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José Alencar, 17/10/1931 a 29/03/2011

29, março, 2011

Exemplo de coragem.

Aos 79 anos de vida, 13 deles lutando contra o câncer, José Alencar encerra sua jornada.

Mineiro de Muriaé, empresário bem-sucedido, senador e vice-presidente da República.

Crítico da política monetária do presidente Lula, conquistou a admiração dos brasileiros pelos pontos de discórdia e apoio nos oito anos de mandato.

Como poucos, soube separar os negócios da vida pública.

Presidência da República

Veja aqui seu primeiro discurso oficial no exercício da presidência.

Aqui seu último discurso oficial como presidente da República em exercício.

Senado

Veja aqui seu histórico como senador.

Aqui seu primeiro discurso como senador.

Aqui seu último como senador.

Abaixo, o discurso, como vice-presidente, em 2 de fevereiro de 2010, na abertura dos trabalhos legislativos no Congresso.

“Presidente Sarney, apenas para trazer uma palavra de agradecimento a esta Casa.

É claro que, para mim, é motivo de grande honra estar aqui participando da abertura desta 53ª Legislatura. E gostaria muito também de ressaltar o fato de que o Poder Legislativo, onde estamos, tem trazido ímpar contribuição para a consolidação da democracia. Temos acompanhado o trabalho do Poder Judiciário, tendo à frente o Ministro Gilmar Mendes, cujo excepcional trabalho é também de consolidação do regime democrático. Desse modo, realmente estamos vivendo um momento especial no Brasil.

O Presidente Lula tem dado exemplo de como o Presidente da República de um país da importância do Brasil deve agir especialmente nas relações internacionais. E S.Exª tem levantado o nome do Brasil como nunca havíamos assistido antes.

 Sendo assim, é muito bom que todos estejamos participando de momento tão importante da vida brasileira como este, em que se consolidam não só a independência como o respeito pelos Poderes da República.

Então, minha palavra é de votos de sucesso para esta Legislatura que se instala.

Gostaria, como não poderia deixar de ser, de registrar um agradecimento especial aos deputados e senadores pela manifestação com que me homenagearam neste Plenário da Câmara dos Deputados. Fico muito honrado com isso.

Fui Senador da República, representando o meu Estado, Minas Gerais. Abri mão de 4 anos do mandato; abdiquei, porque não renunciei – tenho uma certa preocupação com essa palavra. Então, eu abdiquei. E o Carreiro, que era diretor no Senado, devolveu-me a minha carta, dizendo que eu tinha que renunciar, e não abdicar. Então, eu grampeei cópia do Aurélio na carta, e ele aceitou a minha abdicação. (Risos.)

Depois disso, o Presidente Sarney disse que era próprio da Família Real. (Risos.)

Dessa maneira, tenho grande saudade do Legislativo. Já falei ao Presidente Lula que ele, na verdade, deu-me 8 anos de Vice-Presidência da República, porque ninguém vota no vice, mas no titular. Então, sou consciente de que sou Vice‑Presidente da República graças à eleição do Lula. O número que me elegeu foi o 13. Esse mesmo 13 que, no dia 8, homenageia-me em Minas, conferindo-me o título de filiado de honra do partido. (Palmas.)

Vê-se que as coisas estão indo bem.

Sou consciente de que todo o apreço que tenho recebido em toda parte por onde passo no nosso País, essas manifestações maravilhosas, advém da solidariedade pela luta que tenho travado contra uma moléstia pesada, o câncer, durante muitos anos. Já passei por 15 cirurgias. Há realmente essa solidariedade, e eu compreendo. Essa é a razão pela qual não tenho a ilusão de que isso se revele em votos na próxima eleição. Porque, se eu tivesse esse pensamento, confesso que estaria preparado para receber 100% dos votos. (Palmas.)

Então, meus amigos, agradeço muito a vocês.

