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	<title>Blog do Marlon &#187; Meio ambiente</title>
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	<description>Uma análise do país e do mundo direto de Brasília</description>
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		<title>Depois do bafafá, começa limpeza do Parque da Fejão</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/12/28/depois-do-bafafa-comeca-limpeza-do-parque-da-fejao/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2010 17:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro público]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Parque da Fejão]]></category>
		<category><![CDATA[Sobradinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Em regime de mutirão, começou a limpeza do Parque da Fejão em Sobradinho (RS) mostrado aqui em condições precárias. A informação vem do secretário municipal de Indústria e Comércio, Idelfonso Barbosa.
O abandono e o acúmulo de lixo deram o que falar &#8211; no blog, na rádio, nas ruas, na Câmara de Vereadores e nos corredores da prefeitura.
O secretário deu esclarecimentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em regime de mutirão, começou a limpeza do <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/12/23/o-parque-da-fejao/" target="_blank">Parque da Fejão</a> em Sobradinho (RS) mostrado aqui em condições precárias. A informação vem do secretário municipal de Indústria e Comércio, Idelfonso Barbosa.</p>
<p>O abandono e o acúmulo de lixo deram o que falar &#8211; no blog, na rádio, nas ruas, na Câmara de Vereadores e nos <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/12/23/parque-da-fejao-comunidade-se-manifesta-prefeitura-silencia/" target="_blank">corredores da prefeitura</a>.</p>
<p>O secretário deu esclarecimentos por e-mail.</p>
<p><strong>Vila olímpica<br />
</strong>A Vila Olímpica Honório Lazzari foi inaugurada em 17 de Janeiro de 2004 dentro das solenidades que marcaram a 11ª Festa Estadual do Feijão, na administração de Lademiro Dors.<br />
 </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2600" title="PISTA" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/PISTA.jpg" alt="" width="351" height="539" /></p>
<p>Prestes a completar sete anos, o campo de futebol e a pista atlética de seis raias de 400 metros de extensão estão nessas condições.</p>
<p>A vila custou R$ 80 mil, sendo R$ 54 mil do Ministério dos Esportes, por meio de uma emenda do então deputado federal Valdir Schmidt, e R$ 26 mil de contrapartida da prefeitura com pagamento de máquinas e mão de obra.</p>
<p><strong>Administração<br />
</strong>Barbosa explicou.</p>
<blockquote><p>O complexo do Parque Marci Luiz Nardi (FEJÃO) está lotado nesta Secretaria, que, para sua manutenção, necessita da efetiva participação da Secretaria Municipal de Obras (por sinal, neste momento está no local), mesmo porque, a Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo, não dispõe de equipamentos e, tampouco de um quadro de pessoal mínimo, que suportasse manter os, aproximadamente, 16 hectares do Parque da FEJÃO.&#8221;</p></blockquote>
<p><strong>Custo<br />
</strong>Nesse ano, a prefeitura gastou R$ 101,5 mil com o parque.</p>
<p>&#8220;Só em contas de consumo o custo ultrapassou R$ 60 mil. Logo, a &#8220;manutenção&#8221; da instalações, honorários (dois funcionários efetivos no Parque) e outros, alcançou o valor, aproximado (estamos ainda em 2010), de R$ 40 mil, prossegue Barbosa. </p>
<p><strong>Cercamento, pórtico e pavimentação</strong> <br />
Desde março, está no Ministério do Turismo o  Projeto/Proposta nº 007998/2010 para &#8221;disciplinar a utilização do Parque da FEJÃO, principalmente por visitantes e/ou estranhos&#8221;. </p>
<p>No valor de R$ 639.518, sendo R$ 29.518 de contrapartida do município, o dinheiro deve permitir &#8211; garante Barbosa -, o cercamento do parque, a construção de um pórtico de entrada com cancela  e a pavimentação das ruas internas.</p>
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		<title>Parque da Fejão: comunidade se manifesta, prefeitura silencia</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 16:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro público]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Parque da Fejão]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo sobre as condições que encontrei - como visitante &#8211; o parque da Fejão em Sobradinho, RS, no contexto da cidade onde é uma das únicas opções públicas de lazer.
