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Arquivo de fevereiro, 2010

E o DEM, hein?

12, fevereiro, 2010

O diretório regional do Democratas em Brasília atrasou a apuração do processo por quebra de decoro do governador José Roberto Arruda, a executiva nacional tibueou e Arruda abandonou a sigla quando os pedidos de impeachment foram aceitos na Câmara distrital.

Uma saída de última hora que evitou o constrangimento do diretório pressionado por aliados de Arruda para evitar a desfiliação.

E não perdeu o apoio da legenda.   

Depois de preso, saiu a deliberação da direção do partido e líderes na Câmara dos Deputados e no Senado. Determinar aos filiados “a imediata saída dos cargos que ocupam no governo José Roberto Arruda. A eventual inobservância da determinação acima sujeitará o filiado às sanções disciplinares previstas no Estatuto do partido.”

O presidente do DEM, deputado federal Rodrigo Maia, endossou a posse do vice, Paulo Octávio. O secretário de Transportes Alberto Fraga (DEM) não deu sinais que deixará o governo.

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Agora é a vez de PO

12, fevereiro, 2010

 A OAB/DF ingressa na Câmara Legislativa daqui a pouco com um novo pedido de impeachment com a posse do vice-governador Paulo Octávio (DEM), após afastamento do governador José Roberto Arruda.

Paulo Octávio é citado no inquérito do Mensalão do DEM. Documentos apreendidos pela Polícia Federal contêm a expressão “PO” ao lado de valores em suposta divisão de propina. Seriam referências ao governador em exercício.

O presidente da Ordem local, Francisco Caputo, avalia que “Nada justifica a posse do vice Paulo Octávio. É público e notório que ele está envolvido no escândalo e não tem condições jurídicas e políticas para suceder o governador em caso de afastamento determinado pela justiça”.

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Vai ter samba na Papuda

12, fevereiro, 2010

“O que é barra pesada pra você, meu amigo?” é o bordão do programa policial Barra Pesada que Geraldo Naves apresentava em rádio e TV. Naves chegou a assumir a presidência da CCJ da Câmara Legislativa do DF, mas voltou para a suplência quando a barra pesou.

Naves levou o bilhete de Arruda “Quero ajuda” para Edson Sombra, que denunciou a suposta tentativa de suborno.

Dos outros cinco colhidos pelo decreto de prisão, até o momento só o sobrinho e ex-secretário particular de Arruda, Rodrigo Arantes (que pega a sacolinha com dinheiro em 2006 no gabinete de Durval a pedido do tio), se apresentou à Polícia Federal.

O conselheiro fiscal do Metrô/DF, Antonio Bento, preso em flagrante ao entregar R$ 200 mil a Sombra já está em cana na Papuda, o complexo penitenciário de Brasília.

Faltam ser presos o ex-diretor comercial da CEB, Haroaldo de Carvalho, o secretário-chefe da Agência de Comunicação do GDF, Welligton Moraes, além de Naves.

O Carnaval na Papuda pode ter mais passistas.

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Arruda preso, com fome e com sono

12, fevereiro, 2010

Arruda recebendo o “remedinho” no divã de Durval. A prisão do governador na realidade político-judiciária brasileira, nem Freud explica.

O governador Arruda não comeu, não dormiu e está sofrendo muito – relatou o coronel Ivan Gonçalves da Rocha, chefe da Casa Militar do GDF, ao concluir a visita ao preso na Superintendência da Polícia Federal.

 José Roberto Arruda está preso, mas não se sabe por quanto tempo ficará de pé a preventiva em vista do afloramento das brotoejas da corte suprema em casos passados para livrar autoridades das grades.

Arruda poucas vezes perdeu o sono e o apetite nos 56 anos de uma vida marcada pela ascensão e queda.

