<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Marlon &#187; Dilma Rousseff</title>
	<atom:link href="http://www.blogdomarlon.com.br/tag/dilma-rousseff/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.blogdomarlon.com.br</link>
	<description>Uma análise do país e do mundo direto de Brasília</description>
	<lastBuildDate>Sun, 21 Aug 2011 23:45:57 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Eleições 2010: Dilma se aproxima mais de Serra</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/13/eleicoes-2010-dilma-se-aproxima-mais-de-serra/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/13/eleicoes-2010-dilma-se-aproxima-mais-de-serra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 22:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=2452</guid>
		<description><![CDATA[Três décimos é a diferença entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), de acordo com a pesquisa Sensus encomendada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo (Sintrapav).
Serra &#8211; 32,7%
Dilma &#8211; 32,4%
Ciro &#8211; 10,1%
Marina &#8211; 8,1%
No cenário sem Ciro Gomes (PSB), Serra fica com 36,8%, Dilma com 34% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três décimos é a diferença entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), de acordo com a pesquisa Sensus encomendada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo (Sintrapav).</p>
<p>Serra &#8211; 32,7%</p>
<p>Dilma &#8211; 32,4%</p>
<p>Ciro &#8211; 10,1%</p>
<p>Marina &#8211; 8,1%</p>
<p>No cenário sem Ciro Gomes (PSB), Serra fica com 36,8%, Dilma com 34% e Marina com 10,6%.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong><br />
O Sensus entrevistou 2 mil pessoas entre 5 e 9 de abril em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 por cento.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2010%2F04%2F13%2Feleicoes-2010-dilma-se-aproxima-mais-de-serra%2F&amp;linkname=Elei%C3%A7%C3%B5es%202010%3A%20Dilma%20se%20aproxima%20mais%20de%20Serra">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/13/eleicoes-2010-dilma-se-aproxima-mais-de-serra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O discurso de Dilma</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/21/o-discurso-de-dilma/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/21/o-discurso-de-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 02:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=2289</guid>
		<description><![CDATA[
Sem polêmicas.
A oratória da ministra Dilma Rousseff no congresso petista lembrou a fase &#8220;Lulinha paz e amor&#8221;.
Sem ataques, compromissos questionáveis ou radicalismos, Dilma tenta espantar o temor de uma guerrilheira presidenta, como cultivam as sementeiras mais à direita.
Aclamaram a pré-candidata e não fecharam compromisso com o PMDB de Temer.
A vacância do vice na chapa faz bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2290" title="DILMA-20-02-2010-foto José Cruz-ABr" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DILMA-20-02-2010-foto-José-Cruz-ABr-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Sem polêmicas.</p>
<p>A oratória da ministra Dilma Rousseff no congresso petista lembrou a fase &#8220;Lulinha paz e amor&#8221;.</p>
<p>Sem ataques, compromissos questionáveis ou radicalismos, Dilma tenta espantar o temor de uma guerrilheira presidenta, como cultivam as sementeiras mais à direita.</p>
<p>Aclamaram a pré-candidata e não fecharam compromisso com o PMDB de Temer.</p>
<p>A vacância do vice na chapa faz bem para o balcão de negócios da base lulista.</p>
<p>Abaixo, alguns pontos do discurso que se encontra na íntegra no pé do post.</p>
<p><strong>Drumond e Quintana</strong></p>
<p>Dilma lembrou da infância e da juventude em Minas Gerais e da luta contra o regime militar acentuada a partir da mudança para o Rio Grande do Sul. Os dois estados foram homenageados em poesia.</p>
<p><strong>Mestre e coalição</strong></p>
<p>“Lula ensinou o caminho”, exclamou ao falar sobre a redemocratização e o governo de coalizão, o qual quer mantê-lo.</p>
<p><strong>Governo</strong></p>
