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	<title>Blog do Marlon &#187; Meio ambiente</title>
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	<description>Uma análise do país e do mundo direto de Brasília</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Jul 2010 19:38:23 +0000</lastBuildDate>
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			<item>
		<title>A frota de veículos e o aumento da poluição do ar</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 18:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Indicativo sobre controle e qualidade do ar, foi divulgado o 1º Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários.
O documento do Ministério do Meio Ambiente compila as emissões de poluentes desde 1980 por meio de automóveis, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas.
E projeta as emissões até 2020 resultantes da combustão de diesel, gasolina, álcool e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Indicativo sobre controle e qualidade do ar, foi divulgado o 1º Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários.</p>
<p>O documento do Ministério do Meio Ambiente compila as emissões de poluentes desde 1980 por meio de automóveis, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas.</p>
<p>E projeta as emissões até 2020 resultantes da combustão de diesel, gasolina, álcool e GNV.</p>
<p><strong></strong> No Brasil, circulam 60 milhões de veículos.</p>
<p><strong>Projeção das emissões totais de CO</strong></p>
<p>O volume de emissões de monóxido de carbono, um dos gases mais nocivos, deve diminuir um pouco até 2020, apesar do aumento da frota.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2437" title="PROJEÇÃO EMISSÕES CO-MMA-ABR10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/PROJEÇÃO-EMISSÕES-CO-MMA-ABR10.jpg" alt="" width="482" height="360" /> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><strong>Projeção das emissões totais de CO2</strong></p>
<p>As emissões de gás carbônico, produzido pela queima de combustíveis nos motores, devem dobrar até 2020. </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2439" title="PROJEÇÃO EMISSÕES CO2-MMA-ABR10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/PROJEÇÃO-EMISSÕES-CO2-MMA-ABR10.jpg" alt="" width="360" height="360" /></p>
<p>Acesse <a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/inventarioveicular_05042010_182.pdf" target="_blank">aqui</a> a íntegra do inventário.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Águas de março</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/22/aguas-de-marco/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro item do capítulo 18 da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em março de 1977:
Os recursos de água doce constituem um componente essencial da hidrosfera da Terra e parte indispensável de todos os ecossistemas terrestres. O meio de água doce caracteriza-se pelo ciclo hidrológico, que inclui enchentes e secas, cujas conseqüências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro item do capítulo 18 da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em março de 1977:</p>
<blockquote><p>Os recursos de água doce constituem um componente essencial da hidrosfera da Terra e parte indispensável de todos os ecossistemas terrestres. O meio de água doce caracteriza-se pelo ciclo hidrológico, que inclui enchentes e secas, cujas conseqüências se tornaram mais extremas e dramáticas em algumas regiões. A mudança climática global e a poluição atmosférica também podem ter um impacto sobre os recursos de água doce e sua disponibilidade e, com a elevação do nível do mar, ameaçar áreas costeiras de baixa altitude e ecossistemas de pequenas ilhas.&#8221;</p></blockquote>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em><img class="aligncenter size-full wp-image-2368" title="ÁGUA-DEMANDA E DISPONIBILIDADE-ANA" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ÁGUA-DEMANDA-E-DISPONIBILIDADE-ANA.jpg" alt="" width="668" height="561" /><em>Mapa do estudo &#8220;Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2009&#8243;, da Agência Nacional das Águas (ANA)</em><strong> </strong></p>
<p>Outro dia, uma menina de 11 anos, estudante de escola altamente recomendada em Brasília, falava-me sobre os conhecimentos que ela vem adquirindo em seis ou sete anos de sala de aula.</p>
<p>Além das matérias formais, da Língua Portuguesa à Matemática, de duas línguas estrangeiras, destacara Empreendedorismo.</p>
<p>- Como ganhar e guardar dinheiro, exclamou a afortunada.</p>
<p>O bate-papo seguiu, atrevi-me a perguntar sobre cuidados com a natureza.</p>
<p>- Ah, às vezes os professores pedem algum trabalho sobre lixo reciclável&#8230;, soltou sem muita vontade a jovem que cursa 14 disciplinas, nenhuma sobre meio ambiente.</p>
<p>Educação ambiental é o princípio no país dos contrastes nem sempre favoráveis.</p>
<p>Cerca de 10% da população brasileira não tem acesso a água potável. Entre 18 e 20 milhões de habitantes, segundo o PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. No mundo, mais de 1,4 bilhão de pessoas vivem sem água própria para o consumo.</p>
