Arquivo

Arquivo de janeiro, 2010

Distritais baixam o nível. Redundância?

29, janeiro, 2010

O tom do discurso dos deputados distritais está recheado de acusações e provocações.

A CPI da Corrupção segue em cova profunda alimentada pelas picuinhas rasas entre governistas e oposição.

Ontem a moção de repúdio ao ato do presidente em exercício, Cabo Patrício (PT), que “encerrou abruptamente a sessão” que elegeria o presidente da Câmara na quarta (27), lida pelo democrata Geraldo Naves, liberou o discurso rasteiro que empobrece a política em apurações de escândalos.

Até um suposto flagrante de embriaguez de Patrício integrou a ira.

Também no exercício da presidência foi flagrado com evidentes sintomas de embriaguez, conforme amplamente noticiado pela imprensa brasiliense e gravado pelo plantão de Polícia. Inclusive com o agravante do uso indevido da interinidade na presidência da CLDF ao ameaçar os policiais com a declaração de que “se não me atenderem vou ligar para o governador Arruda”.”

O vice-presidente da CPI, Batista das Cooperativas (PRP), também fez insinuações, por meio de recortes de jornais contra Patrício, comparando-o a um “cacique chihuahua”, e Paulo Tadeu (PT), que reagiu ao “cinismo” e revidou nivelando Batista a um ”capitão-do-mato”.

A sessão foi encerrada sem eleger o presidente da comissão e com um deputado a menos.

Em nome da proporcionalidade, Eliana Pedrosa (DEM) comunicou que caiu fora - o partido já tem Naves na CPI.

Nessa manhã, pouco antes de Batista cancelar a sessão de hoje, o petista Chico Leite reagiu via twitter.

Relacionou “capanga” à base governista. 

Marlon Herath Corrupção, Política

As ideias do novo comandante da PM-DF sobre o Mensalão do DEM e os movimentos sociais

29, janeiro, 2010

O coronel Ricardo da Fonseca Martins assume hoje o comando da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF). 

Sai de cena o coronel Luiz Sérgio Lacerda Gonçalves que depois de um curto período no cargo de comandante – assumiu em maio de 2009, resolveu aposentar-se, segundo o GDF.

O novo comandante tem um blog, do qual destaco algumas das ideias concebidas antes da nomeação.

Financiamento de “corvos”

Em 16 de dezembro, uma semana depois da ação truculenta dos colegas PMs contra manifestantes em frente ao Palácio do Buriti, Martins “alertou” para uma realidade sobre o financiamento de movimentos sociais: “o Estado brasileiro está financiando corvos que lhe vão comer os olhos”.

A nota “UNE e financiamento” está na íntegra e sem correções textuais:

Caribenho apresentou suas reflexões sobre o financiamento oficial da UNE, possivelmente relacionando com os últimos acontecimentos de enfrentamento com policiais militares. Essa é uma realidade: o Estado brasileiro está financiando corvos que lhe vão comer os olhos. (UNE, MST, ETC). E o pior: com dinheiro do povo! Já aparece no meio acadêmico grupos de direita que repudiam esse tipo de coisa. Mudanças a vista.”

Durval Barbosa, o “herói Macunaíma”

Em 12 de dezembro, 15 dias depois da descoberta da Caixa de Pandora, Martins escreveu sobre o suposto esquema de corrupção no GDF.

As opiniões foram soltas sob o título “Dúvidas sobre a crise – o que me pertunto todos os dias”.

Sem esboço dúbio, considera Durval Barbosa “o principal criminoso”. Diz que “as instituições não conseguem investigar nem apurar nada” na “seara” do grupo de Durval, descrito de 15 formas, entre elas, “corja” e “rabacuada”.

Segundo o coronel, a descoberta de escândalos de corrupção no Brasil “é fruto de denúncias de ex-mulheres de políticos ultrajadas e ressentidas com seus ex-maridos ou de bandidos que tiveram seus golpes sufocados…”

A criticar o caixa dois nas campanhas eleitorais, diz que “A cassação simplesmente do governador não resolve o problema, somente satisfaz a solução simplista e hipócrita de punir um dos culpados para livrar os demais.”