Hélio Scherer, www.centroserra.com.br, via e-mail pejor@terra.com.br:
&#8220;Como um dos responsáveis pela compra da área do Parque e presidente da 1ª FEJÃO me sinto revoltado com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O artigo sobre <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/12/23/o-parque-da-fejao/" target="_blank">as condições que encontrei </a>- como visitante &#8211; o parque da Fejão em Sobradinho, RS, no contexto da cidade onde é uma das únicas opções públicas de lazer.</p>
<p>Hélio Scherer, <a href="http://www.centroserra.com.br">www.centroserra.com.br</a>, via e-mail <a href="mailto:pejor@terra.com.br">pejor@terra.com.br</a>:</p>
<p><em>&#8220;Como um dos responsáveis pela compra da área do Parque e presidente da 1ª FEJÃO me sinto revoltado com o abandono daquele patrimônio público. Ainda nos tempos do prefeito Gilson Redin sugeri a ocupação permanente com projetos no turno inverso ao das aulas. Voltei ao assunto diversas vezes e até agora nada. Resolvi silenciar e até me afastei como membro nato da FEJÃO.&#8221;</em></p>
<p><strong>Prefeitura</strong></p>
<p>Blog segue à espera de explicações &#8211; desde segunda, 20, sobre a administração do parque.</p>
<p><strong>Abandonado, sujo e pedindo socorro</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-2593" title="Parque da Fejão, 20-12-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-030.jpg" alt="" width="602" height="451" /></em><em><em></em></em></p>
<p style="text-align: left;">Localizado entre morros de uma das regiões mais bonitas do centro do Rio Grande do Sul, o parque enfrenta o descaso do poder público e a falta de consciência ambiental de moradores.</p>
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		<title>O parque da Fejão</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 11:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro público]]></category>
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Parque da Fejão]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um dos únicos espaços públicos para lazer e esporte em Sobradinho, RS.
O Parque da Fejão – onde é realizada a Festa Estadual do Feijão -, recebe os moradores da cidade que buscam uma área verde para descanso e atividade física nos gramados, capões de mata nativa e instalações para churrasco e piqueniques.
A prefeitura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um dos únicos espaços públicos para lazer e esporte em Sobradinho, RS.</p>
<p>O Parque da Fejão – onde é realizada a Festa Estadual do Feijão -, recebe os moradores da cidade que buscam uma área verde para descanso e atividade física nos gramados, capões de mata nativa e instalações para churrasco e piqueniques.</p>
<p>A prefeitura deveria ser responsável pela manutenção, mas o abandono é quem dita as regras.</p>
<p>A parte mais ao alto, nos fundos do parque, virou um grande depósito de lixo e entulho.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2579" title="Entulho no Parque da Fejão" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-027-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Na estrada de acesso ao parque – ao lado da cancha reta de cavalos – luvas cirúrgicas abandonadas.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2580" title="Parque da Fejão, 20-dez-2010" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-076-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>A vila olímpica está destruída. O mato toma conta onde os cavalos-jardineiros não chegam para “cortar” a grama.</p>
<p>Duas goleiras (traves) estão destruídas, completamente enferrujadas e abandonadas à beira do campo.</p>
<p><img title="Parque da Fejão, dez-2010" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-064-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>As churrasqueiras viraram baias.</p>
<p><img title="Parque da Fejão, dez-2010" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-052-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Os banheiros estão sujos e destruídos.</p>
<p><img title="Parque da Fejão, dez-2010" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-0401-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>No riacho perto da capelinha os peixes são as dezenas de garrafas de cerveja jogadas pelos visitantes.</p>
<p><img title="Parque da Fejão, dez-2010" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-044-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>Nas instalações destruídas pelo abandono, muita sujeira como as camisinhas na pia.</p>
<p><img title="Parque da Fejão, dez-2010" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/12/SOBRADINHO-NATAL-2010-041-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>É triste ver um dos pontos mais bonitos da cidade onde nasci assim.</p>
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		<item>
		<title>A política nacional de resíduos sólidos e a aplicação da lei</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/08/10/a-politica-nacional-de-residuos-solidos-e-a-aplicacao-da-lei/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 00:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Política de Resíduos]]></category>

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		<description><![CDATA[O morador, o empresário, o poder público, a empresa que faz a coleta e dá a destinação, todos são responsáveis pelo lixo, seja ele tóxico ou não.