<p>O Brasil possui 12% da água doce superficial do planeta, detém 60% da bacia amazônica, por onde escoa cerca de um quinto do volume de água doce de toda Terra.</p>
<p>No Dia Mundial da Água, umas gotas da nossa condição.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Oferta</strong></p>
<p>De acordo com a ANA, as regiões (mapa) que se encontram em situação de risco quanto ao balanço hídrico são a Atlântico Nordeste Oriental, com 91% de seus principais rios classificados com situação “muito crítica”, “crítica”, e “preocupante”; Atlântico Leste, com 70%; Atlântico Sul, com 59%; e São Francisco, com 44%.</p>
<p>Já as regiões Amazônica, Paraguai, Tocantins-Araguaia e Atlântico Nordeste Ocidental possuem situações bastante confortáveis quanto à demanda/disponibilidade de água, com mais de 88% dos principais rios classificados como “excelente” e “confortável”. São regiões menos habitadas.</p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong>Poluição</strong></p>
<p>Em rios com alta disponibilidade hídrica, o problema está mais relacionado à elevada carga orgânica associada à elevada densidade populacional das regiões metropolitanas. Além das bacias do Nordeste, as principais áreas críticas se localizam nas bacias dos rios Tietê e Piracicaba (São Paulo, rio das Velhas e rio Verde Grande (Minas Gerais), Rio Iguaçu (Paraná), Rio Meia Ponte (Goiás), Rio dos Sinos (Rio Grande do Sul), Rio Anhanduí (Mato Grosso do Sul)</p>
<p>Em termos gerais, observa-se que o lançamento de esgotos domésticos é o principal fator de degradação dos corpos d’água. Estima-se que 48 % dos domicílios brasileiros possuem coleta de esgotos, sendo que 21 % se utilizam de fossas sépticas. Considerando o total de esgoto coletado, apenas 20 % recebem algum tratamento, sendo o restante lançado diretamente nos corpos d’água.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uso</strong></p>
<p>Irrigação (51%), o abastecimento público (28%) e o consumo industrial (10%) são os três usos principais e correspondem a um número próximo de 90% do total do país, considerando os valores de vazão outorgada (direito de uso autorizado).</p>
<p>Segundo o diagnóstico do Atlas &#8211; Abastecimento Urbano de Água da ANA, dos 2.963 municípios estudados no ano passado, apenas 1.087 terão abastecimento satisfatório em 2015. Em 1.443 cidades, há necessidade de investimentos para ampliar o sistema. Outros 397 municípios requerem investimentos em novos mananciais.</p>
<p>O Atlas também aponta a necessidade de R$ 18,31 bilhões para garantir o abastecimento de água nas áreas urbanas dessas cidades até 2015.</p>
<p>A poluição hídrica, que compromete a qualidade da água dos mananciais, atinge 1.536 municípios, exigindo investimentos de R$ 2,43 bilhões em coleta e tratamento de esgotos.</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Qualidade</strong></p>
<p>Quanto ao Índice de Qualidade das Águas observado em 2006, regiões com alta densidade demográfica se apresentam como péssima e ruim:</p>
<ul>
<li>Região Hidrográfica do Paraná: Bacia do Alto Tietê (SP), Bacia do Alto Iguaçu (PR), Rio Piracicaba (SP), Rio Preto (SP), Rio Moji-Mirim (SP), Rio Santo Anastácio (SP), Rio Capivari (SP), Jaguari (SP), Rio São Francisco (PR);</li>
<li>Região Hidrográfica do São Francisco: Rio das Velhas (MG), Rio Pará (MG), Rio Paraopeba (MG), Verde Grande (MG);</li>
<li>Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental: Bacias dos Rios Jaguaribe, Cuiá, Cabocó, Mussure (PB), Pirapama (PE), Coruripe (AL);</li>
<li>Região Hidrográfica Atlântico Sul: Bacia dos Rios dos Sinos e Gravataí (RS);</li>
<li>Região Hidrográfica Atlântico Sudeste: Rio Paraibuna (MG), Rio Jucu (ES), Rio Itanguá (ES), Rio Marinho (ES), Rio Piaçaguera (SP).</li>
</ul>
<p>As principais bacias críticas encontram-se em regiões metropolitanas (São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Vitória). Algumas bacias encontram-se impactadas pelos esgotos de cidades de grande e médio porte (Campinas-SP, Juiz de Fora-MG, Cascavel-PR, Moji-Mirim-SP, São José do Rio Preto-SP, Presidente Prudente-SP, Montes Claros-MG, João Pessoa-PB).</p>
<p>Uma pesquisa feita em 1.907 municípios apontou uma série de dificuldades para cumprir a lei sobre o monitoramento de qualidade da água. Das 1.296 cidades que responderam a uma pergunta do questionário sobre o cumprimento das normas, em mais da metade (657) as empresas responsáveis pelo serviço de água afirmam que têm grande dificuldade para realizar as análises determinadas pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Argumentaram que faltam equipamentos de laboratório e recursos financeiros. Em 40% dos casos, não há laboratórios dentro da cidade. Também faltam funcionários (39%) pessoal qualificado (26%).</p>
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		</item>
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		<title>Chove omissão e irreponsabilidade nos desastres ambientais</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/01/07/chove-omissao-e-irreponsabilidade-nos-desastres-ambientais/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>

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		<description><![CDATA[No Rio de Janeiro, 20 localidades foram afetadas pelas fortes chuvas.
