Escândalo Clinton-Lewinsky mudou concepção de sexo oral, diz estudo

O cara era simplesmente o presidente dos EUA, Bill Clinton (1993-2001).
Entre uma agenda e outra, manteve sabe-se lá quantas relações oral-genital com a estagiária da Casa Branca, Monica Lewinsky. A libido se desencadeava no salão oval!
Uma investigação devassou a química entre a boca e o pênis. Clinton sofreu processo de impeachment por perjúrio, mas foi absolvido no Senado.
Sob juramento, Clinton negava. Numa entrevista coletiva declarou: “Eu não tive relações sexuais com esta mulher, a senhorita Lewinsky”.
Foram “contatos íntimos inapropriados” entre novembro de 19995 e fevereiro de 1997, afirmou Clinton em sua biografia anos depois.
Um estudo divulgado pela revista Perspectives on Sexual and Reproductive Health com jovens americanos conclui que o caso Clinton-Lewinsky pode ter mudado a concepção sobre sexo oral.
Apenas 20% dos estudantes universitários entrevistados consideram o sexo oral “sexo”. Em amostras anteriores, em 1991 e em 1999-2001, o percentual era de 40%. A negativa e a ambiguidade de Clinton podem ter confundido a conceituação pelos jovens, segundo o estudo.
Os autores, os professores Jason D. Hans e Martie Gillen, do Departamento de Estudos da Família da Universidade de Kentucky, atribuem a percepção para o fato de que os alunos eram adolescentes durante o affair Clinton-Lewinsky, que eles descrevem como um ponto de viragem “na reconceituação” do sexo oral.
“A mudança dramática e repentina em atitudes contato oral-genital pode ser chamado de efeito Clinton-Lewinsky”, escrevem eles.
Leia a íntegra do artigo Sex Redefined: The Reclassification Of Oral-Genital Contact.
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