Os 57 artigos da Lei 12.305, de 2 de agosto, ajudam a definir as responsabilidades individuais e compartilhadas pela geração de resíduos.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos instituída pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O morador, o empresário, o poder público, a empresa que faz a coleta e dá a destinação, todos são responsáveis pelo lixo, seja ele tóxico ou não.</p>
<p>Os 57 artigos da <a href="http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=3&amp;data=03/08/2010" target="_blank">Lei 12.305</a>, de 2 de agosto, ajudam a definir as responsabilidades individuais e compartilhadas pela geração de resíduos.</p>
<p>A Política Nacional de Resíduos Sólidos instituída pela lei está em fase de regulamentação.</p>
<p>Entre os princípios, o poluidor-pagador e o protetor-recebedor.</p>
<p>Estados e municípios deverão elaborar planos de gerenciamento do lixo para ter acesso a dinheiro do governo federal.</p>
<p>Neles, deverão constar metas de redução dos resíduos e reciclagem.</p>
<p>Municípios que criarem consórcios e adotarem coleta seletiva terão prioridade para obtenção de recursos.</p>
<p>Empresas que produzem resíduos poluentes também terão que prestar contas.</p>
<p>Quem manipular, armazenar, transportar, ou dar destinação final em desacordo com a lei estará sujeito a penas de reclusão de um a quatro anos e multa.</p>
<p>Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes deverão recolher produtos e resíduos remanescentes após o uso de agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista e produtos eletrônicos, assim como dar a correta destinação final.</p>
<p>Embalagens devem ser fabricadas com materiais que propiciem a reutilização ou a reciclagem.</p>
<p>A regulamentação da lei, acordos setoriais e termos de compromisso entre o poder público e o setor empresarial deverão estender o recolhimento a outros produtos e embalagens de plástico, metal e vidro.</p>
<p>As empresas deverão oferecer pontos de entrega desses resíduos e atuar em parceria com cooperativas de catadores.</p>
<p>Os consumidores estão obrigados a fazer a devolução desses resíduos aos comerciantes ou distribuidores.</p>
<p>Sempre que existir coleta seletiva, os consumidores ficam obrigados a acondicionar adequadamente o lixo, separando corretamente.</p>
<p>As prefeituras podem instituir incentivos econômicos aos consumidores que participam da coleta seletiva.</p>
<p>Nas áreas de destinação final, os lixões de hoje, são proibidas utilização de rejeitos como alimentação, catação, criação de animais e moradia.</p>
<p>Os lixões devem acabar em quatro anos.</p>
<p>O texto, como as demais leis brasileiras, terá eficácia se for fiscalizado, por exemplo, da saída do supermercado até o manejo do resíduo.</p>
<p>Dependerá da mudança de hábitos e métodos ecoineficientes de boa parte das empresas e dos brasileiros.</p>
<p>Aí são outros quinhentos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A frota de veículos e o aumento da poluição do ar</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/06/a-frota-de-veiculos-e-o-aumento-da-poluicao-do-ar/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 18:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>

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		<description><![CDATA[Indicativo sobre controle e qualidade do ar, foi divulgado o 1º Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários.
O documento do Ministério do Meio Ambiente compila as emissões de poluentes desde 1980 por meio de automóveis, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas.