<p>Do governo Lula, destacou combate à fome, emprego, reforma agrária, renda, economia, aumento do consumo, educação, direitos humanos e política externa.</p>
<p><strong>Promessas</strong></p>
<p>Mesmo sem o pacote fechado, Dilma aproveitou para assumir compromissos.</p>
<ul>
<li>Criar e ampliar novos programas sociais como o Bolsa Família;</li>
<li>Priorizar a qualidade da educação;</li>
<li>Oferecer oportunidades aos jovens, proteção às crianças;</li>
<li>Resolver os problemas da saúde;</li>
<li>Cuidar das cidades;</li>
<li>Melhorar a habitação e universalizar o saneamento;</li>
<li>Melhorar o transporte público;</li>
<li>Reforçar os programas de segurança pública;</li>
<li>Fortalecer a proteção ao meio ambiente (redução do desmatamento, ampliação da matriz energética, produção de biocombustíveis);</li>
<li>Aprofundar os avanços na política industrial e agrícola;</li>
<li>Agregar valor às riquezas naturais como o Pré-Sal;</li>
<li>Manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante;</li>
<li>Transparência aos gastos públicos e aperfeiçoamento dos mecanismos de controle.</li>
<li>Combater a corrupção;</li>
<li>Concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais como a reforma política e a tributária;</li>
<li>Aprofundar a postura soberana;</li>
<li>Combater as desigualdades sociais e regionais.</li>
</ul>
<p>“A conclusão do PAC 1 e a implementação do PAC 2, junto com a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida serão decisivos para realizar esse compromisso”, disse Dilma.</p>
<p><strong>Campanha</strong></p>
<p>Prometeu “um debate de ideias, com civilidade e respeito à inteligência política dos brasileiros. Um debate voltado para o futuro.”</p>
<p><strong><span id="more-2289"></span>Íntegra do discurso de sábado, 20/02/10</strong></p>
<p>(cumprimentos)</p>
<p>Para quem teve a vida sempre marcada pelo sonho e pela esperança de mudar o Brasil, este é um dia extraordinário.</p>
<p>Meu partido &#8211; o Partido dos Trabalhadores &#8211; me confere a honrosa tarefa de dar continuidade à magnífica obra de um grande brasileiro.</p>
<p>A obra de um líder – o meu líder &#8211; de quem muito me orgulho: presidente Lula. O lula.</p>
<p>Jamais pensei que a vida reservasse tamanho desafio. Mas me sinto absolutamente preparada para enfrentá-lo &#8211; com humildade, serenidade e confiança.</p>
<p>Neste momento, ouço a voz da minha Minas Gerais, terra da minha infância e da minha juventude. Dessa Minas que me deu o sentimento de que vale a pena lutar, sim, pela liberdade e contra a injustiça.</p>
<p>Ouço os versos de Drummond:</p>
<p>&#8220;Teus ombros suportam o mundo e ele não pesa mais do que a mão de uma criança.&#8221;</p>
<p>Até hoje sinto o peso suave da mão de minha filha, quando nasceu.</p>
<p>Que força naquele momento ela me deu. Quanta vida me transmitiu. Quanta fé na humanidade me passou.</p>
<p>Eram naquela época tempos difíceis.</p>
<p>Ferida no corpo e na alma, fui acolhida e adotada pelos gaúchos – pelos gaúchos generosos, solidários e insubmissos, como são os gaúchos.</p>
<p>Naqueles anos de chumbo, onde a tirania parecia eterna, encontrei nos versos de outro poeta &#8211; Mário Quintana &#8211; a força necessária para seguir em frente. Mário Quintana disse:</p>
<p>&#8220;Todos estes que aí estão</p>
<p>Atravancando o meu caminho,</p>
<p>Eles passarão.</p>
<p>Eu passarinho.&#8221;</p>
<p>Eles passaram e nós hoje voamos livremente.</p>
<p>Voamos porque nascemos para ser livres.</p>
<p>Sem ódio e com serena convicção afirmo que nunca mais viveremos numa gaiola, numa jaula ou numa prisão.</p>
<p>Hoje, estamos construindo um novo país na democracia. Um país que se reencontrou consigo mesmo. Onde todos, todos, mas todos mesmos, expressam livremente suas opiniões e suas idéias.</p>
<p>Um país que não tolera mais a injustiça social. Que descobriu que só será grande e forte se for de todos.</p>
<p>Vejo nesta manhã – já quase tarde &#8211; nos jovens que nos acompanham e nos mais velhos que aqui estão &#8211; um extraordinário encontro de gerações. De gerações que, como a minha, levaram nosso compromisso com o país às últimas conseqüências.</p>
<p>Amadureci. Amadurecemos nós todos.</p>