Se me permitem o presidente José Sarney e o presidente Michel Temer, e eu me permito também, quero falar um pouco, neste momento, de modo especial, sobre a minha saúde.

Como todos sabem, os jornais dão muitas notícias, mas é muito rara a oportunidade que se tem para falar diretamente a respeito do assunto. Costumo dizer que ninguém tem nada a ver com o câncer do José Alencar, mas todo mundo tem a ver com o câncer do Vice-Presidente da República. Isso é um fato. Então, eu tenho sido transparente.

Eu não tenho medo da morte, eu já falei isso. Eu tenho certeza de que vou morrer um dia, como todos nós temos. Se Deus quiser me levar agora, Ele não precisa de câncer para isso. E se Ele não quiser que eu vá, não há câncer que me leve. (Palmas.) E tudo indica que Ele não quer me levar agora. (Palmas.)

Mais uma vez, agradeço muito a vocês. Muito obrigado.”

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Marlon Herath Política

Sem licença

28, março, 2011

Fracassou a segunda tentativa da deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) se licenciar da Câmara onde responde a processo no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar e é investigada pela Corregedoria.

A filha do ex-governador e ex-senador renunciante Joaquim Roriz estaria com problemas emocionais e três quilos mais magra.

O pedido de licença médica não estabelecia prazo para o retorno – o que levou à recusa. 

A deputada não tem “condições psicológicas” de vir à Câmara, disse nessa segunda (28) um de seus advogados.

Jaqueline segue em São Paulo onde acompanha o pai, submetido a um cateterismo.

A defesa age para impedir que a análise do conteúdo do 31º vídeo de Durval Barbosa faça justiça aos eleitores que não sabiam da gravação de 2006, divulgada somente agora.

Há precedentes que permitem processá-la em razão de fatos cometidos antes do mandato, diz o relator Carlos Sampaio (PSDB-SP).

Quem votou em outubro desconhecia a conversa dela, do marido e do operador e delator da Caixa de Pandora que deu R$ 50 mil ao casal.

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Marlon Herath Corrupção, Política , ,

Psicotécnico eleitoral

24, março, 2011

Passadas 24 horas da ereção constitucionalista do Supremo Tribunal Federal (STF), ouço críticas aos ministros – pelo resultado, e ao Congresso – pela letargia na votação da Ficha Limpa no ano passado.

O 6 a 5 pró-sujeira ratifica a Constituição como uma lei acima de consequências rasteiras – como deve ser a Carta Magna em um regime democrático de direito. Por outro lado, aspirações republicanas esbarram na interpretação reta da lei.

O ministro Luiz Fux, que colocou uma pá de cal nos anseios de manter afastados os fichas-sujas, chamou a Lei Complementar nº 135/2010 de “lei do futuro”. O voto dele, a bem da verdade, traz de volta políticos com passado condenante.

O eleitor, o mesmo que assinou a proposição da lei, votou nos fichas-sujas. Há políticos e políticos, eleitores e eleitores.

O eleitor, com tantas subjetividades, poderia passar por um exame psicotécnico antes das eleições.

Na campanha eleitoral, quantas foram as propagandas, as decisões judiciais e as notícias que apontavam para cara do suspeito? Quantos santinhos estampavam nas ruas verdadeiros demônios da política?

Alguns ficaram de fora, outros receberam o afago das urnas.

Fomos avisados, somos culpados.

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Vão chamar a Marcela Temer?

4, janeiro, 2011

O PMDB discutindo elevação do salário mínimo!

Escolha do 2º escalão adiada para não contaminar as eleições nas mesas no Congresso!

E a cúpula peemedebista almoçando na casa do vice de Dilma, Michel Temer, um dos barões do partido.

Onde estará Marcela, nesse entra-e-sai frenético, às voltas com os afazeres do marido?