Novecentas pessoas estão desabrigadas, 1.868 desalojadas e foram registradas pelo menos 72 mortes.
Angra dos Reis é a região mais atingida pelos deslizamentos.
Desastre.

Como remover milhares de famílias que ocupam encostas de morros?
Poder público deu as costas para o problema.
Órgãos de fiscalização ambiental contam com poucos servidores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Rio de Janeiro, 20 localidades foram afetadas pelas fortes chuvas.</p>
<p>Novecentas pessoas estão desabrigadas, 1.868 desalojadas e foram registradas pelo menos 72 mortes.</p>
<p>Angra dos Reis é a região mais atingida pelos deslizamentos.</p>
<p>Desastre.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2029" title="morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10-1024x731.jpg" alt="morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" width="368" height="263" /></a></p>
<p>Como remover milhares de famílias que ocupam encostas de morros?</p>
<p>Poder público deu as costas para o problema.</p>
<p>Órgãos de fiscalização ambiental contam com poucos servidores e uma boa parte convive com o tédio dos gabinetes quando deveria botar os pés na lama.</p>
<p>Especuladores imobiliários esqueceram os riscos e incentivaram a ocupação irregular do solo para ficarem ricos.</p>
<p>Miseráveis caíram mortos no único pedaço da ladeira que encontraram para morar.</p>
<p>Onde ficou o planejamento urbano?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2030" title="angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10-681x1024.jpg" alt="angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" width="286" height="430" /></a></p>
<p>Além do Rio, há problemas no Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e no Rio Grande do Sul que também teve mortos, desaparecidos, desabrigados e desalojados.</p>
<p>A força da correnteza no rio Jacuí fez desabar um terço dos mais de 300 metros de extensão da ponte construída em 1963, principal ligação da capital com a região central gaúcha.  </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ponte-rio-jacui-entre-agudo-e-restinga-seca-foto-jefferson-bernardes-palacio-piratini-06-01-10.jpg"><img class="size-large wp-image-2036 aligncenter" title="PONTE RIO JACUÍ-ENTRE AGUDO E RESTINGA SECA-FOTO JEFFERSON BERNARDES-PALÁCIO PIRATINI-06-01-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ponte-rio-jacui-entre-agudo-e-restinga-seca-foto-jefferson-bernardes-palacio-piratini-06-01-10-1024x619.jpg" alt="PONTE RIO JACUÍ-ENTRE AGUDO E RESTINGA SECA NO RS-FOTO JEFFERSON BERNARDES-PALÁCIO PIRATINI-05-01-10" width="368" height="223" /></a></p>
<p>Região de várzea, extensas lavouras de arroz percorrem os dois lados do rio até a encosta da Serra Geral.</p>
<p>Nasci a cerca de 80 km da área alagada e lembro, desde criança, da degradação nas margens do Jacuí.</p>
<p>Primeiro foi a erosão nas barrancas, depois a formação de bolsões de areia que mais tarde formaram verdadeiras ilhas no meio do rio.</p>
<p>O assoriamento aumenta ano-a-ano.</p>
<p>Abaixo, a imagem de satélite mostra a produção de arroz que removeu praticamente toda a cobertura vegetal em milhares de hectares em volta do rio.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2023" title="rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps.jpg" alt="rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps" width="754" height="295" /></a></p>
<p>Ampliada, a imagem na região da ponte antes da cheia.</p>
<p>Alguns arrozeiros utilizam até o &#8220;último palmo&#8221; de terra na beira do rio.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2037" title="rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps-1024x347.jpg" alt="rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps" width="819" height="278" /></a></p>
<p>Resta socorrer as vítimas.</p>
<p>Lentamente, a Defesa Civil Nacional vai liberar recursos para os municípios atingidos.</p>
<p>Já são 140 pedidos para um rateio de R$ 100 milhões aos gaúchos.</p>
<p>Outros estados contam com R$ 200 milhões para ajuda.</p>
<p>Por baixo, os prejuízos passam de R$ 1 bilhão.</p>
<p>O mau preenchimento das solicitações pelas prefeituras, principalmente por falta de detalhamento dos planos de trabalho para recuperação de estradas e pontes, atrasa o empenho do dinheiro.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O efeito estufa da COP15</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/21/o-efeito-estufa-da-cop15/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/21/o-efeito-estufa-da-cop15/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[COP15]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Resultados pífios e discordâncias amazônicas.