E projeta as emissões até 2020 resultantes da combustão de diesel, gasolina, álcool e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Indicativo sobre controle e qualidade do ar, foi divulgado o 1º Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários.</p>
<p>O documento do Ministério do Meio Ambiente compila as emissões de poluentes desde 1980 por meio de automóveis, veículos comerciais leves, ônibus, caminhões e motocicletas.</p>
<p>E projeta as emissões até 2020 resultantes da combustão de diesel, gasolina, álcool e GNV.</p>
<p><strong></strong> No Brasil, circulam 60 milhões de veículos.</p>
<p><strong>Projeção das emissões totais de CO</strong></p>
<p>O volume de emissões de monóxido de carbono, um dos gases mais nocivos, deve diminuir um pouco até 2020, apesar do aumento da frota.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2437" title="PROJEÇÃO EMISSÕES CO-MMA-ABR10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/PROJEÇÃO-EMISSÕES-CO-MMA-ABR10.jpg" alt="" width="482" height="360" /> </p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p><strong>Projeção das emissões totais de CO2</strong></p>
<p>As emissões de gás carbônico, produzido pela queima de combustíveis nos motores, devem dobrar até 2020. </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2439" title="PROJEÇÃO EMISSÕES CO2-MMA-ABR10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/PROJEÇÃO-EMISSÕES-CO2-MMA-ABR10.jpg" alt="" width="360" height="360" /></p>
<p>Acesse <a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/inventarioveicular_05042010_182.pdf" target="_blank">aqui</a> a íntegra do inventário.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Águas de março</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/22/aguas-de-marco/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/22/aguas-de-marco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 16:16:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro item do capítulo 18 da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em março de 1977:
Os recursos de água doce constituem um componente essencial da hidrosfera da Terra e parte indispensável de todos os ecossistemas terrestres. O meio de água doce caracteriza-se pelo ciclo hidrológico, que inclui enchentes e secas, cujas conseqüências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro item do capítulo 18 da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada em março de 1977:</p>
<blockquote><p>Os recursos de água doce constituem um componente essencial da hidrosfera da Terra e parte indispensável de todos os ecossistemas terrestres. O meio de água doce caracteriza-se pelo ciclo hidrológico, que inclui enchentes e secas, cujas conseqüências se tornaram mais extremas e dramáticas em algumas regiões. A mudança climática global e a poluição atmosférica também podem ter um impacto sobre os recursos de água doce e sua disponibilidade e, com a elevação do nível do mar, ameaçar áreas costeiras de baixa altitude e ecossistemas de pequenas ilhas.&#8221;</p></blockquote>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em><img class="aligncenter size-full wp-image-2368" title="ÁGUA-DEMANDA E DISPONIBILIDADE-ANA" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ÁGUA-DEMANDA-E-DISPONIBILIDADE-ANA.jpg" alt="" width="668" height="561" /><em>Mapa do estudo &#8220;Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil 2009&#8243;, da Agência Nacional das Águas (ANA)</em><strong> </strong></p>
<p>Outro dia, uma menina de 11 anos, estudante de escola altamente recomendada em Brasília, falava-me sobre os conhecimentos que ela vem adquirindo em seis ou sete anos de sala de aula.</p>
<p>Além das matérias formais, da Língua Portuguesa à Matemática, de duas línguas estrangeiras, destacara Empreendedorismo.</p>
<p>- Como ganhar e guardar dinheiro, exclamou a afortunada.</p>
<p>O bate-papo seguiu, atrevi-me a perguntar sobre cuidados com a natureza.</p>
<p>- Ah, às vezes os professores pedem algum trabalho sobre lixo reciclável&#8230;, soltou sem muita vontade a jovem que cursa 14 disciplinas, nenhuma sobre meio ambiente.</p>