Marcela na posse de Dilma

Lá em setembro, quando a campanha eleitoral caminhava na direção do Palácio do Jaburu, a jovem e bela Marcela Temer, 27 anos, incentivava o eleitorado de Dilma – e do marido,  um dos líderes dos septuagenários da política tupiniquim. 

A ex-miss do interior paulista sonhava com mais uma faixa:

Como vice-primeira-dama, esposa do vice-presidente da República, eu quero contribuir muito pra ajudar nosso país.”

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“Parlamentar ou para lamentar”, o sermão do bispo no Senado

22, dezembro, 2010

A distinção era inédita.

Cinco brasileiros recebiam a comenda de Direitos Humanos Dom Hélder Câmara no Senado.

Um deles, Manuel Edmilson da Cruz, bispo emérito de Limoeiro do Norte (CE).

E foi este senhor de 86 anos que resolveu exercer o direito dos humanos de reclamar dentro de uma casa tão fora da realidade da Terra.

Homenagens ao povo quando ele quer explicações do aumento de salário dos parlamentares!

Apresentado e premiado, dom Manuel da Cruz saudou o protocolo e começou o sermão.

 

“…

Antes de entrar no assunto propriamente dito, queria confirmar o que disse o senador Inácio em relação à situação do trabalhador sem salário mínimo, porque, a meu ver, isso é um retrocesso comparado ao tempo da escravidão, uma vez que o escravo era alimentado. Ou seja, o patrão, o dono de escravo tinha interesse em alimentá-lo; o escravo era magro de trabalhar, é diferente. Então, é um retrocesso nesse sentido. Não sei se concordam comigo. É uma coisa de fazer muita pena.

Depois, em relação ao nosso dom Hélder e ao que disse o senador José Ney, eu queria dizer que a minha primeira experiência, menino de nove anos, a primeira vez que o Padre Hélder Câmara foi lá na cidade de Acaraú, no norte do Ceará: batina preta, no comício ao integralismo, camisa verde. É impressionante este fato, para dizer que nós não podemos jamais perder a esperança em ninguém, porque esse mesmo Padre Hélder era, antes de tudo, um santo. Ele passava o dia todo ocupado, magrinho como ele era, frágil, humanamente falando. Durante duas horas, todas as madrugadas, ficava diante do Santíssimo Sacramento, em oração, em adoração. Isso marca a personalidade de Dom Hélder.

É este mesmo Dom Hélder que, entre os seus pensamentos, nos deixou este aqui que, para mim, é muito interessante, ajuda muito a viver e a conservar e a alimentar a esperança que Deus nos dá. Ele diz assim, a partir dessas orações das madrugadas: “A criatura é como cana. Mesmo passada pela moenda, mesmo reduzida a bagaço, mesmo desfeita de todo, só sabe dar doçura”. Isto é Dom Hélder.

Agora, meus irmãos, espero ser muito bem entendido no que vou dizer. Eu o faço levado por amor e também por confiança; essa esperança que Deus me ensinou a colocar em todas as pessoas humanas.

A surpresa deste dia chegou aos meus ouvidos à noitinha, quinta-feira, 16 de dezembro, como o alvorecer da aurora e a vibração cantante de um bom-dia.

Mais que surpresa, era como se alguém, de extraordinária generosidade, tivesse enfocado uma libélula projetando a sua leveza e levando-a a atingir as proporções de uma águia ou de um condor.
Passa por esse crivo, caro senador Inácio, o meu agradecimento pessoal, cordial e profundo ao senhor, aos seus ilustres pares, que o apoiaram nesta iniciativa, a todo o Congresso Nacional e às pessoas aqui presentes.

Pensei, em vista dos meus 86 anos, em receber esta honraria por meio de um representante. Mas o Congresso Nacional merece respeito. O verdadeiro Congresso Nacional é sinal de verdadeira democracia.