As duas semanas da COP15 em Copenhage não foram suficientes para que a expertise ambiental e política chegasse a um acordo.
E talvez não chegará nos próximos anos.
Pareciam mentes inundadas por tsunamis. As ideias foram sendo derretidas como as calotas polares.
Planejado desde 2007, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), o documento da conferência prolonga a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/21/o-efeito-estufa-da-cop15/"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a>
<p>Resultados pífios e discordâncias amazônicas.</p>
<p>As duas semanas da COP15 em Copenhage não foram suficientes para que a expertise ambiental e política chegasse a um acordo.</p>
<p>E talvez não chegará nos próximos anos.</p>
<p>Pareciam mentes inundadas por tsunamis. As ideias foram sendo derretidas como as calotas polares.</p>
<p>Planejado desde 2007, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), o documento da conferência prolonga a desesperança de mudar as intervenções maléficas do homem na Terra. </p>
<p>Disputas econômicas poluíram as conversas e acentuaram a divisão entre ricos, emergentes e pobres.</p>
<p>O texto do <a href="http://unfccc.int/files/meetings/cop_15/application/pdf/cop15_cph_auv.pdf" target="_blank">&#8220;Acordo de Copenhage&#8221;</a>, de pouco mais de duas páginas, esbarra na falta de compromissos.</p>
<p>Quanto ao Brasil, além do discurso realista do presidente Lula, ficou a meta de reduzir, também no campo das intensões, as emissões de carbono de 36,1% a 38,9% até 2020.</p>
<p> O país deverá investir US$ 16 bilhões por ano para alcançar o objetivo. Reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia, aprimorar as técnicas na agricultura e pecuária, modernizar a siderurgia e produzir energia mais limpa são os desafios brasileiros.</p>
<p><strong>Pontos do acordo da COP15</strong></p>
<ul>
<li>O acordo é de caráter não vinculativo, mas uma proposta adjunta ao acordo pede para que seja fixado um acordo legalmente vinculante até o fim do próximo ano.</li>
<li>Considera o aumento limite de temperatura de dois graus Celsius, porém não especifica qual deve ser o corte de emissões necessário para alcançar essa meta.</li>
<li>Estabelece uma contribuição anual de US$ 10 bilhões entre 2010 e 2012 para que os países mais vulneráveis façam frente aos efeitos da mudança climática, e US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para a mitigação e adaptação. Parte do dinheiro, US$ 25,2 bilhões, virá de EUA, UE e Japão. Pela proposta apresentada, os EUA vão contribuir com US$ 3,6 bilhões no período de três anos, 2010-12. No mesmo período, o Japão vai contribuir com US$ 11 bilhões e a União Europeia com US$ 10,6 bilhões.</li>
<li>O texto também estabelece que os países deverão providenciar &#8220;informações nacionais&#8221; sobre de que forma estão combatendo o aquecimento global, por meio de &#8220;consultas internacionais e análises feitas sob padrões claramente definidos&#8221;.</li>
<li>O texto diz: &#8220;Os países desenvolvidos deverão promover de maneira adequada (&#8230;) recursos financeiros , tecnologia e capacitação para que se implemente a adaptação dos países em desenvolvimento.&#8221;</li>
<li>Detalhes dos planos de mitigação estão em dois anexos do Acordo de Copenhague, um com os objetivos do mundo desenvolvido e outro com os compromissos voluntários de importantes países em desenvolvimento, como o Brasil.</li>
<li>O acordo &#8220;reconhece a importância de reduzir as emissões produzidas pelo desmatamento e degradação das florestas&#8221; e concorda promover &#8220;incentivos positivos&#8221; para financiar tais ações com recursos do mundo desenvolvido.</li>
<li>Mercado de Carbono: &#8220;Decidimos seguir vários enfoques, incluindo as oportunidades de usar os mercados para melhorar a relação custo-rendimento e para promover ações de mitigação.</li>
</ul>
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		<title>Beleza sem cores</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/06/12/beleza-sem-cores/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 21:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição Londres, da fotógrafa Daniela Heckler, será inaugurada às 19 horas de segunda-feira (15), no T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto Alegre.