<p>Educação ambiental é o princípio no país dos contrastes nem sempre favoráveis.</p>
<p>Cerca de 10% da população brasileira não tem acesso a água potável. Entre 18 e 20 milhões de habitantes, segundo o PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. No mundo, mais de 1,4 bilhão de pessoas vivem sem água própria para o consumo.</p>
<p>O Brasil possui 12% da água doce superficial do planeta, detém 60% da bacia amazônica, por onde escoa cerca de um quinto do volume de água doce de toda Terra.</p>
<p>No Dia Mundial da Água, umas gotas da nossa condição.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Oferta</strong></p>
<p>De acordo com a ANA, as regiões (mapa) que se encontram em situação de risco quanto ao balanço hídrico são a Atlântico Nordeste Oriental, com 91% de seus principais rios classificados com situação “muito crítica”, “crítica”, e “preocupante”; Atlântico Leste, com 70%; Atlântico Sul, com 59%; e São Francisco, com 44%.</p>
<p>Já as regiões Amazônica, Paraguai, Tocantins-Araguaia e Atlântico Nordeste Ocidental possuem situações bastante confortáveis quanto à demanda/disponibilidade de água, com mais de 88% dos principais rios classificados como “excelente” e “confortável”. São regiões menos habitadas.</p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong>Poluição</strong></p>
<p>Em rios com alta disponibilidade hídrica, o problema está mais relacionado à elevada carga orgânica associada à elevada densidade populacional das regiões metropolitanas. Além das bacias do Nordeste, as principais áreas críticas se localizam nas bacias dos rios Tietê e Piracicaba (São Paulo, rio das Velhas e rio Verde Grande (Minas Gerais), Rio Iguaçu (Paraná), Rio Meia Ponte (Goiás), Rio dos Sinos (Rio Grande do Sul), Rio Anhanduí (Mato Grosso do Sul)</p>
<p>Em termos gerais, observa-se que o lançamento de esgotos domésticos é o principal fator de degradação dos corpos d’água. Estima-se que 48 % dos domicílios brasileiros possuem coleta de esgotos, sendo que 21 % se utilizam de fossas sépticas. Considerando o total de esgoto coletado, apenas 20 % recebem algum tratamento, sendo o restante lançado diretamente nos corpos d’água.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uso</strong></p>
<p>Irrigação (51%), o abastecimento público (28%) e o consumo industrial (10%) são os três usos principais e correspondem a um número próximo de 90% do total do país, considerando os valores de vazão outorgada (direito de uso autorizado).</p>
<p>Segundo o diagnóstico do Atlas &#8211; Abastecimento Urbano de Água da ANA, dos 2.963 municípios estudados no ano passado, apenas 1.087 terão abastecimento satisfatório em 2015. Em 1.443 cidades, há necessidade de investimentos para ampliar o sistema. Outros 397 municípios requerem investimentos em novos mananciais.</p>
<p>O Atlas também aponta a necessidade de R$ 18,31 bilhões para garantir o abastecimento de água nas áreas urbanas dessas cidades até 2015.</p>
<p>A poluição hídrica, que compromete a qualidade da água dos mananciais, atinge 1.536 municípios, exigindo investimentos de R$ 2,43 bilhões em coleta e tratamento de esgotos.</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Qualidade</strong></p>
<p>Quanto ao Índice de Qualidade das Águas observado em 2006, regiões com alta densidade demográfica se apresentam como péssima e ruim:</p>
<ul>
<li>Região Hidrográfica do Paraná: Bacia do Alto Tietê (SP), Bacia do Alto Iguaçu (PR), Rio Piracicaba (SP), Rio Preto (SP), Rio Moji-Mirim (SP), Rio Santo Anastácio (SP), Rio Capivari (SP), Jaguari (SP), Rio São Francisco (PR);</li>
<li>Região Hidrográfica do São Francisco: Rio das Velhas (MG), Rio Pará (MG), Rio Paraopeba (MG), Verde Grande (MG);</li>
<li>Região Hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental: Bacias dos Rios Jaguaribe, Cuiá, Cabocó, Mussure (PB), Pirapama (PE), Coruripe (AL);</li>
<li>Região Hidrográfica Atlântico Sul: Bacia dos Rios dos Sinos e Gravataí (RS);</li>
<li>Região Hidrográfica Atlântico Sudeste: Rio Paraibuna (MG), Rio Jucu (ES), Rio Itanguá (ES), Rio Marinho (ES), Rio Piaçaguera (SP).</li>
</ul>