A honrosa comenda, porém, dos “pais da pátria”, como diriam os romanos patres conscripti, faz-me refletir. Precatórios que se arrastam por décadas; aposentados, idosos com as suas aposentadorias reduzidas, salários mínimos que crescem em ritmo de lesmas… Depois de três meses de reivindicações e greves, os condutores de ônibus do transporte coletivo urbano de Fortaleza, agora, dos cerca de 26% de aumento pretendido, mal conseguiram, a duras penas, pouco mais de 6%, quer para a categoria, quer para o povo, principalmente os pobres da quinta maior cidade do nosso Brasil.

Meus irmãos e irmãs, falo agora de coração com muita fé, sem diminuir o grande respeito que devo a todos, mas falo como irmão e irmã sobretudo, quer dizer, assumindo a alma de todas as pessoas, pois é exatamente nesse momento que o Congresso Nacional aprova o aumento de 61% dos honorários de seus parlamentares que, em poucos minutos, chegam a essa decisão e, ao efeito cascata resultante, a impõem ao povo brasileiro, ao seu, ao nosso povo. O povo brasileiro, hoje de concidadãos e concidadãs, ainda os considera parlamentares? Graças ao bom Deus, há exceções decerto em tudo isso. Mas excetuadas estas, a justiça, a verdade, o pundonor, a dignidade e a altivez do povo brasileiro já tem formado o seu conceito. Quem assim procedeu não é parlamentar. É para lamentar. Prova disto? Colha na Internet. Se o tom se torna como quem está com rancor, não tem rancor nenhum aqui, tem veemência, que é diferente, veemência e amor.

Bem verdade é que a realidade não é assim tão simples, e a desproporção numérica, um dado inarredável. Já existe – e é de uma grandeza bem aventurada – o SUS, o Bolsa Família. Aí estão trinta milhões de brasileiros, que, da linha de pobreza, às vezes até da indigência, alcançaram a classe média – isto é muito bonito. É verdade a atuação do Ministério da Saúde. Existe o Ministério da Integração Nacional. É verdade! Mas não são raros os casos de pacientes que morreram de tanto esperar o tratamento de doença grave, por exemplo, de câncer, marcado para um e até para dois anos após a consulta – disso sou testemunha. Maldita realidade desumana esta, desalmada! Ela já é em si uma maldição. E me faz proclamar em pleno Congresso Nacional, como já o fiz em Assembleia Estadual e em Câmara Municipal: “Quem vota em político corrupto está votando na morte!” Vou falar mais calmo ainda, porque falo por amor: “Quem vota em político corrupto está votando na morte!” Mesmo que ele, paradoxalmente, seja também uma pessoa muito boa, um grande homem. Ainda não do porte de um Nelson Mandela que, ao ser empossado Presidente da República do seu país, reduziu em 50% o valor dos seus honorários.

Senhores e senhoras, sinto-me, primeiro, perplexo; depois, decidido. A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Helder Câmara. Não representa. Desfigura-a, porém. Sem ressentimentos e agindo por amor e por respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la. (Palmas.). Ela é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão, à cidadã contribuinte para o bem de todos, com o suor de seu rosto e a dignidade de seu trabalho. É seu direito exigir justiça e equidade em se tratando de honorários e de salários também. Se é seu direito e eu aceitar, estou procedendo contra os Direitos Humanos. Perderia todo o sentido este momento histórico. O aumento a ser ajustado deveria guardar sempre a mesma proporção que o aumento do salário mínimo e da aposentadoria. Isso não acontece. O que acontece, repito, é um atentado contra os direitos humanos do nosso povo.
A atitude que acabo de assumir, assumo-a com humildade. Assumo-a com humildade. Sem pretensão a estar dando lições a pessoas tão competentes e tão boas. A todos suplico compreensão e a todos desejo a paz com os meus sinceros votos e uma oração por um abençoado e feliz Natal e um próspero e feliz Ano Novo.

Deus seja bendito para sempre! Muito obrigado. (Palmas.).