A mostra tem fotos realizadas entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2002 e reveladas em preto e branco que desvendam a capital britânica.
Compartilhe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1608" class="wp-caption alignleft" style="width: 727px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/06/rua-de-londres-daniela-heckler-cmpa.jpg"><img class="size-large wp-image-1608 " title="rua-de-londres-daniela-heckler-cmpa" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/06/rua-de-londres-daniela-heckler-cmpa-1024x893.jpg" alt="Rua de Londres. Daniela Heckler/CMPA" width="717" height="625" /></a><p class="wp-caption-text">Rua de Londres. Daniela Heckler/CMPA</p></div>
<p>A exposição Londres, da fotógrafa Daniela Heckler, será inaugurada às 19 horas de segunda-feira (15), no T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto Alegre.</p>
<p>A mostra tem fotos realizadas entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2002 e reveladas em preto e branco que desvendam a capital britânica.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2009%2F06%2F12%2Fbeleza-sem-cores%2F&amp;linkname=Beleza%20sem%20cores">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
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		<title>Foto do dia</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/27/foto-do-dia-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 14:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Compartilhe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1412" class="wp-caption alignleft" style="width: 820px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/arco-iris-fonte-wildelecorg.jpg"><img class="size-full wp-image-1412" title="arco-iris-fonte-wildelecorg" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/arco-iris-fonte-wildelecorg.jpg" alt="Arco-íris. Fonte: widelec.org" width="810" height="608" /></a><p class="wp-caption-text">Arco-íris. Fonte: widelec.org</p></div>
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		<title>Foto do dia</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/26/foto-do-dia/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 15:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=1393</guid>
		<description><![CDATA[Foto da exposição &#8220;Jardim Botânico: uma ilha de paz em Porto Alegre&#8221;, na Câmara Municipal de Porto Alegre (CMPA).
Visitação até 12 de junho.
Compartilhe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1392" class="wp-caption alignleft" style="width: 778px"><img class="size-large wp-image-1392" title="meio-ambiente-foto-sergio-bavarescocmpa" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/meio-ambiente-foto-sergio-bavarescocmpa-768x1024.jpg" alt="Meio ambiente. Foto Sérgio Bavaresco/CMPA" width="768" height="1024" /><p class="wp-caption-text">Meio ambiente. Foto Sérgio Bavaresco/CMPA</p></div>
<p>Foto da exposição &#8220;Jardim Botânico: uma ilha de paz em Porto Alegre&#8221;, na Câmara Municipal de Porto Alegre (CMPA).</p>
<p>Visitação até 12 de junho.</p>
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		<title>A (falta de) política de irrigação no Brasil</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/22/a-falta-de-politica-de-irrigacao-no-brasil/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/22/a-falta-de-politica-de-irrigacao-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 May 2009 09:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Irrigação]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário Rádios Santamariense (RS) e Sobradinho (RS)
Técnicos, agricultores, dirigentes e políticos discutiram nessa semana em Brasília o uso da irrigação.
Com ou sem efeito das mudanças climáticas, é de conhecimento que as chuvas não são regulares e essa é uma das maiores dificuldades da safra de grãos.