<p>As principais bacias críticas encontram-se em regiões metropolitanas (São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Vitória). Algumas bacias encontram-se impactadas pelos esgotos de cidades de grande e médio porte (Campinas-SP, Juiz de Fora-MG, Cascavel-PR, Moji-Mirim-SP, São José do Rio Preto-SP, Presidente Prudente-SP, Montes Claros-MG, João Pessoa-PB).</p>
<p>Uma pesquisa feita em 1.907 municípios apontou uma série de dificuldades para cumprir a lei sobre o monitoramento de qualidade da água. Das 1.296 cidades que responderam a uma pergunta do questionário sobre o cumprimento das normas, em mais da metade (657) as empresas responsáveis pelo serviço de água afirmam que têm grande dificuldade para realizar as análises determinadas pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Argumentaram que faltam equipamentos de laboratório e recursos financeiros. Em 40% dos casos, não há laboratórios dentro da cidade. Também faltam funcionários (39%) pessoal qualificado (26%).</p>
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		</item>
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		<title>Chove omissão e irreponsabilidade nos desastres ambientais</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/01/07/chove-omissao-e-irreponsabilidade-nos-desastres-ambientais/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 15:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Enchentes]]></category>

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		<description><![CDATA[No Rio de Janeiro, 20 localidades foram afetadas pelas fortes chuvas.
Novecentas pessoas estão desabrigadas, 1.868 desalojadas e foram registradas pelo menos 72 mortes.
Angra dos Reis é a região mais atingida pelos deslizamentos.
Desastre.

Como remover milhares de famílias que ocupam encostas de morros?
Poder público deu as costas para o problema.
Órgãos de fiscalização ambiental contam com poucos servidores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Rio de Janeiro, 20 localidades foram afetadas pelas fortes chuvas.</p>
<p>Novecentas pessoas estão desabrigadas, 1.868 desalojadas e foram registradas pelo menos 72 mortes.</p>
<p>Angra dos Reis é a região mais atingida pelos deslizamentos.</p>
<p>Desastre.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2029" title="morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10-1024x731.jpg" alt="morro-da-carioca-angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" width="368" height="263" /></a></p>
<p>Como remover milhares de famílias que ocupam encostas de morros?</p>
<p>Poder público deu as costas para o problema.</p>
<p>Órgãos de fiscalização ambiental contam com poucos servidores e uma boa parte convive com o tédio dos gabinetes quando deveria botar os pés na lama.</p>
<p>Especuladores imobiliários esqueceram os riscos e incentivaram a ocupação irregular do solo para ficarem ricos.</p>
<p>Miseráveis caíram mortos no único pedaço da ladeira que encontraram para morar.</p>
<p>Onde ficou o planejamento urbano?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2030" title="angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10-681x1024.jpg" alt="angra-dos-reis-foto-roosewelt-pinheiro-abr-04-01-10" width="286" height="430" /></a></p>
<p>Além do Rio, há problemas no Espírito Santo, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e no Rio Grande do Sul que também teve mortos, desaparecidos, desabrigados e desalojados.</p>
<p>A força da correnteza no rio Jacuí fez desabar um terço dos mais de 300 metros de extensão da ponte construída em 1963, principal ligação da capital com a região central gaúcha.  </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ponte-rio-jacui-entre-agudo-e-restinga-seca-foto-jefferson-bernardes-palacio-piratini-06-01-10.jpg"><img class="size-large wp-image-2036 aligncenter" title="PONTE RIO JACUÍ-ENTRE AGUDO E RESTINGA SECA-FOTO JEFFERSON BERNARDES-PALÁCIO PIRATINI-06-01-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ponte-rio-jacui-entre-agudo-e-restinga-seca-foto-jefferson-bernardes-palacio-piratini-06-01-10-1024x619.jpg" alt="PONTE RIO JACUÍ-ENTRE AGUDO E RESTINGA SECA NO RS-FOTO JEFFERSON BERNARDES-PALÁCIO PIRATINI-05-01-10" width="368" height="223" /></a></p>
