

A truculência da PM-DF, a polícia mais bem paga do Brasil

11, dezembro, 2009
Manter a ordem ou promover violência? Fonte: midiaindependente.org
Manter a ordem ou promover a violência? Fonte: midiaindependente.org

Está no Ministério Público do DF, na área de controle externo da polícia, a denúncia sobre a atuação violenta da Polícia Militar do Distrito Federal durante o protesto de quarta (9) em frente ao Palácio do Buriti.

O promotor de Justiça Mauro Faria de Lima começa a ouvir manifestantes agredidos e testemunhas na próxima segunda (14).

Se o Panetonegate está escancarado na videoteca do delator Durval Barbosa, a insanidade policial está também documentada. Mais uma vez poderá se dizer que “a imagem fala por si”, embora autoridades que já estiveram no limbo, como o presidente Lula, possam desacreditá-la.

Criticada, a PM anda bem com o governador e com o secretário de Segurança, Valmir Lemos, um delegado federal que o sindicato dos policiais federais pede a cabeça depois que o comando saiu dos eixos.

No dia primeiro de dezembro, quatro dias depois da abertura da Caixa de Pandora, José Roberto Arruda autorizou a redução dos interstícios em até 50% para todos os postos e graduações de policiais e bombeiros com direito à uma nova patente. Arruda, segundo o Diário Oficial do DF, vai acelerar as promoções no próximo dia 26 de dezembro. É mais que um panetone natalino!

A PM-DF é a mais bem paga do Brasil. Um soldado recebe cerca de R$ 4 mil, um bom salário se comparado à penúria dos praças de outras regiões, apesar de ser quatro vezes menor que dos coroneis.

Há pouco mais de um mês, com a articulação de Arruda, policiais militares conseguiram a aprovação no Congresso e a sanção de Lula do novo plano de cargos e salários. Os PMs terão agora gratificação por risco de vida que será de R$ 250 por mês e que prevê aumentos anuais até chegar ao valor de R$ 1 mil em 2014, ano da Copa do Mundo.

Aliás, é bom torcermos para que a PM-DF fique “dentro das quatro linhas” das normas de policiamento nos estádios. No dia 7 de dezembro de 2008, o torcedor são-paulino Nilton César de Jesus, 26 anos, se aproximava do estádio Bezerrão, no Gama (DF), quando levou um tiro na nuca do sargento da PM-DF, José Luiz Carvalho Barreto. Nilton foi em coma para o hospital e morreu quatro dias depois.

Os episódios do Bezerrão e do Eixo Monumental denotam a dificuldade do policiamento em lidar com público. E não é multidão. Em frente ao Buriti estavam cerca de mil e quinhentos manifestantes segundo a própria PM. Um pequeno grupo interrompeu o trânsito e meia dúzia permaneceu ali, imóvel, resistindo à marcha de escudos, cacetetes, tiros de borracha e bombas do Bope. Um apenas sobrou, resistiu como uma estátua à cavalaria, e terminou seifado.

O comadante da operação, coronel Silva Filho, perdeu as estribeiras e saiu no tapa com o manifestante, José Ricardo Padilha!

Até o coronel!

Veja o vídeo da UnB. O vídeo em destaque foi divulgado pelo DCE da UnB.

O “rebelde” e outros dois foram presos e cerca de quarenta ficaram feridos. João Batista Filho, pisoteado pelos cavalos na Praça do Buriti, teve luxação no pé esquerdo e hematomas nas costas e nos braços. Veja o vídeo com as patadas e cacetadas divulgado pela UnB.

Os três detidos foram julgados na Delegacia de Repressão a Pequenas Infrações. A estudante de Ciências Sociais da UnB, Ingrid Cartaxo, e um representante do movimento sindical foram absolvidos. José Ricardo Padilha terá novo julgamento.

E o comando da PM-DF?

Marlon Herath Corrupção, Justiça

Quanto mais o Lula fala merda mais o povo gosta

10, dezembro, 2009
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São Luís, 10 de dezembro de 2009.

Presidente Lula discursa na assinatura de contratos para construção moradias populares na capital maranhense.

E fala merda mais de uma vez!

“Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB, eu não quero saber se o outro é do PFL, eu não quero saber se é do PT. Eu quero saber se o povo está na merda e eu quero tirar o povo da merda em que ele se encontra. Esse é o dado concreto.
Para falar… É lógico que eu falei um palavrão aqui. Amanhã os comentaristas dos grandes jornais vão dizer que o Lula falou um palavrão, mas eu tenho consciência de que eles falam mais palavrão do que eu todos os dias e tenho consciência de como é que vive o povo pobre deste país
.”

Confira a merda no vídeo!

O povo na merda e Lula nas alturas. A aprovação do “jeito” do presidente governar subiu para 83%.

Marlon Herath Política

DEM não está acuado [sic]

9, dezembro, 2009

Marcada inicialmente para esta quinta (10), a decisão sobre expulsar ou não o governador José Roberto Arruda do DEM foi adiada para sexta (11), numa reunião remarcada para às 8h.

O prazo para Arruda entregar a defesa também aumentou, das 12h para as 18h de quinta.

O ex-deputado José Thomaz Nonô terá a noite de quinta para fazer o relatório e apresentar à executiva na manhã seguinte.

Contrário à expulsão sumária de Arruda, o deputado Rodrigo Maia, presidente do DEM, defendeu o adiamento para evitar brechas ao governador na Justiça.

Crítico voraz dos escândalos alheios, o ex-PFL ainda não sabe se vai investigar o possível envolvimento do vice-governador, Paulo Octávio, que é citado nas gravações e segundo o inquérito seria um dos beneficiários do esquema de propina; e do presidente afastado da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente, que ao encher os bolsos do paletó pôs maços de dinheiro nas meias.

O blog da sigla estampa na capa que “o Democratas não está, de forma alguma, acuado e sem discurso para as eleições do ano que vem, em razão dos acontecimentos no governo do Distrito Federal.”

De acordo com Rodrigo Maia, o partido sairá do escândalo ”com um bom discurso para 2010.”

No arcabouço do DEM, “dinheiro público tem de ser tratado de forma sagrada”, opinou o presidente.

Nada a ver com a oração da propina que o deputado Leonardo Prudente (DEM) aprecia abraçado com outro distrital, Júnior Brunelli (PSC), e Durval Barbosa, o detonador do esquema.

Marlon Herath Corrupção, Política , ,

PT critica mensalões [sic] do DEM e PSDB

9, dezembro, 2009

Brasília, terça (8). O diretório nacional do PT lança uma resolução sobre a conjuntura brasileira.

Oposição
A conclusão petista sobre os adversários.

“À oposição resta obstruir a votação do pré-sal, em comportamento nitidamente desesperado, agindo contra os interesses nacionais. Resta, ainda, contabilizar o estrago do “panetonegate”, que coloca por terra o discurso hipócrita dos falsos vestais do DEM no DF, numa reprise ainda mais chocante dos escândalos do PSDB de Yeda Crusius no RS e de Azeredo, em MG. O PT reafirma a defesa da Constituinte específica e exclusiva para reformar o sistema político brasileiro, em especial o financiamento de campanhas e partidos.”

Engasgado na garganta petista desde o mensalão do governo Lula, o contra-ataque veio como um panetone recheado de críticas ao DEM e ao PSDB.

A cegueira petista esqueceu-se do mensalão que corroeu o próprio umbigo para, espertamente, deixar de lado o discurso moralista de outrora.

Marlon Herath Corrupção, Política , ,

Justiça corrige decisão que proibia acesso à Câmara do DF

8, dezembro, 2009

O lapso à democracia foi da juíza substituta da 1ª Vara da Fazenda Pública que, ao ordenar a reintegração de posse das dependências da Câmara Legislativa do Distrito Federal, determinou que fosse permitida a entrada apenas dos parlamentares e funcionários.

Na noite dessa terça (8), a desembargadora Carmelita Brasil acabou derrubando, a pedido da OAB/DF, a decisão anterior, contrária ao direito de ir e vir, e concedeu salvo-conduto para liberar o acesso à Câmara do DF.

A magistrada considerou que atos de vandalismo devem ser reprimidos, mas é errado proibir que “homens do povo, representantes de respeitáveis instituições, advogados e jornalistas” entrem na Câmara.

Marlon Herath Justiça, Política