A favor da irrigação, as possibilidades de reduzir pela metade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário Rádios Santamariense (RS) e Sobradinho (RS)</em></p>
<p>Técnicos, agricultores, dirigentes e políticos discutiram nessa semana em Brasília o uso da irrigação.<br />
Com ou sem efeito das mudanças climáticas, é de conhecimento que as chuvas não são regulares e essa é uma das maiores dificuldades da safra de grãos.</p>
<p>A favor da irrigação, as possibilidades de reduzir pela metade o uso de adubos e fertilizantes no país que detém 8% da reserva de água doce do planeta e o aumento da produtividade.</p>
<p>No caso do feijão de sequeiro (sem irrigação), a produção é de quinhentos quilos por hectare, no irrigado é de três mil quilos por hectare.</p>
<p>Mas para melhorar e expandir os sistemas de irrigação faltam dinheiro e planejamento.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura, o Brasil desenvolve apenas 10% do seu potencial de irrigação, além de usar mal a água para a lavoura.</p>
<p>De norte a sul, programas para construção de açudes e cisternas em pequenas propriedades recorrem a escassos recursos dos governos, além da falta de técnica do agricultor no manejo da água na propriedade.</p>
<p>No Centro-Oeste, é comum arrozeiros desviarem rios para imensas lavouras em vez de investir no barramento, contenção da água da chuva.</p>
<p>No Congresso, tramita há quatro anos um projeto para desenvolver a agricultura irrigada, modificando as normas vigentes aprovadas em 1979. Portanto, sob o ponto de vista legal, a agricultura executa normas de 30 anos atrás.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2009%2F05%2F22%2Fa-falta-de-politica-de-irrigacao-no-brasil%2F&amp;linkname=A%20%28falta%20de%29%20pol%C3%ADtica%20de%20irriga%C3%A7%C3%A3o%20no%20Brasil">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A política e a Amazônia</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/15/a-politica-e-a-amazonia/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 05:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazôna]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário Rádios Santamariense (RS) e Sobradinho (RS)
A recente manifestação no Congresso Nacional cobrou a votação de projetos em favor da preservação da Amazônia. Mas é justamente na Câmara e no Senado onde estão as propostas que podem prejudicar a floresta.
Compartilhe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário Rádios Santamariense (RS) e Sobradinho (RS)</em></p>
<p>A recente manifestação no Congresso Nacional cobrou a votação de <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/14/amazonia/" target="_blank">projetos</a> em favor da preservação da Amazônia. Mas é justamente na Câmara e no Senado onde estão as propostas que podem prejudicar a floresta.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2009%2F05%2F15%2Fa-politica-e-a-amazonia%2F&amp;linkname=A%20pol%C3%ADtica%20e%20a%20Amaz%C3%B4nia">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Amazônia</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/14/amazonia/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/14/amazonia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 14:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>

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		<description><![CDATA[

A vigília pela Amazônia promovida no Senado entregou aos presidentes da Câmara e do Senado o abaixo-assinado com mais de um milhão de assinaturas. O movimento Amazônia para Sempre denuncia queno Congresso há uma ofensiva contra a floresta, com propostas que prejudicam o meio ambiente. Ontem, a Câmara aprovou uma medida provisória que legaliza a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tituloVerNoticia">
<div id="attachment_1302" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/amazonia-foto-daniel-beltra-greenpeace.jpg"><img class="size-full wp-image-1302" title="amazonia-foto-daniel-beltra-greenpeace" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/amazonia-foto-daniel-beltra-greenpeace.jpg" alt="Destruição de floresta de castanheiras em Alta Floresta (PA). Foto Daniel Beltra/Greenpeace" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Destruição de floresta de castanheiras em Alta Floresta (PA). Foto Daniel Beltra/Greenpeace</p></div>