Trecho do artigo:

Quem é o principal criminoso dessa história? Há criminosos conhecidos e provavelmente muitos não revelados. Para mim o principal deste esquema atende pelo nome de Durval Barbosa. É ele o arrecadador da propina, achacador de empresários e distribuidor maquiavélico de benesses para corromper os políticos e poderosos sem escrúpulos. Ele é verdadeiramente o gerente da rede criminosa, que construiu a custa de extorsões e chantagens. Chegou a citar um bordão em uma de suas gravações: “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo”, como quem diz que uma vez participante do seu esquema não tem retorno. Coitado do Flamengo e olha que sou Fluminense! Daqui a pouco vira herói Macunaíma sem caráter, se livra dos crimes e incrimina parte de sua canalhada, cáfila, cambada, corja, jolda, maloca, malta, matilha, pandilha, partida, quadrilha, récova, récua, rabacuada e súcia.

As instituições não conseguem investigar nem apurar nada nessa seara, daí a estratégia da delação premiada. Tudo que se tem revelado em termos de corrupção nesse país é fruto de denúncias de ex-mulheres de políticos ultrajadas e ressentidas com seus ex-maridos ou de bandidos que tiveram seus golpes sufocados e ao revelarem seus objetos de chantagem estão na realidade chantageando outros que ainda não foram descobertos. Ou seja, denunciam um esquema e preservam os demais para que possam lhe sustentar doravante. Vão-se os anéis e ficam os dedos. Ou podemos acreditar que os corrompidos são somente os que tiveram seus vídeos revelados? Esse tipo de financiamento é uma novidade? Não vai acontecer mais nas próximas eleições?

Enquanto não houver uma reforma política isso não se resolve. Você acredita que os que exercem mandato hoje vão promover essa reforma e matar a galinha dos ovos de ouro deles?

Uma candidatura para Senador do DF pode custar R$ 1.612.700,00, conforme verificado no site do TSE em valores declarados, tirando o financiamento não contabilizado! Um Senador se ganhasse R$ 30.000,00 por mês, e ganha menos que isso, perceberia em 48 meses R$ 1.440.000,00. Metade do que percebe no mandato serve apenas para custear a campanha. O que ou quem compensaria essa diferença e com que propósitos? Somente contribuir com a democracia?

2. O problema está somente no executivo? Por que somente querem a cabeça do Governador na bandeja? Essa é uma crise institucional sem precedentes. É o resultado de um sistema político corrompido no financiamento de campanhas. A cassação simplesmente do Governador não resolve o problema, somente satisfaz a solução simplista e hipócrita de punir um dos culpados para livrar os demais. Se quisermos ter um sistema eficaz de controle desse tipo de corrupção precisamos investir no controle de circulação de dinheiro. Com o nível de automação bancária e do sistema de controle da COAF não haveria muito problema em se restringir a circulação de dinheiro por numerário vivo. A não adoção dessa medida é uma estratégia de manter tudo como está e somente penalizar o desafortunado que for apanhado, já que se trata de uma atividade de risco.

3. Onde estão os movimentos contra os deputados, os empresários, os supostos magistrados envolvidos, os donos dos órgãos de imprensa, etc.? Quem anda financiando as manifestações com marmitex e cinquentinha?

Daqui a pouco vão achar que essa gente coitada foi vítima do processo. Balela! O crime de corrupção implica na existência de corruptos ativos e passivos. São todos farinha do mesmo saco.”

Segurança de Collor

Em dois de dezembro, cinco dias depois de surgirem os primeiros indícios do Mensalão do DEM, Martins esboçou em “Crise, governança e governabilidade” considerações sobre a dimensão das denúncias.

Em certo parágrafo, lembra da “experiência” que teve como segurança pessoal do ex-presidente Fernando Collor no dia do impeachment.