Como senador, envolveu-se no escândalo da violação do painel eletrônico em 2001. Negou as acusações em discurso raivoso, mas pouco depois admitiu a culpa, chorou, pediu desculpas e renunciou ao mandato para evitar o processo de cassação que já tolhia o colega e amigo Luís Estevão.

No ano seguinte, conseguiu – por omissão, complacência ou paixão dos eleitores -, o perdão das urnas. Elegeu-se o deputado federal mais votado do Distrito Federal e, proporcionalmente, do país.

No vai-e-vem dos arranjos eleitorais, começou no colo de Joaquim Roriz, um político da era de Paulo Maluf e ACM.

A sangria da jugular começou em 2006. Ainda nas garras do governo Roriz, foi sendo gravado no BBB do Mensalão do DEM pelas lentes ocultas de Durval Barbosa.

Virou governador, manteve os aliados de Roriz e construiu, contrato a contrato, um império de obras e serviços com empresas suspeitas de pagamento de propina.

A base de apoio teria sido regada por mesadas do suposto esquema de corrupção, de acordo com as apurações do Inquérito da Caixa de Pandora.

Ministério Público Federal e Polícia Federal juntam as peças. Arruda e aliados tentam soldar os cacos. Mais dinheiro compraria o depoimento de Edson Sombra que, inspirado na videoteca de Durval, colaborou para gravar uma tentativa de suborno.

O pedido de prisão do Ministério Público Federal foi acatado pelo ministro do STJ, Fernando Gonçalves, e ratificado por 12 votos a 2 na corte especial.

A ordem pública e o curso das investigações devem ser mantidos, entendeu o judiciário ao impedir a corrupção de testemunha, prender Arruda e afastá-lo do cargo.

A Justiça passou por cima da letargia do Legislativo, dominado pelos aliados do governador, preocupados em manter o osso ao contrário das balelas sobre governabilidade que destilam aos quatro cantos.

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Justiça mantém decisão que afastou deputados do Mensalão do DEM

3, fevereiro, 2010

O primeiro ato do novo presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wilson Lima (PR), deu em nada.

Aliado do governador José Roberto Arruda, Lima tentou manter os oito deputados, suspeitos de terem recebido mesada, da análise dos pedidos de impeachment contra Arruda.

Alegou que a decisão judicial afastava os deputados de seus cargos, atentava contra a independência do poder legislativo, violava os direitos políticos dos deputados afastados e desrespeitava o princípio democrático.

O recurso  foi indeferido pelo presidente do Tribunal de Justiça do DF, Nívio Gonçalves, que concluir não haver “qualquer violação à ordem pública a ser corrigida”.

Ficou mantida a ordem de convocar os suplentes, não suspeitos ou impedidos, para substituir Aylton Gomes, Benedito Domingos, Benício Tavares, Eurides Brito, Júnior Brunelli, Leonardo Prudente, Rogério Ulisses e Roney Nemer, bem como os suplentes, também suspeitos, Berinaldo Pontes e Pedro do Ovo tão somente de suas atividades vinculadas ao processo de impeachment do governador.

A Câmara pode recorrer novamente da decisão.

Leia aqui a íntegra da decisão.

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Partidos perdem quase 500 mil filiados em um ano

3, fevereiro, 2010

Em um ano, 494.113 eleitores deixaram as fileiras dos 27 partidos políticos com registro de filiados na Justiça Eleitoral.

Na comparação entre dezembro de 2009 com dezembro de 2008, a queda é de 3,97%.

Menos de 12 milhões de brasileiros são filiados a siglas partidárias de um total de mais de 132 milhões de eleitores. Percentualmente, apenas 9,06% dos eleitores são filiados.

Os números são do banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

O PMDB perdeu 99.539 filiados, mas continua com o maior número de possíveis cabos eleitorais.

O PSDB foi o segundo partido com mais baixas, 77.874 filiados deixaram o ninho tucano.

O PP continua com o segundo maior número de filiados, mas perdeu 58.170 em um ano.