<p>Região de várzea, extensas lavouras de arroz percorrem os dois lados do rio até a encosta da Serra Geral.</p>
<p>Nasci a cerca de 80 km da área alagada e lembro, desde criança, da degradação nas margens do Jacuí.</p>
<p>Primeiro foi a erosão nas barrancas, depois a formação de bolsões de areia que mais tarde formaram verdadeiras ilhas no meio do rio.</p>
<p>O assoriamento aumenta ano-a-ano.</p>
<p>Abaixo, a imagem de satélite mostra a produção de arroz que removeu praticamente toda a cobertura vegetal em milhares de hectares em volta do rio.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2023" title="rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps.jpg" alt="rio-jacui-depressao-central-rs-google-maps" width="754" height="295" /></a></p>
<p>Ampliada, a imagem na região da ponte antes da cheia.</p>
<p>Alguns arrozeiros utilizam até o &#8220;último palmo&#8221; de terra na beira do rio.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-2037" title="rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps-1024x347.jpg" alt="rio-jacui-depressao-central-rs-ampliado-google-maps" width="819" height="278" /></a></p>
<p>Resta socorrer as vítimas.</p>
<p>Lentamente, a Defesa Civil Nacional vai liberar recursos para os municípios atingidos.</p>
<p>Já são 140 pedidos para um rateio de R$ 100 milhões aos gaúchos.</p>
<p>Outros estados contam com R$ 200 milhões para ajuda.</p>
<p>Por baixo, os prejuízos passam de R$ 1 bilhão.</p>
<p>O mau preenchimento das solicitações pelas prefeituras, principalmente por falta de detalhamento dos planos de trabalho para recuperação de estradas e pontes, atrasa o empenho do dinheiro.</p>
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		<title>O efeito estufa da COP15</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/21/o-efeito-estufa-da-cop15/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 13:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[COP15]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[Resultados pífios e discordâncias amazônicas.
As duas semanas da COP15 em Copenhage não foram suficientes para que a expertise ambiental e política chegasse a um acordo.
E talvez não chegará nos próximos anos.
Pareciam mentes inundadas por tsunamis. As ideias foram sendo derretidas como as calotas polares.
Planejado desde 2007, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), o documento da conferência prolonga a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/21/o-efeito-estufa-da-cop15/"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a>
<p>Resultados pífios e discordâncias amazônicas.</p>
<p>As duas semanas da COP15 em Copenhage não foram suficientes para que a expertise ambiental e política chegasse a um acordo.</p>
<p>E talvez não chegará nos próximos anos.</p>
<p>Pareciam mentes inundadas por tsunamis. As ideias foram sendo derretidas como as calotas polares.</p>
<p>Planejado desde 2007, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), o documento da conferência prolonga a desesperança de mudar as intervenções maléficas do homem na Terra. </p>
<p>Disputas econômicas poluíram as conversas e acentuaram a divisão entre ricos, emergentes e pobres.</p>
<p>O texto do <a href="http://unfccc.int/files/meetings/cop_15/application/pdf/cop15_cph_auv.pdf" target="_blank">&#8220;Acordo de Copenhage&#8221;</a>, de pouco mais de duas páginas, esbarra na falta de compromissos.</p>
<p>Quanto ao Brasil, além do discurso realista do presidente Lula, ficou a meta de reduzir, também no campo das intensões, as emissões de carbono de 36,1% a 38,9% até 2020.</p>
<p> O país deverá investir US$ 16 bilhões por ano para alcançar o objetivo. Reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia, aprimorar as técnicas na agricultura e pecuária, modernizar a siderurgia e produzir energia mais limpa são os desafios brasileiros.</p>
<p><strong>Pontos do acordo da COP15</strong></p>
<ul>
<li>O acordo é de caráter não vinculativo, mas uma proposta adjunta ao acordo pede para que seja fixado um acordo legalmente vinculante até o fim do próximo ano.</li>