Busquei comparar com o dia em que estava de serviço na Presidência da República e o Presidente Collor, de quem fui segurança pessoal, foi afastado do cargo pelo processo de impeachment. Aquela foi uma experiência que me marcou e lembro como as instituições se encarregam de debelar uma crise política, ainda que depois tenha reverberado no legislativo federal com a CPI dos anões do orçamento.”

Marlon Herath Direitos Humanos, Serviço público ,

Será que o Lula está bem?

28, janeiro, 2010

Funcionários do Real Hospital Português no Recife onde Lula recebeu alta abrem o sorriso.

Recuperando-se de uma crise de hipertensão, o presidente Lula embarcou para São Paulo.

Em São Bernardo do Campo deve descansar até domingo quando retorna a Brasília para voltar ao trabalho na segunda (1º/02).

O único compromisso da agenda será a participação no sábado à tarde de encontro religioso, em São Bernardo.

Ontem à noite, durante jantar oferecido pelo governador Eduardo Campos (PSB), foi constatado que a pressão arterial media 180 por 120.

De acordo com o boletim médico, 1h30 após ter sido internado, a pressão voltou ao normal.

Os riquinhos de Davos vão sentir a falta de Lula que, na véspera, prometera elevar a pressão do encontro.

No medidor das ruas, o presidente está com ótima saúde.

Em dezembro, pouco antes de completar sete anos de governo, Lula alcançou 72% de aprovação, a maior taxa de aprovação já obtida por um presidente, desde que o Datafolha começou as avaliações em 1990.

Lula obteve nota 7,7.

O governo do presidente é avaliado como ótimo ou bom por 73% dos entrevistados com renda familiar mensal até 5 salários mínimos, 67% dos com renda entre 5 e 10 salários e por 64% dos que recebem mais de 10 salários.

Em Pernambuco, onde passou a noite, Lula tem a melhor avaliação de seu governo, 85% consideram ótimo/bom.

O Datafolha ouviu 11.429 eleitores entre os dias 14 e 18 de dezembro de 2009. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Marlon Herath Política, Saúde ,

Lula é internado e cancela viagem a Davos

28, janeiro, 2010

Lula no Dia Internacional da Recordação do Holocausto no Recife

O presidente Lula cancelou a viagem para Davos onde seria homenageado no Fórum Econômico Mundial.

O médico da presidência, Cleber Ferreira, recomendou que a agenda de trabalho foi suspensa. Lula está no Hospital Português, no Recife, onde foi internado para os exames de rotina. Segundo o médico, os resultados dos primeiros exames apontaram uma situação clínica de normalidade.

“Trata-se de um conjunto de fatores. Estresse, cansaço. A pressão do presidente se normalizou após ter chegado a 180 por 120. Ele tomou um diurético. Foi um quadro esporádico. No momento, a pressão dele está 110 por 80″, afirmou Ferreira.

Nessa quarta-feira (27), Lula assinou no Recife o decreto que cria a Zona de Processamento e Exportação (ZPE), na Base Aérea do Recife. Depois, seguiu para a cidade de Paulista, na região metropolitana, onde inaugurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e à noite compareceu à cerimônia pelo Dia Internacional em Homenagem às Vítimas do Holocausto, no centro histórico da capital pernambucana.

À noite, Lula participou de um jantar oferecido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), no Palácio Campo das Princesas, sede oficial do governo.

Na manhã desta quinta, a equipe médica deve fazer nova avaliação.

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, irá representá-lo no Fórum Econômico Mundial na Suíça onde Lula receberia a distinção de “Estadista Global”.

Marlon Herath Política, Saúde

A truculência da PM-DF, a polícia mais bem paga do Brasil. Ato II

28, janeiro, 2010

A corregedoria da Polícia Militar do DF abriu investigação para apurar se houve abuso do coronel Claudio Armond, comandante do 3º BPM que fez universitária Ingrid Cartaxo voar  com o empurrão aplicado.

Armond estava à frente da contenção aos estudantes que jogaram estrume na rampa e no estacionamento da Câmara Legislativa no dia 21.