<p>Amadureci na vida. No estudo. No trabalho duro. Nas responsabilidades de governo no Rio Grande do Sul e sobretudo aqui no governo do Brasil.</p>
<p>Mas esse amadurecimento não se confunde com conformismo, nem perda de convicções.</p>
<p>Não perdemos a indignação frente à desigualdade social, à privação de liberdade, às tentativas de submeter nosso país.</p>
<p>Não sucumbimos aos modismos ideológicos. Persistimos em nossas convicções, buscando, a partir delas, construir alternativas concretas e realistas.</p>
<p>Continuamos movidos a sonhos. Acreditando na força do povo brasileiro, em sua capacidade de construir um mundo melhor.</p>
<p>A história recente mostrou que nós estávamos certos.</p>
<p>Tivemos um grande mestre &#8211; o presidente Lula ensinou o caminho.</p>
<p>Em um país, com a complexidade e as desigualdades do Brasil, ele foi capaz de nos conduzir pelo caminho de profundas transformações sociais em um clima de paz, de respeito e fortalecimento da democracia.</p>
<p>Não admitimos, portanto, que alguém queira nos dar lições de liberdade. Menos ainda aqueles que não tiveram e não têm compromisso com ela.</p>
<p>Companheiras, Companheiros,</p>
<p>Recebo com humildade a missão que vocês estão me confiando. Com humildade, mas com coragem e determinação. Coragem e determinação que vêm do apoio que recebo de meu partido e de seu primeiro militante &#8211; o presidente Lula.</p>
<p>Do apoio que espero ter dos partidos aliados que, com lealdade e competência, também são responsáveis pelos êxitos do nosso Governo. Com eles quero continuar nossa caminhada. Participo de um governo de coalizão. Quero formar um Governo de coalizão.</p>
<p>Estou consciente da extraordinária força que conduziu Lula à Presidência e que deu a nosso governo o maior respaldo da história de nosso país &#8211; a força do povo brasileiro.</p>
<p>A missão que me confiam não é só de um partido ou de um grupo de partidos.</p>
<p>Recebo-a como um mandato dos trabalhadores e de seus sindicatos.</p>
<p>Dos movimentos sociais.</p>
<p>Dos que labutam em nossos campos.</p>
<p>Dos profissionais liberais.</p>
<p>Dos intelectuais.</p>
<p>Dos servidores públicos.</p>
<p>Dos empresários comprometidos com o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>Dos negros. Dos índios. Dos jovens.</p>
<p>De todos aqueles que sofrem ainda distintas formas de discriminação.</p>
<p>Enfim, das mulheres.</p>
<p>Para muitos, elas são &#8220;metade do céu&#8221;. Mas queremos ser a metade da terra também. Com igualdade de direitos, salários e oportunidades. Quero com vocês &#8211; mulheres do meu país &#8211; abrir novos espaços na vida nacional.</p>
<p>É com este Brasil que quero caminhar. É com ele que vamos seguir, avançando com segurança, mas com a rapidez que nossa realidade social exige.</p>
<p>Nessa caminhada encontraremos milhões de brasileiros que passaram a ter comida em suas mesas e hoje fazem três refeições por dia.</p>
<p>Milhões que mostrarão suas carteiras de trabalho, pois têm agora emprego e melhor renda.</p>
<p>Milhões de homens e mulheres com seus arados e tratores cultivando a terra que lhes pertence e de onde nunca mais serão expulsos.</p>
<p>Milhões que nos mostrarão suas casas dignas e os refrigeradores, fogões, televisores ou computadores que puderam comprar.</p>
<p>Outros milhões acenderão as luzes de suas modestas casas, onde reinava a escuridão ou predominavam os candieiros. E estes milhões de pontos luminosos pelo Brasil a fora serão como uma trilha incandescente que mostra um novo caminho.</p>
<p>Nessa caminhada, veremos milhões de jovens mostrando seus diplomas de universidades ou de escolas técnicas com a convicção de quem abriu uma porta para o futuro.</p>
<p>Milhões &#8211; mas muitos milhões mesmo &#8211; expressarão seu orgulho de viver em um país livre, justo e, sobretudo, respeitado em todo o mundo.</p>
<p>Muitos me perguntam porque o Brasil avançou tanto nos últimos anos. Digo que foi porque soubemos construir novos caminhos, derrubando velhos dogmas.</p>
<p>O primeiro caminho é o do crescimento com distribuição de renda &#8211; o verdadeiro desenvolvimento. Provamos que distribuindo renda é que se cresce. E se cresce de forma mais rápida e sustentável.</p>