<li>Considera o aumento limite de temperatura de dois graus Celsius, porém não especifica qual deve ser o corte de emissões necessário para alcançar essa meta.</li>
<li>Estabelece uma contribuição anual de US$ 10 bilhões entre 2010 e 2012 para que os países mais vulneráveis façam frente aos efeitos da mudança climática, e US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para a mitigação e adaptação. Parte do dinheiro, US$ 25,2 bilhões, virá de EUA, UE e Japão. Pela proposta apresentada, os EUA vão contribuir com US$ 3,6 bilhões no período de três anos, 2010-12. No mesmo período, o Japão vai contribuir com US$ 11 bilhões e a União Europeia com US$ 10,6 bilhões.</li>
<li>O texto também estabelece que os países deverão providenciar &#8220;informações nacionais&#8221; sobre de que forma estão combatendo o aquecimento global, por meio de &#8220;consultas internacionais e análises feitas sob padrões claramente definidos&#8221;.</li>
<li>O texto diz: &#8220;Os países desenvolvidos deverão promover de maneira adequada (&#8230;) recursos financeiros , tecnologia e capacitação para que se implemente a adaptação dos países em desenvolvimento.&#8221;</li>
<li>Detalhes dos planos de mitigação estão em dois anexos do Acordo de Copenhague, um com os objetivos do mundo desenvolvido e outro com os compromissos voluntários de importantes países em desenvolvimento, como o Brasil.</li>
<li>O acordo &#8220;reconhece a importância de reduzir as emissões produzidas pelo desmatamento e degradação das florestas&#8221; e concorda promover &#8220;incentivos positivos&#8221; para financiar tais ações com recursos do mundo desenvolvido.</li>
<li>Mercado de Carbono: &#8220;Decidimos seguir vários enfoques, incluindo as oportunidades de usar os mercados para melhorar a relação custo-rendimento e para promover ações de mitigação.</li>
</ul>
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		<title>Beleza sem cores</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/06/12/beleza-sem-cores/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 21:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[A exposição Londres, da fotógrafa Daniela Heckler, será inaugurada às 19 horas de segunda-feira (15), no T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto Alegre.
A mostra tem fotos realizadas entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2002 e reveladas em preto e branco que desvendam a capital britânica.
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1608" class="wp-caption alignleft" style="width: 727px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/06/rua-de-londres-daniela-heckler-cmpa.jpg"><img class="size-large wp-image-1608 " title="rua-de-londres-daniela-heckler-cmpa" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/06/rua-de-londres-daniela-heckler-cmpa-1024x893.jpg" alt="Rua de Londres. Daniela Heckler/CMPA" width="717" height="625" /></a><p class="wp-caption-text">Rua de Londres. Daniela Heckler/CMPA</p></div>
<p>A exposição Londres, da fotógrafa Daniela Heckler, será inaugurada às 19 horas de segunda-feira (15), no T Cultural Tereza Franco da Câmara Municipal de Porto Alegre.</p>
<p>A mostra tem fotos realizadas entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2002 e reveladas em preto e branco que desvendam a capital britânica.</p>
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		<title>Foto do dia</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/05/27/foto-do-dia-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 14:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Foto do dia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1412" class="wp-caption alignleft" style="width: 820px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/arco-iris-fonte-wildelecorg.jpg"><img class="size-full wp-image-1412" title="arco-iris-fonte-wildelecorg" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/05/arco-iris-fonte-wildelecorg.jpg" alt="Arco-íris. Fonte: widelec.org" width="810" height="608" /></a><p class="wp-caption-text">Arco-íris. Fonte: widelec.org</p></div>
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