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Arquivo da Categoria ‘Esporte’

Oscar e Damião

21, agosto, 2011

Oscar brilhou ao marcar três dando o penta para a seleção no mundial sub-20. Não bastaram os chutes, fez gols cruzando a bola. Franzino, pretensioso e veloz, tem força espantosa nas conclusões.

Damião fez a torcida colorada esquecer a cobrança de falta de Ronaldinho Gaúcho que abriu o placar no Beira-Rio. Deu passe de calcanhar para o primeiro gol e decretou o empate com uma bicicleta – o gol mais bonito do ano dele e do Inter.

Oscar e Damião devem conquistar para o Inter a Recopa Sul-Americana na quarta, 24, contra o Independiente.

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Marlon Herath Esporte

Rogério “Cemni”

27, março, 2011

O cara podia ter o 100 no nome – e em numeral.

São 56 de falta e 44 de pênalti.

Aos 38 anos de idade – 14 deles com gols, Rogério Ceni entra para a história como o goleiro que alcançou uma marca sonhada até por atacantes.

Quando ele começou a bater faltas, quantas não foram as dúvidas de seus técnicos sobre os riscos de sofrer o contra-ataque!

Com treinamento, aprimorou as cobranças, raramente acertando a barreira ou dando chances aos goleiros.

E pensar que com um chute desses, escolheu o gol para trabalhar em campo!

Talvez por isso, fez do gol adversário sua hora extra para a felicidade.

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Marlon Herath Esporte

Ceni e Damião

26, março, 2011

O domingo (27) pode ser inesquecível para um goleiro e um atacante.

Um caminha para o centésimo gol, o outro para a estreia na seleção brasileira.

Pensar que um especialista com as mãos possa atravessar o campo e fazer, com os pés, o que muitos atacantes desperdiçam?

O são-paulino Rogério Ceni terá a oportunidade do gol 100, às 16h, contra o Corinthians.

Títulos, defesas… Nenhuma memória de Ceni vai ser mais lembrada que a marca do centésimo. 

Mais cedo, às 10h da manhã, do outro lado do Atlântico, o colorado Leandro Damião vai estrear na seleção brasileira.

Um começo de temporada meteórico – 13 gols em 9 jogos – no Gauchão e na Libertadores, deu a vaga a Damião depois da lesão de Alexandre Pato. 

A primeira vez nunca se esquece e pode produzir lembranças para novas convocações.

Vai ser uma jornada especial para quem procura o gol - até sendo goleiro.

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Marlon Herath Esporte

Depois do bafafá, começa limpeza do Parque da Fejão

28, dezembro, 2010

Em regime de mutirão, começou a limpeza do Parque da Fejão em Sobradinho (RS) mostrado aqui em condições precárias. A informação vem do secretário municipal de Indústria e Comércio, Idelfonso Barbosa.

O abandono e o acúmulo de lixo deram o que falar – no blog, na rádio, nas ruas, na Câmara de Vereadores e nos corredores da prefeitura.

O secretário deu esclarecimentos por e-mail.

Vila olímpica
A Vila Olímpica Honório Lazzari foi inaugurada em 17 de Janeiro de 2004 dentro das solenidades que marcaram a 11ª Festa Estadual do Feijão, na administração de Lademiro Dors.
 

Prestes a completar sete anos, o campo de futebol e a pista atlética de seis raias de 400 metros de extensão estão nessas condições.

A vila custou R$ 80 mil, sendo R$ 54 mil do Ministério dos Esportes, por meio de uma emenda do então deputado federal Valdir Schmidt, e R$ 26 mil de contrapartida da prefeitura com pagamento de máquinas e mão de obra.

Administração
Barbosa explicou.

O complexo do Parque Marci Luiz Nardi (FEJÃO) está lotado nesta Secretaria, que, para sua manutenção, necessita da efetiva participação da Secretaria Municipal de Obras (por sinal, neste momento está no local), mesmo porque, a Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo, não dispõe de equipamentos e, tampouco de um quadro de pessoal mínimo, que suportasse manter os, aproximadamente, 16 hectares do Parque da FEJÃO.”

Custo
Nesse ano, a prefeitura gastou R$ 101,5 mil com o parque.