José Nery (PSOL-PA)  tentou a diplomacia…

“Meus cumprimentos a dom Manuel Edmilson da Cruz que, coerente com aquilo que pensa e vive, neste momento, adota uma atitude de rejeição ao que fez o Congresso Nacional – reajustar o salário dos parlamentares para o próximo período em 62%.”

O bispo encerrou…

“Minha sugestão é outra: é desfazer o erro quando ele começa. É agora, retrocedendo, como o fez Mandela. O caso dele era muito diferente. Desculpem-me essa insistência. Isso é grito da natureza humana ferida! Não é possível! Deve-se acabar com esse salário do jeito que foi feito, reduzi-lo ao normal, ao correto.”

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Marlon Herath Política

Arruda e Roriz

3, outubro, 2010

Os dois estão fora, diretamente, da disputa ao Governo do Distrito Federal.

Alguém imaginaria este cenário há um ano?

Joaquim Roriz jogou a toalha há poucos dias da eleição. Tolhido pela Lei da Ficha Limpa, mandou a esposa Weslian para o picadeiro.

José Roberto Arruda caiu na Urna de Pandora e chegou a ficar dois meses preso.

Com ele caíram os apoiadores.

Paulo Octávio, o vice, renunciou.

Eurides Brito e Leonardo Prudente, distritais, saíram da Câmara Legislativa por portas diferentes. Ele renunciou. Ela teve o mandato cassado.

Uma meia dúzia citada no inquérito 650 do STJ concorre - a um passo do cadafalso.

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Eleições: cenários para governador

3, outubro, 2010

Os percentuais abaixo levam em conta os votos válidos (excluídos brancos e nulos) das últimas pesquisas divulgadas nesse sábado (2).

Para vencer no primeiro turno, o candidato deve obter 50%  dos votos mais um.

Acre
Ibope
Tião Viana (PT) – 56%
Tião Bocalom (PSDB) – 42%
Gouveia, o Tijolinho (PRTB) – 2%

Alagoas
Ibope
Teotônio Vilela (PSDB) – 37%
Collor (PTB) – 34%
Ronaldo Lessa (PDT) – 26%
Outros candidatos – 2%

Amapá
Ibope
Lucas (PTB) – 32%
Camilo Capiberibe (PSB) – 29%
Jorge Amanajas (PSDB) – 24%
Pedro Paulo (PP) – 13%
Genival Cruz (PSTU) – 2%

Amazonas
Ibope
Omar Aziz (PMN) – 60%
Alfredo Nascimento (PR) – 32%
Hissa Abrahão (PPS) – 6%
Herbert Amazonas (PSTU) – 1%
Luiz Navarro (PCB) – 1%
Luiz Carlos Sena (PSOL) – não atingiu 1%

Bahia
Datafolha
Wagner (PT) – 58%
Paulo Souto (DEM) – 21%
Geddel Vieira Lima (PMDB) – 16%
Bassuma (PV) – 3%
Marcos Mendes (PSOL) – 1%
Professor Carlos (PSTU) – 1%
Sandro Santa Bárbara (PCB) – não atingiu 1%

Ibope
Wagner (PT) – 61%
Paulo Souto (DEM) – 21%
Geddel Vieira Lima (PMDB) – 15%
Bassuma (PV) – 3%

Ceará
Ibope
Cid Gomes (PSB) – 63%
Lúcio Alcântara (PR) – 22%
Marcelo Silva (PV) – 1%
Marcos Cals (PSDB) – 13%
Soraya Tupinambá (PSOL) – 1%
Gonzaga (PSTU) – não pontuou

Distrito Federal
Datafolha
Agnelo (PT) – 55%
Weslian Roriz (PSC) – 25%
Toninho do PSOL (PSOL) – 16%
Eduardo Brandão (PV) – 3%
Rodrigo Dantas (PSTU) – 1%
Newton Lins (PSL), Frank (PCB) e Ricardo Machado (PCO) não atingiram 1% individualmente.