<p>Essa distribuição de renda permitiu construir um grande mercado de bens de consumo popular. Ele nos protegeu dos efeitos da crise mundial.</p>
<p>Criamos 12 milhões de empregos formais. A renda dos trabalhadores aumentou. O salário mínimo real cresceu como nunca. Expandimos o crédito para o conjunto da sociedade. Estamos construindo um Brasil para todos.</p>
<p>O segundo caminho foi o do equilíbrio macro-econômico e da redução da vulnerabilidade externa.</p>
<p>Eliminamos as ameaças de volta da inflação. Reduzimos a dívida em relação ao Produto Interno Bruto.</p>
<p>Aumentamos nossas reservas de 38 bilhões de dólares para mais de 241 bilhões. Multiplicamos por três nosso comércio exterior, praticando uma política externa soberana, que buscou diversificar mercados.</p>
<p>Deixamos de ser devedores internacionais e passamos à condição de credores. Hoje não pedimos dinheiro emprestado ao FMI. É o Fundo que nos pede dinheiro.</p>
<p>Grande ironia: os mesmos 14 bilhões de dólares que antes o FMI nos emprestava, agora somos nós que emprestamos ao FMI.</p>
<p>O terceiro caminho foi o da redução das desigualdades regionais. Invertemos nos últimos anos o que parecia uma maldição insuperável. Quando o país crescia, concentrava riqueza nos estados e regiões mais prósperos. Quando estagnava, eram os estados e regiões mais pobres que pagavam a conta.</p>
<p>Governantes e setores das elites viam o Norte e o Nordeste como regiões irremediavelmente condenadas ao atraso.</p>
<p>A vastos setores da população não restavam outras alternativas que a de afundar na miséria ou migrar para o sul em busca de oportunidades. É o que explica o inchaço das grandes cidades.</p>
<p>Essa situação está mudando. O Governo Federal começou um processo consistente de combate às desigualdades regionais. Passou a ter confiança na capacidade do povo das regiões mais pobres. O Norte e o Nordeste receberam investimentos públicos e privados. O crescimento dessas duas regiões passou a ser sensivelmente superior ao do Brasil como um todo.</p>
<p>Nós vamos aprofundar esse caminho. O Brasil não mais será visto como um trem em que uma única locomotiva puxa todos vagões, como nos tempos da &#8220;Maria Fumaça&#8221;. O Brasil de hoje é como alguns dos modernos trens de alta velocidade, onde vários vagões são como locomotivas e contribuem para que o comboio avance.</p>
<p>O quarto caminho que trilhamos e continuaremos a trilhar é o da reorganização do Estado.</p>
<p>Alguns ideólogos chegavam a dizer que quase tudo seria resolvido pelo mercado. O resultado foi desastroso.</p>
<p>Aqui, o desastre só não foi maior &#8211; como em outros países &#8211; porque os brasileiros resistiram a esse desmonte e conseguiram impedir a privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica ou de Furnas.</p>
<p>Alguns falam todos os dias de &#8220;inchaço da máquina estatal&#8221;. Omitem, no entanto, que estamos contratando basicamente médicos e profissionais de saúde, professores e pessoal na área da educação, diplomatas, policiais federais e servidores para as áreas de segurança, controle e fiscalização.</p>
<p>Escondem, também, que a recomposição do corpo de servidores do Estado está se fazendo por meio de concursos públicos.</p>
<p>Vamos continuar valorizando o servidor e o serviço público. Reconstituindo o Estado. Recompondo sua capacidade de planejar, gerir e induzir o desenvolvimento do país.</p>
<p>Diante da crise, quando o crédito secou, não sacrificamos os investimentos públicos e privados. Ao contrário, utilizamos nossos bancos para impulsionar o desenvolvimento e a garantia de emprego no País.</p>
<p>Na verdade, quando a crise mundial apenas começava, Lula disse em seu discurso na ONU em 2008:</p>
<p>É chegada a hora da política!</p>
<p>Nada mais apropriado. A maior prova nós demos ao mundo: o Brasil só pôde enfrentar com sucesso a crise porque tivemos políticas públicas adequadas. Soubemos articular corretamente Estado e mercado, porque colocamos o interesse público no centro de nossas preocupações.</p>