“Só em contas de consumo o custo ultrapassou R$ 60 mil. Logo, a “manutenção” da instalações, honorários (dois funcionários efetivos no Parque) e outros, alcançou o valor, aproximado (estamos ainda em 2010), de R$ 40 mil, prossegue Barbosa. 

Cercamento, pórtico e pavimentação 
Desde março, está no Ministério do Turismo o  Projeto/Proposta nº 007998/2010 para ”disciplinar a utilização do Parque da FEJÃO, principalmente por visitantes e/ou estranhos”. 

No valor de R$ 639.518, sendo R$ 29.518 de contrapartida do município, o dinheiro deve permitir – garante Barbosa -, o cercamento do parque, a construção de um pórtico de entrada com cancela  e a pavimentação das ruas internas.

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Parque da Fejão: comunidade se manifesta, prefeitura silencia

23, dezembro, 2010

O artigo sobre as condições que encontrei - como visitante – o parque da Fejão em Sobradinho, RS, no contexto da cidade onde é uma das únicas opções públicas de lazer.

Hélio Scherer, www.centroserra.com.br, via e-mail pejor@terra.com.br:

“Como um dos responsáveis pela compra da área do Parque e presidente da 1ª FEJÃO me sinto revoltado com o abandono daquele patrimônio público. Ainda nos tempos do prefeito Gilson Redin sugeri a ocupação permanente com projetos no turno inverso ao das aulas. Voltei ao assunto diversas vezes e até agora nada. Resolvi silenciar e até me afastei como membro nato da FEJÃO.”

Prefeitura

Blog segue à espera de explicações – desde segunda, 20, sobre a administração do parque.

Abandonado, sujo e pedindo socorro

Localizado entre morros de uma das regiões mais bonitas do centro do Rio Grande do Sul, o parque enfrenta o descaso do poder público e a falta de consciência ambiental de moradores.

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O parque da Fejão

23, dezembro, 2010

Este é um dos únicos espaços públicos para lazer e esporte em Sobradinho, RS.

O Parque da Fejão – onde é realizada a Festa Estadual do Feijão -, recebe os moradores da cidade que buscam uma área verde para descanso e atividade física nos gramados, capões de mata nativa e instalações para churrasco e piqueniques.

A prefeitura deveria ser responsável pela manutenção, mas o abandono é quem dita as regras.

A parte mais ao alto, nos fundos do parque, virou um grande depósito de lixo e entulho.

Na estrada de acesso ao parque – ao lado da cancha reta de cavalos – luvas cirúrgicas abandonadas.

A vila olímpica está destruída. O mato toma conta onde os cavalos-jardineiros não chegam para “cortar” a grama.

Duas goleiras (traves) estão destruídas, completamente enferrujadas e abandonadas à beira do campo.

As churrasqueiras viraram baias.

Os banheiros estão sujos e destruídos.

No riacho perto da capelinha os peixes são as dezenas de garrafas de cerveja jogadas pelos visitantes.

Nas instalações destruídas pelo abandono, muita sujeira como as camisinhas na pia.

É triste ver um dos pontos mais bonitos da cidade onde nasci assim.

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O pior futebol das copas

14, junho, 2010

Perdoem-me os brucutus, mas a Copa da África está devendo em seu objetivo central, o futebol.

Não fossem a alegria dos africanos, o chope alemão e o chicken by Mr. Green, não haveria destaque nesses quatro dias de embates.

Os tapadores de ouvidos abafam as vuvuzelas, mas como atenuar o caos técnico de jogos como Argélia e Eslovênia, Japão e Camarões, Inglaterra e Estados Unidos, Uruguai e França?

As superlentes transmitem com alta definição a pobreza futebolística dos quatro cantos do planeta.

A copa parece uma olimpíada sem grife. Halterofilistas argelinos, velocistas sul-coreanos, decatletas franceses, ingleses.

Para a memória seletiva, o quarteto alemão com Müller, Lahm, Podolski e Ozil e o Messi do amontoado de Maradona.

O Dia dos Namorados para os amantes do futebol foi de sexo nos 90 minutos e de compacto dos escassos lances das partidas nos intervalos. Mulher alguma reclamou. Bastavam dois ou três minutos de jogo na TV para trocar o esporte no quadrado mágico.

E chegou a vez da seleção, avessa ao romantismo no comando de Dunga. Sexo ou futebol?

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