Ibope
Agnelo (PT) – 51%
Weslian Roriz (PSC) – 32%
Toninho do PSOL – 13%
Outros – 4%

Espirito Santo
Ibope
Renato Casagrande (PSB) – 78%
Luiz Paulo (PSDB) – 18%
Brice Bragato (PSOL), Avelar (PCO) e Advogado Dr. Gilberto (PRTB) somaram 4%.

Goiás
Ibope
Marconi Perillo (PSDB) – 45%
Iris Rezende (PMDB) – 39%
Vanderlan (PR) – 15%
Marta Jane (PCB) – 1%
Washington Fraga (PSOL) – não pontuou

Maranhão
Ibope
Roseana Sarney (PMDB) – 53%
Flávio Dino (PC do B) – 25%
Jackson Lago (PDT) – 20%
Outros candidatos – 2%

Minas Gerais
Datafolha
Antonio Anastasia (PSDB) – 55%
Hélio Costa (PMDB) – 42%
Professor Luiz Carlos (PSOL) – 1%
Vanessa Portugal (PSTU) – 1%
Zé Fernando Aparecido (PV) – 1%
Adilson Rosa (PCO), Fabinho (PCB) e Edilson Nascimento (PT do B) – não pontuaram

Ibope
Antonio Anastasia (PSDB) – 58%
Hélio Costa (PMDB) – 40%
Vanessa Portugal (PSTU) – 1%
Zé Fernando Aparecido (PV) – 1%
Adilson Rosa (PCO) – 0%
Edilson Nascimento (PC do B) – 0%
Fabinho (PCB) – 0%
Professor Luiz Carlos (PSOL) – 0%

Pará
Ibope
Simão Jatene (PSDB) – 53%
Ana Júlia (PT) – 32%
Juvenil (PMDB) – 8%
Outros – 6%

Paraíba
Ibope
Zé Maranhão (PMDB) – 52%
Ricardo Coutinho (PSB) – 46%
Francisco Oliveira (PCB) – 1%
Nelson Júnior (PSOL) – 1%
Lourdes Sarmento (PCO) – 0
Marcelino (PSTU) – 0

Paraná
Ibope
Beto Richa (PSDB) – 49%
Osmar Dias (PDT) – 49%
Outros – 2%

Pernambuco
Datafolha
Eduardo Campos (PSB) – 79%
Jarbas (PMDB) – 19%
Edilson Silva (PSOL) – 1%
Sérgio Xavier (PV) – 1%
Outros – 0%

Ibope
Eduardo Campos (PSB) – 80%
Jarbas (PMDB) – 18%
Edilson Silva (PSOL) – 1%
Sérgio Xavier (PV) – 1%
Outros – 0%

Rio de Janeiro
Datafolha
Sérgio Cabral (PMDB) – 67%
Gabeira (PV) – 21%
Fernando Peregrino (PR) – 7%
Outros – 4%

Ibope
Sérgio Cabral (PMDB) – 68%
Fernando Gabeira (PV) – 23%
Fernando Peregrino (PR) – 5%
Cyro Garcia (PSTU) – 2%
Eduardo Serra (PCB) – 1%
Jefferson Moura (PSOL) – 1%

Rio Grande do Norte
Ibope
Rosalba Ciarlini (DEM) – 54%
Ibere (PSB) – 33%
Carlos Eduardo (PDT) – 10%
Outros candidatos – 2%

Rio Grande do Sul
Datafolha
Tarso Genro (PT) – 55%
José Fogaça (PMDB) – 27%
Yeda Crusius (PSDB) – 16%
Montessat Martins (PV) – 1%
Outros – não atingiram 1%

Ibope
Tarso Genro (PT) – 52%
José Fogaça (PMDB) – 28%
Yeda Crusius (PSDB) – 16%
Outros – 4%