<p>O quinto caminho foi o de nossa presença soberana no mundo.</p>
<p>O Brasil não mais se curva diante dos poderosos. Sem bravatas e sem submissão, o país hoje defende seus interesses e se dá ao respeito. É solidário com as nações pobres e em desenvolvimento. Tem uma especial relação com a América do Sul, com a América Latina e com a África. Estreita os laços Sul-Sul, sem abandonar suas relações com os países desenvolvidos. Busca mudar instituições multilaterais obsoletas, que impedem a democratização econômica e política do mundo.</p>
<p>Essa presença global, e o corajoso enfrentamento de nossos problemas domésticos em um marco democrático, explicam o respeito internacional que hoje gozamos.</p>
<p>O sexto caminho para onde convergem todos os demais foi o do aperfeiçoamento democrático.</p>
<p>No passado, tivemos momentos de grande crescimento econômico. Mas faltou democracia. E como faltou!</p>
<p>Em outros momentos tivemos democracia política, mas faltou democracia econômica e social. E sabemos muito bem que quando falta democracia econômica e social, é a democracia como um todo que está ameaçada. O país fica à mercê das soluções de força ou de aventureiros.</p>
<p>Hoje crescemos, distribuindo renda, com equilíbrio macro-econômico, expansão da democracia, forte participação social na definição das políticas públicas e respeito aos Direitos Humanos.</p>
<p>Quem duvidar do vigor da democracia em nosso país que leia, escute ou veja o que dizem livremente as vozes oposicionistas. Mas isso não nos perturba. Preferimos as vozes dessas oposições &#8211; ainda quando mentirosas, injustas e caluniosas &#8211; ao silêncio das ditaduras.</p>
<p>Como disse o Presidente Lula, a democracia não é a consolidação do silêncio, mas a manifestação de múltiplas vozes. Nela, vai desaparecendo o espaço para que velhos coronéis e senhores tutelem o povo. Este passa a pensar com sua cabeça e a constituir uma nova e verdadeira opinião pública.</p>
<p>As instituições funcionam no país. Os poderes são independentes. A Federação é respeitada. Diferentemente de outros períodos de nossa história, o Presidente relacionou-se de forma republicana com governadores e prefeitos, não fazendo qualquer tipo de discriminação em função de suas filiações partidárias.</p>
<p>Não praticamos casuísmos. Basta ver a reação firme e categórica do Presidente Lula ao frustrar as tentativas de mudar a Constituição para que pudesse disputar um terceiro mandato. Não mudamos &#8211; como se fez no passado &#8211; as regras do jogo no meio da partida.</p>
<p>Como todos podem ver, temos um extraordinário alicerce sobre o qual construir o terceiro Governo Democrático e Popular. Temos rumo, experiência e impulso para seguir o caminho iniciado por Lula. Não haverá retrocesso, nem aventuras. Mas podemos avançar muito mais. E muito mais rapidamente.</p>
<p>Queridas companheiras, queridos companheiros.</p>
<p>Não é meu propósito apresentar aqui um Programa de Governo.</p>
<p>Este Congresso aprovou as Diretrizes para um programa que será submetido ao debate com os partidos aliados e com a sociedade.</p>
<p>Hoje quero assumir alguns compromissos como pré-candidata, para estimular nossa reflexão e indicar como pretendemos continuar este processo iniciado há sete anos.</p>
<p>Vamos manter e aprofundar aquilo que é marca do Governo Lula &#8211; seu olhar social. Queremos um Brasil para todos. Nos aspectos econômicos e em suas projeções sociais, mas também um Brasil sem discriminações, sem constrangimentos. Ampliaremos e aperfeiçoaremos os programas sociais do Governo Lula, como o Bolsa Família, e implantaremos novos programas com o propósito de erradicar a miséria na década que se inicia.</p>
<p>Vamos dar prioridade à qualidade da educação, essencial para construir o grande país que almejamos, fundado no conhecimento e na justiça social. Mas a educação será, sobretudo, um meio de emancipação política e cultural do nosso povo. Uma forma de pleno acesso à cidadania. Daremos seguimento à transformação educacional em curso &#8211; da creche a pós-graduação.</p>