DEM registrou perda significativa, 55.104 filiados. PTB (-49.139), PR (-46.232) e PDT (-37.035) também.

O PT foi o único dos grandes que teve mais adesões que saídas e ainda ultrapassou os tucanos, arregimentando 29.141 novos filiados.

Além do PT, apenas dois partidos ganharam filiados. Os nanicos PRP (13.949) e PSOL (6.691).

Marlon Herath Política

Menos, Lula

2, fevereiro, 2010

Ao discursar numa solenidade nessa segunda (1º) em Brasília, Lula deixou a modéstia na bandeirinha de escanteio.

Presidente com mais de dois terços de aprovação e reconhecido pelos principais líderes do mundo, Lula não precisa vangloriar-se da melhora social que o país vem obtendo. 

Deveria deixar que os programas de governo tornassem os objetivos reais. 

A cerimônia entregou placas (sic) para 78 institutos federais de ensino técnico que estão sendo inaugurados pelo Brasil. Do total, 46 ainda não estão funcionando!

E Lula aproveitou a ocasião, motivado pelos números da pesquisa CNT/Sensus, e despertou o desejo de querer tornar-se um “paradigma” para os próximos presidentes.

E aqui, sem nenhuma falsa modéstia. Sabe, Deus queira que daqui pra frente eu seja um paradigma pra quem vier depois de mim. Ou seja, quem vier depois de mim não tem o direito de fazer menos do que eu.

Não tem, não tem o direito. (Aplausos) Ou seja, porque nós, nós mudamos o paradigma que era muito nivelado por baixo, vocês estão “lembrado”.

Sabe, salário mínimo você não podia dar o aumento pro salário mínimo porque o salário mínimo ia causar a inflação e quebrava a Previdência. Nós estamos há sete anos dando aumento consecutivo, nem quebrou a Previdência e nem voltou a inflação.”

Ouça o trecho do discurso aqui.

Marlon Herath Política

“As imagens falam por si, mas… apenas para si”, diz novo presidente da OAB ao criticar Mensalão do DEM

2, fevereiro, 2010

No discurso de posse, Ophir Cavalcante deu destaque à transparência nas instituições, necessidade que precisa ser aprimorada, segundo o novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

“A corrupção é uma de nossas maiores tragédias” disse o advogado que assumiu o cargo que era ocupado por Cezar Brito.

Sobre o escândalo do Mensalão do DEM em Brasília, Ophir Cavalcante lembrou das imagens dos supostos pagamentos e recebimentos de propina.

Dinheiro em meias; em cuecas; em bolsas; oração para agradecer a propina recebida – são anomalias inconcebíveis, que demonstram total subversão de valores por parte dos que deveriam dar o exemplo.

As imagens falam por si, sim, mas expressam ainda um autismo revoltante, já que falam apenas para si, sem qualquer conseqüência penal para os infratores, que continuam em seus cargos e cinicamente ainda perdoam os que contra eles protestam.

Precisamos por um fim à impunidade. E isso não pode ser apenas uma frase de efeito, que não gera qualquer efeito. A sociedade não quer o perdão dos corruptos. Quer justiça! Ressarcimento do que lhe foi roubado.”

Marlon Herath Corrupção, Justiça, Política

Eleições: o mapa dos votos de Serra e Dilma

2, fevereiro, 2010

Nos cruzamentos da pesquisa CNT/Sensus, os desafios de cada candidato.

Na lista com quatro pré-candidatos, José Serra (PSDB) tem 33,2%. Dilma Rousseff (PT), 27,8%.

Serra alcança mais apoio no meio urbano, 34%. Dilma no meio rural, 36,9%, que concentra o menor número de eleitores.

Sexo

As mulheres estão com Serra, 33,4% contra 24% para Dilma.

Entre os homens a diferença é menor, 33% a 31,9% para Serra.