Rondônia
Ibope
Confúcio Moura (PMDB) – 33%
João Cahulla (PPS) – 32%
Expedito Júnior (PSDB) – 20%
Eduardo Valverde (PT) – 14%
Prof Marcos Sussuarana (PSOL) – 1%

Roraima
Ibope
Anchieta (PSDB) – 47%
Neudo Campos (PP) – 42%
Dr. Petrônio (PHS) – 9%
Roberto Dagon (PSOL) – 1%

Santa Catarina
Ibope
Luiz Henrique da Silveira (PMDB) – 31%
Paulo Bauer (PSDB) – 22%
Vignatti (PT) – 18%
Hugo Biehl (PP) – 10%
Beth Tiscoski (PP) – 4%
Ghizoni (PC do B) – 4%
Fabiano Piovezan (PV) – 3%
Joaninha (PSTU) – 3%
Paulo Afonso Piovezan (PSOL) – 2%
Professor Wesley (PPS) – 2%
Alex (PSTU) – 1%

São Paulo
Datafolha
Alckmin (PSDB) – 55%
Mercadante (PT) – 28%
Russomanno (PP) – 9%
Skaf (PSB) – 5%
Outros – 2%

Ibope
Alckmin (PSDB) – 51%
Mercadante (PT) – 33%
Russomanno (PP) – 8%
Skaf (PSB) – 6%
Outros – 2%

Sergipe
Ibope
Déda (PT) – 54%
João Alves (DEM) – 44%
Professora Avilete (PSOL) – 1%
Vera Lucia (PSTU) – 1%
Henrique do Grupo Mexa-se (PRTB), Leonardo Dias (PCB) e Pr. Ariovaldo José (PSDC) não atingiram 1% individualmente.

Tocantins
Ibope
Siqueira Campos (PSDB) – 52%
Carlos Gaguim (PMDB) – 48%

Marlon Herath Política

Lula lamenta não poder votar em si mesmo

3, outubro, 2010

Só lamentei que é a primeira vez que eu vou votar e não tem minha cara lá na urna…”

Presidente Lula ao votar em São Bernardo do Campo (SP). Candidato a presidente desde 1989, Luiz Inácio Lula da Silva sai do jogo. Será?

Marlon Herath Política

Haverá segundo turno?

3, outubro, 2010

As duas pesquisas deixam a hipótese de segundo turno dentro da margem de erro.

Considerando os votos válidos (excluídos brancos e nulos), Dilma precisa de metade dos votos mais um para ser eleita hoje. 

Se os levantamentos estiverem certos, a apuração vai ser trepidante.

Presidente
Ibope
Dilma Rousseff (PT) – 51%
José Serra (PSDB) – 31%
Marina Silva (PV) – 17%
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), José Maria Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) têm 1% juntos
Margem de erro é de dois pontos percentuais. Pesquisa ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios entre os dias 29 de setembro e dois de outubro.

Datafolha
Dilma Rousseff (PT) – 50%
José Serra (PSDB) – 31%
Marina Silva (PV) – 17%
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) – 1%
José Maria Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não alcançaram 1%
Margem de erro é de dois pontos percentuais. Pesquisa ouviu 20.960 eleitores em 521 municípios entre os dias 1º e 2 de outubro.

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Marlon Herath Política

Eleições no DF. A liderança nas pesquisas de Agnelo e a barra limpa de Weslian

2, outubro, 2010

Saem números novos hoje em todo o país.

No Distrito Federal, terá efeito a decisão tomada pelo TRE neste sábado (2) que liberou a candidatura de Weslian Roriz (PSC)?

Antes disso, Agnelo (PT) liderava com folga.

Considerando os votos válidos, Agnelo venceria no primeiro turno com 54% contra 31% de Weslian Roriz.

O Datafolha ouviu 1087 eleitores entre os dias 28 e 29 de setembro, com margem de erro de 3 pontos percentuais.

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Marlon Herath Política