<p>Os jovens serão os primeiros beneficiários da era de prosperidade que estamos construindo. Nosso objetivo estratégico é oferecer a eles a oportunidade de começar a vida com segurança, liberdade, trabalho e realização pessoal.</p>
<p>No Brasil temos hoje 50 milhões de jovens, entre os 15 e os 29 anos de idade. Mais de um quarto da população brasileira. E eles têm direito a um futuro melhor.</p>
<p>O Brasil precisa muito da juventude. De profissionais qualificados. De mulheres e homens bem formados.</p>
<p>Isto se faz com escolas que propiciem boa formação teórica e técnica, com professores bem treinados e bem remunerados. Com bolsas de estudo e apoio para que os alunos não sejam obrigados a abandonar a escola. Com banda larga gratuita para todos, computadores para os professores, salas de aula informatizadas para os estudantes. Com acesso a estágios, cursos de especialização e ajuda para entrar no mercado de trabalho de todo o Brasil.</p>
<p>Serão esses jovens bem formados e preparados que vão nos conduzir à sociedade do conhecimento</p>
<p>Protegeremos as crianças e os mais jovens da violência, do assédio das drogas, da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.</p>
<p>As crianças e os mais jovens devem ser, sim, protegidos pelo Estado, desde a infância até a vida adulta, para que possam se realizar, em sua plenitude, como brasileiros.</p>
<p>Um País se mede pelo grau de proteção que dá a suas crianças. São elas a essência do nosso futuro. E é na infância que a desigualdade social cobra seu preço mais alto. Crianças desassistidas do nascimento aos cinco anos serão jovens e adultos prejudicados nas suas aptidões e oportunidades. Cuidar delas adequadamente é combater a desigualdade social na raiz.</p>
<p>Vamos ampliar e disseminar por todo o Brasil a rede de creches, pré-escolas e escolas infantis. Um tipo de creche onde a criança tem acesso a socialização pedagógica, aos bens culturais e aos cuidados de nutrição e saúde indispensáveis a seu pleno desenvolvimento. Isso é o que está previsto no PAC 2.</p>
<p>Vamos resolver os problemas da saúde, pois temos um incomparável modelo institucional &#8211; o SUS. Com mais recursos e melhor gestão vamos aprimorar a eficácia do sistema. Vamos reforçar as redes de atenção à saúde e unificar as ações entre os níveis de governo. Darei importância às Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, ao SAMU, aos hospitais públicos e conveniados, aos programas Saúde da Família, Brasil Sorridente e Farmácia Popular.</p>
<p>Vamos cuidar das cidades brasileiras. Colocar todo o empenho do Governo Federal, junto com estados e municípios, para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas.</p>
<p>Vamos melhorar a habitação e universalizar o saneamento. Implantar transporte seguro, barato e eficiente.</p>
<p>Vamos reforçar os programas de segurança pública.</p>
<p>A conclusão do PAC 1 e a implementação do PAC 2, junto com a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida serão decisivos para realizar esse compromisso.</p>
<p>Vamos fortalecer a proteção de nosso meio ambiente. Continuaremos reduzindo o desmatamento e impulsionando a matriz energética mais limpa do mundo. Vamos manter a vanguarda na produção de biocombustíveis e desenvolver nosso potencial hidrelétrico. Desenvolver sem agredir o meio ambiente, com usinas a fio d&#8217;água e utilizando o modelo de usinas-plataforma. Aprofundaremos nosso zoneamento agro-ecológico. Nossas iniciativas explicam a liderança que alcançamos na Conferência sobre a Mudança do Clima, em Copenhague. As metas voluntárias de Copenhague, assumidas pelo Brasil, serão cumpridas, haja ou não acordo internacional. Este é o nosso compromisso.</p>
<p>Vamos aprofundar os avanços já alcançados em nossa política industrial e agrícola, com ênfase na inovação, no aperfeiçoamento dos mecanismos de crédito, aumentando nossa produtividade.</p>
<p>Agregar valor a nossas riquezas naturais, é fundamental numa política de geração de empregos no País. Tudo que puder ser produzido no Brasil, deve ser &#8211; e será &#8211; produzido no Brasil. Sondas, plataformas, navios e equipamentos aqui produzidos, para a exploração soberana do Pré-sal, vão gerar emprego e renda para os brasileiros. Emprego e renda que virão também da produção em indústrias brasileiras de fertilizantes, combustíveis e petroquímicos derivados do óleo bruto. Assim, com este modelo soberano e nacional, a exploração do Pré-sal dará diversidade e sofisticação à nossa indústria.</p>