O Brasil tem 132.054.280 eleitores, sendo 68.431.038 mulheres (51,82%) e 63.469.326 homens (48,06%).

Regiões

Serra é melhor no Sul (41,9%), Norte/Centro-Oeste (35,1%) e Sudeste (34,7%).

Dilma vai bem no Nordeste (38%).

Candidato Sudeste Sul Nordeste Norte/Centro-Oeste
José Serra 34,7 41,9 25,4 35,1
Dilma Rousseff 22,7 26,5 38 24,2
Ciro Gomes 10,2 7,9 15,9 13,2
Marina Silva 8,4 5,8 4,3 7,9
Nenhum/Branco 13,5 13,4 6,3 7
NS/NR 10,6 4,5 10,2 12,6

Abaixo o peso eleitoral de cada região, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Pesquisa por Região - Dezembro / 2009
Região Eleitorado %
CENTRO-OESTE 9.349.307 7,08
EXTERIOR 154.097 0,117
NORDESTE 35.679.053 27,018
NORTE 9.602.732 7,272
SUDESTE 57.520.315 43,558
SUL 19.748.776 14,955

 

Idades

Serra obtém larga vantagem entre os eleitores mais jovens.

Dilma equilibra entre os eleitores de 25 a 29 anos.

Candidato 16-17 anos 18-24 anos 25-29 anos 30-39 anos 40-49 anos 50 anos ou + TOTAL
José Serra 45,5 35,3 34,5 30,3 33,6 31,1 33,2
Dilma Rousseff 17,2 27,5 34,9 30,8 24,8 26,5 27,8
Ciro Gomes 12,1 11,1 9,9 14,6 10,7 12 11,9
Marina Silva 7,1 9 5,6 4,5 8,3 6,7 6,8
Nenhum/Branco 1 8,7 9,1 13,9 11,6 10,5 10,5
NS/NR 17,2 8,4 6 6 11 13,2 9,9

 

Estudo

Quando a escolaridade sobe, melhora o desempenho de Serra.

Dilma oscila entre os quatro níveis da pesquisa.

Candidato Primário Ginasial Colegial Superior TOTAL
José Serra 32 32,5 33,1 37,2 33,2
Dilma Rousseff 28,2 26,7 28,6 26,3 27,8
Ciro Gomes 10,5 15,7 12,1 8,3 11,9
Marina Silva 6,4 4,7 6,7 11,3 6,8
Nenhum/Branco 10 10,8 11,4 8,6 10,5
NS/NR 12,9 9,6 7,9 8,3 9,9

 

Renda

Os melhores números de Serra são com os eleitores com renda acima de 10 salários mínimos.

Dilma oscila entre as cinco faixas de renda.

Candidato Até 1 SM 1 a 5 SM 5 a 10 SM 10 a 20 SM Mais de 20 TOTAL
José Serra 30,3 33,6 31,6 37,3 50 33,2
Dilma Rousseff 28,1 28,3 25,9 26,3 26,7 27,8
Ciro Gomes 12,4 12,2 11,4 11,9 xx 11,9
Marina Silva 7 6 9,5 5,9 10 6,8
Nenhum/Branco 7,3 10,5 13,3 11 13,3 10,5
NS/NR 14,9 9,3 8,2 7,6 xx 9,9

 

 Pesquisa

A CNT/Sensus fez duas mil entrevistas em 24 estados entre os dias 25 a 29 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais.

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Eleições: Dilma sobe e chega a empate técnico com Serra

1, fevereiro, 2010

A distância entre Serra e Dilma que caiu de forma moderada em 2009 é cada vez menor.

Na primeira pesquisa CNT/Sensus do ano, o governador paulista José Serra (PSDB) tem 33,2% contra 27,8% da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). A vantagem tucana em janeiro é de 5,4%. Era de 11,1% em novembro.

O cenário atual é de empate técnico, considerando-se a margem de erro de 3% para mais ou para menos.

