Distritais baixam o nível. Redundância?
O tom do discurso dos deputados distritais está recheado de acusações e provocações.
A CPI da Corrupção segue em cova profunda alimentada pelas picuinhas rasas entre governistas e oposição.
Ontem a moção de repúdio ao ato do presidente em exercício, Cabo Patrício (PT), que “encerrou abruptamente a sessão” que elegeria o presidente da Câmara na quarta (27), lida pelo democrata Geraldo Naves, liberou o discurso rasteiro que empobrece a política em apurações de escândalos.
Até um suposto flagrante de embriaguez de Patrício integrou a ira.
Também no exercício da presidência foi flagrado com evidentes sintomas de embriaguez, conforme amplamente noticiado pela imprensa brasiliense e gravado pelo plantão de Polícia. Inclusive com o agravante do uso indevido da interinidade na presidência da CLDF ao ameaçar os policiais com a declaração de que “se não me atenderem vou ligar para o governador Arruda”.”
O vice-presidente da CPI, Batista das Cooperativas (PRP), também fez insinuações, por meio de recortes de jornais contra Patrício, comparando-o a um “cacique chihuahua”, e Paulo Tadeu (PT), que reagiu ao “cinismo” e revidou nivelando Batista a um ”capitão-do-mato”.
A sessão foi encerrada sem eleger o presidente da comissão e com um deputado a menos.
Em nome da proporcionalidade, Eliana Pedrosa (DEM) comunicou que caiu fora - o partido já tem Naves na CPI.
Nessa manhã, pouco antes de Batista cancelar a sessão de hoje, o petista Chico Leite reagiu via twitter.
Relacionou “capanga” à base governista.


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