Em 9 de dezembro na repressão ao protesto em frente ao Palácio do Buriti, outro comandante, coronel Silva Filho, também levou à lona um manifestante. 

Entre os detidos naquele ato, Ingrid.

Sem admitir relação com o ocorrido na Câmara na semana passada, a Secretaria de Segurança confirmou no dia seguinte (22) a troca de comando na PM. Sai amanhã (29) o coronel Lacerda, entra o coronel Ricardo da Fonseca Martins.

Marlon Herath Direitos Humanos, Política

O álcool, a gasolina e a elevação dos preços dos combustíveis

27, janeiro, 2010

Dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Preço médio praticado pelos postos pesquisados em todas as regiões do país.

Apesar da oscilação dos preços do barril de petróleo e da entressafra de cana-de-açúcar entre dezembro e março (a adição de álcool à gasolina modifica o valor final do combustível), o preço da gasolina na bomba ficou estável no balanço dos dois últimos anos. Custou R$ 2,501.

Já o álcool aumentou quatro centavos no comparativo 2008-2009.

O diesel, quase três centavos.

Mas os preços atuais do álcool e gasolina estão bem acima da média.

 

Em janeiro de 2009, o álcool era vendido a R$ 1,513, hoje a R$ 1,948. São 43 centavos a mais por litro! Desde o início do ano não é mais vantajoso abastecer a álcool em praticamente todo o país.

Já a gasolina custava há um ano R$ 2,509. No último levantamento, fechou a R$ 2,585, oito centavos mais cara.

Na próxima segunda (1º/02) passa a valer a redução da mistura de álcool na gasolina de 25% para 20%, anunciada pelo governo. A medida vai ser utilizada por 90 dias até que comece a safra de cana-de-açúcar.

E os preços vão baixar?

Marlon Herath Economia, Sem categoria

Suplentes são chamados para trabalhar no processo de impeachment de Arruda

27, janeiro, 2010

Os suplentes dos oito deputados citados na Operação Caixa de Pandora, afastados pela Justiça, têm 48 horas para assumirem a convocação.

São eles:

  • Roberto Lucena (PMDB);
  • Wigberto Tartuce (PMDB);
  • Ivelise Longhi (PMDB);
  • Raad Massouh (DEM);
  • Gil Mesquita (DEM);
  • Joe Valle (PSB);
  • Mário da Nóbrega (PP);
  • Olair Francisco (PT do B).

Vão atuar exclusivamente nas atividades relacionadas ao processo de impeachment do governador José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM).

Marlon Herath Corrupção, Política ,

Roriz é condenado a indenizar Cristovam

26, janeiro, 2010

Liderando as pesquisas de intenção de voto para governador do Distrito Federal e em busca do quinto mandato, Joaquim Roriz (PSC) está em “viagem de peregrinação religiosa visitando cidades como Fátima, em Portugal, e Roma, na Itália”, desde sábado (23).

Joaquim Roriz foi condenado a pagar R$ 35 mil de indenização por danos morais ao senador e ex-governador, Cristovam Buarque (PDT).

A decisão foi do juiz da 18ª Vara Cível de Brasília e cabe recurso.

De acordo com a ação, em 14 de agosto de 2003, Joaquim Roriz, então governador, fez um discurso na chamada Invasão do Itapoã e diante de milhares de pessoas, acusou Cristovam de assassino e de não gostar de pobres. Cristovam, na época ministro da Educação, entendeu que o discurso teve grande repercussão na mídia e que o jornal circulou com a manchete “Roriz acusa Cristovam de matar 6″. Cristovam apresentou como prova o jornal e uma fita K-7 com a gravação do discurso. O pedido de indenização por danos morais era de R$ 50 mil.

No processo, Roriz argumentou que não proferiu as palavras ou frases mencionadas na ação e que não podia ser responsabilizado por notícias veiculadas em jornal. Alegou ainda que a fita era prova manifestamente ilícita. E sustentou que, se fossem superados os argumentos da contestação, o pedido ainda assim não mereceria procedência, pois os fatos ocorreram entre dois políticos adversários.