O deputado federal Ciro Gomes (PSB) perdeu fôlego e a senadora Marina Silva (PV) teve leve alta.

1º turno para presidente, lista 1 – CNT/Sensus

Estimulada (%)

Candidato nov/09 jan/10
José Serra 31,8 33,2
Dilma Rousseff 21,7 27,8
Ciro Gomes 17,5 11,9
Marina Silva 5,9 6,8
Nenhum/Branco/Nulo 11,1 10,5
NS/NR 12,1 9,9

 

1º turno para presidente, lista 2 – CNT/Sensus

Estimulada (%)

Candidato nov/09 jan/10
José Serra 40,5 40,7
Dilma Rousseff 23,5 28,5
Marina Silva 8,1 9,5
Nenhum/Branco/Nulo 14,2 10
NS/NR 14,2 10

O levantamento mostra a tendência revelada na semana passada pela pesquisa Vox Populi da TV Bandeirantes. Com Ciro Gomes candidato, Dilma tem melhor desempenho contra Serra.

Vox Populi (Jan/10) ouviu 2 mil pessoas em 23 estados e no Distrito Federal, entre os dias 14 e 17 de janeiro com margem de erro de três pontos percentuais:

José Serra 34%

Dilma Rousseff 27%

Ciro Gomes 11%

Marina Silva 6%

Brancos e nulos 10%

Indecisos/não opinaram 9% 

1º turno para presidente – CNT/Sensus

Espontânea (%)

Lula 18,7
Dilma Rousseff 9,5
José Serra 9,3
Aécio Neves 2,1
Marina Silva 1,6
Ciro Gomes 1,2
Outros 1,9
Branco/Nulo 2,6
Não sabem/Não responderam 53,1

Mais da metade (53,1%) dos eleitores está indecisa.

2º turno para presidente, lista 1 – CNT/Sensus

No cruzamento de segundo turno, Dilma reduziu a diferença para 6,9% (era de 18,6 em novembro).

Estimulada (%)

Candidato   nov/09 jan/10
José Serra  46,8 44
Dilma Rousseff   28,2 37,1
Branco/Nulo   11,9 10,1
NS/NR  13,2 8,9

Limite de voto

Menos conhecida entre os três principais candidatos, Dilma é a que consegue mais fidelidade (única que o eleitor votaria).

LIMITE DE VOTO Único que Poderia Não Não
jan/10 Votaria Votar Votaria Conhece
Presidente % % % %
Dilma Rousseff  17,9 38,5 28,4 9,4
José Serra  15,4 45,4 29,7 4,1
Ciro Gomes   8,2 47,3 30,3 7,8
Marina Silva 6,9 23,4 36,6 27,2

Lula

O crescimento da candidatura petista leva em conta a avaliação do governo Lula – o que não é surpresa.

A avaliação do governo é positiva para 71,4% dos entrevistados contra 70% em novembro e 72,5% em janeiro de 2009.

Quanto ao desempenho, 81,7% aprovam Lula. Em novembro, eram 78,9% e em janeiro de 2009, 84%.

A avaliação de emprego, renda mensal, saúde, educação e segurança melhorou na comparação com novembro de 2009.

Mas aumentou a expectativa de que as seis variáveis vão piorar neste semestre, embora o índice dos que acham que vai melhorar oscila entre 50,7% e 62,9%.

Na avaliação setorial, escola, saúde e estradas têm notas melhores que nas pesquisas anteriores. Em transporte a nota é pior e segurança ficou estável.

Política

Apenas 25,5% disseram estar acompanhando com muito interesse as eleições para presidente.

Outros 42,1% responderam ter interesse médio e 31,3% encontram-se sem interesse.

É este um terço dos eleitores que pode pender para qualquer lado, independente de ideias, propostas e histórico dos candidatos.

Pesquisa

A CNT/Sensus fez duas mil entrevistas em 24 estados entre os dias 25 a 29 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais.

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