<div id="attachment_1303" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/amazonia-itaituba-pa-foto-daniel-beltra-greenpeace.jpg"><img class="size-full wp-image-1303" title="amazonia-itaituba-pa-foto-daniel-beltra-greenpeace" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/amazonia-itaituba-pa-foto-daniel-beltra-greenpeace.jpg" alt="Destruição em Itaituba (PA). Foto Daniel Beltra/Greenpeace" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Destruição em Itaituba (PA). Foto Daniel Beltra/Greenpeace</p></div>
<div id="attachment_1304" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/amazonia-entre-alta-floresta-e-santarem-pa-foto-daniel-beltra-greenpeace.jpg"><img class="size-full wp-image-1304" title="amazonia-entre-alta-floresta-e-santarem-pa-foto-daniel-beltra-greenpeace" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/amazonia-entre-alta-floresta-e-santarem-pa-foto-daniel-beltra-greenpeace.jpg" alt="Floresta virgem, ainda, em 2007. Alta Floresta (PA). Foto Daniel Beltra/Greenpeace" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Floresta virgem, ainda, em 2007. Alta Floresta (PA). Foto Daniel Beltra/Greenpeace</p></div>
</div>
<p>A vigília pela Amazônia promovida no Senado entregou aos presidentes da Câmara e do Senado o abaixo-assinado com mais de um milhão de assinaturas. O movimento Amazônia para Sempre denuncia queno Congresso há uma ofensiva contra a floresta, com propostas que prejudicam o meio ambiente. Ontem, a Câmara aprovou uma medida provisória que legaliza a situação de posseiros.</p>
<p>São nove os projetos legislativos prioritários para conservação da Amazônia.  A lista foi entregue a Temer e Sarney.</p>
<p><strong>Tramitando no Senado</strong></p>
<ul>
<li>PLS 33/2008: de autoria da Comissão Mista Especial de Mudanças Climáticas, que funcionou antes da criação da comissão permanente (a CMMC), o projeto trata da Redução Certificada de Emissão (RCE), uma unidade padrão de redução de emissão de gases de efeito estufa correspondente a uma tonelada métrica de dióxido de carbono. Já incluído na ordem do dia, o projeto será tema de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) antes de ser votado em Plenário.</li>
<li>PLS 34/08: também de autoria da Comissão Mista Especial de Mudanças Climáticas, o projeto concede incentivos aos proprietários rurais que mantiverem voluntariamente reservas florestais maiores do que os limites legais. O projeto, que já está na ordem do dia do Plenário, também deverá ser tema de audiência pública na CMA.</li>
<li>PLS 142/07: de autoria do senador Renato Casagrande (PSB-ES), o projeto autoriza a concessão de benefícios às unidades rurais que adotam sistemas e técnicas produtivas que contribuem para a preservação das bacias hidrográficas. A matéria está pronta para ser votada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde tem parecer favorável da senadora Kátia Abreu (DEM-TO).</li>
</ul>
<p><strong>Tramitando na Câmara</strong></p>
<ul>
<li>PEC 115/1995: de autoria do deputado Gervasio Oliveira (PSB-AP), inclui o cerrado na relação dos biomas considerados patrimônio nacional. A matéria aguarda votação do Plenário da Câmara.</li>
<li>PL 1991/2007: de autoria do Poder Executivo, institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Tramita apensado ao PL 203/1991.</li>
<li>PL 3535/2008: de autoria do poder Executivo, institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima, com o intuito de definir e implementar medidas para promover a adaptação de municípios, estados e regiões, além de setores econômicos e sociais, às mudanças climáticas. Tramita em conjunto com o PL 18/2007.</li>
<li>PLP 351/2002: de autoria da senadora Marina Silva e conhecido como projeto &#8220;FPE Verde&#8221;, compensa os estados que tiverem em seus territórios unidades de conservação ambiental e terras indígenas demarcadas, com um repasse maior dos recursos do Fundo de Participação dos estados e do distrito federal (FPE). Aguarda inclusão na ordem do dia do Plenário da Câmara.</li>
<li>PL 5974/2005: de autoria do ex-senador Waldeck Ornelas (o número original no Senado é PLS-251/2002), o projeto conhecido como &#8220;IR Ecológico&#8221; dispõe sobre incentivos fiscais para projetos ambientais, permitindo a dedução, no valor devido do Imposto de Renda, de parte dos recursos doados a entidades sem fins lucrativos para aplicação em projetos destinados a promover a preservação do meio ambioente. Aguarda inclusão na ordem do dia do Plenário da Câmara.</li>
<li>PL 4842/1998: de autoria da senadora Marina Silva (o número original no Senado é PLS 306/1995), regulamenta o acesso aos recursos da biodiversidade do país, incluindo sanções penais para crimes contra o patrimônio genético com o intuito de combater a biopirataria. (Fonte: Ag. Senado)</li>
</ul>
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