Em audiência de conciliação, não houve acordo entre as partes.

A perícia comprovou a autenticidade da gravação e fez a transcrição do discurso. Na ocasião, Roriz inaugurava uma obra pública e lembrou aos presentes sobre o confronto na Estrutural. Segundo a transcrição do discurso, Roriz disse: “o Governador é chefe da Polícia, e obrigou a Polícia a ir pra lá, e assassinou seis pessoas… seis pessoas foram assassinadas a mando do Governador anterior…”.

Na sentença, o juiz afirmou que os fatos atingiram a imagem do autor perante a população do Distrito Federal, causando-lhe prejuízos e ofendendo-lhe a dignidade. O magistrado não aceitou o argumento de que não poderia responder a ação porque os dois eram adversários políticos. Segundo o juiz, o réu “não estava acobertado por qualquer manto de imunidade (…) e não estava autorizado a emitir impropérios pessoais sem que fosse garantida ao ofendido a defesa de seu direito constitucionalmente protegido, qual seja indenização por danos morais.

O magistrado afirmou ainda que é até “compreensível”, na política, dizer que o oponente ‘não gosta de pobre’ e ’só atende o pedido dos ricos’. “Entretanto, tudo tem limite, ao pronunciar em discurso que teve grande repercussão que o autor teve participação ou mandou assassinar seis pessoas no bairro Estrutural, sai do que é ‘normal’ e adentra a esfera do ato ilícito”, concluiu.

Joaquim Roriz renunciou ao mandato de senador em 2007 para evitar o processo de cassação. Roriz foi acusado de quebra de decoro depois da divulgação de gravações de conversas telefônicas da Operação Aquarela do Polícia Civil do DF em que supostamente negociara a partilha de R$ 2,2 milhões com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Tarcísio Franklin de Moura. O rateio do dinheiro seria feita no escritório do empresário Nenê Constantino, da Gol.

Massacre da Estrutural

No governo de Cristovam, uma ação de PMs em 9 de agosto de 1998 batizada de Operação Tornado matou dois moradores da Estrutural.

A morte de um soldado numa perseguição dois dias antes na invasão teria motivado a vingança.

A Estrutural era um reduto de Roriz que, com discurso populista, estimulou a vinda de migrantes para áreas públicas no início da década de 90.

Os crimes foram utilizados por Roriz, então candidato, para superar Cristovam naquela campanha.

Marlon Herath Justiça, Política , ,

Prudente renuncia para governo reassumir presidência da Câmara distrital

25, janeiro, 2010

Foi nas vestimentas, bolsos do paletó e nas meias, que Leonardo Prudente escondeu o dinheiro que rececebeu de Durval Barbosa.

Bastou a Justiça afastá-lo do trono para que Leonardo Prudente (sem partido, ex-DEM), os aliados e o governador José Roberto Arruda chegassem, unidos ou por caminhos distintos, ao esboço de uma manobra para retomar a presidência da Câmara Legislativa, em mãos da minoria.

O interino Cabo Patrício (PT) tem sete dias para realizar uma nova eleição para o cargo.

Na carta-renúncia, Prudente foi curto como a esperança dos deputados distritais apurarem as denúncias contra ele e nove colegas suspeitos.

Comunico as Vossas Excelências minha renúncia ao cargo de presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Atenciosamente, Leonardo Prudente.

Prudente não alegou motivos, foram “de ordem pessoal” segundo assessores, após ter conversado com “amigos, parentes e aliados”.

Marlon Herath Corrupção, Política , ,

O talento artístico do presidente da CPI da Corrupção

19, janeiro, 2010

YouTube Preview Image

Cenas do monólogo antidrogas “Pais e Filhos”, estrelado pelo deputado Alírio Neto (PPS). O presidente da CPI da Corrupção na Câmara Legislativa do DF é ator nas horas vagas; e o ainda presidente da Câmara, Leonardo Prudente (sem partido, ex-DEM), toca violão clássico e já lançou o CD “Louvores com Leonardo Prudente”.

Marlon Herath Política, Sem categoria