<p>Os recursos do Pré-sal, aplicados no Fundo Social, sustentarão um grande avanço em nossa educação e na pesquisa científica e tecnológica. Recursos que também serão destinados para o combate à pobreza, para a defesa do meio ambiente e para a nossa cultura.</p>
<p>Vamos continuar mostrando ao mundo que é possível compatibilizar o desenvolvimento da agricultura familiar e do agronegócio. Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores e, ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem decisivamente para o superávit comercial brasileiro.</p>
<p>Todas as nossas ações de governo têm uma premissa: a preservação da estabilidade macro-econômica.</p>
<p>Vamos manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante.</p>
<p>Vamos seguir dando transparência aos gastos públicos e aperfeiçoando seus mecanismos de controle.</p>
<p>Vamos combater a corrupção, utilizando todos os mecanismos institucionais, como fizemos até agora.</p>
<p>Vamos concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais que não puderam ser completadas ou foram apenas parcialmente implantadas, como a reforma política e a tributária.</p>
<p>Vamos aprofundar nossa postura soberana no complexo mundo de hoje. Seremos intransigentes na defesa da paz mundial e de uma ordem econômica e política mais justa.</p>
<p>Enfim, vamos governar para todos. Com diálogo, tolerância e combatendo as desigualdades sociais e regionais.</p>
<p>Companheiras e companheiros,</p>
<p>Faremos na nossa campanha um debate de idéias, com civilidade e respeito à inteligência política dos brasileiros. Um debate voltado para o futuro.</p>
<p>Recebo essa missão especialmente como um mandato das mulheres brasileiras, como mais uma etapa no avanço de nossa participação política e como mais uma vitória contra a discriminação secular que nos foi imposta. Gostaria de repetir: quero com vocês, mulheres do meu País, abrir novos espaços na vida nacional.</p>
<p>Queridas amigas e amigos,</p>
<p>No limiar de uma nova etapa de minha vida, quando sou chamada à tamanha responsabilidade, penso em todos aqueles que fizeram e fazem parte de minha trajetória pessoal.</p>
<p>Em meus queridos pais.</p>
<p>Em minha filha, meu genro e em meu futuro neto ou neta.</p>
<p>Nos tantos amigos que fiz.</p>
<p>Nos companheiros com quem dividi minha vida.</p>
<p>Mas não posso deixar de ter uma lembrança especial para aqueles que não mais estão conosco. Para aqueles que caíram pelos nossos ideais. Eles fazem parte de minha história.</p>
<p>Mais que isso: eles são parte da história do Brasil.</p>
<p>Permitam-me recordar três companheiros que se foram na flor da idade.</p>
<p>Carlos Alberto Soares de Freitas.</p>
<p>Beto, você ia adorar estar aqui conosco.</p>
<p>Maria Auxiliadora Lara Barcelos</p>
<p>Dodora, você está aqui no meu coração. Mas também aqui entre nós todos.</p>
<p>Iara Yavelberg.</p>
<p>Iara, que falta fazem guerreiras como você.</p>
<p>O exemplo deles me dá força para assumir esse imenso compromisso.</p>
<p>A mesma força que vem de meus companheiros de partido, sobretudo daquele que é nosso primeiro companheiro &#8211; Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Esse ato de proclamação de minha candidatura tem uma significação que transcende seu aspecto eleitoral.</p>
<p>Estamos hoje concluindo o Quarto Congresso do Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>Mais do que isso: estamos celebrando os Trinta Anos do PT.</p>
<p>Trinta anos desta nova estrela que veio ocupar lugar fundamental no céu da política brasileira.</p>
<p>Em um período histórico relativamente curto mudamos a cara de nosso sofrido e querido Brasil.</p>
<p>O PT cumpriu essa tarefa porque não se afastou de seus compromissos originais. Soube evoluir. Mudou, quando foi preciso.</p>
<p>Mas não mudou de lado.</p>
<p>Até chegar à Presidência do país, o PT dirigiu cidades e estados da Federação, gerando práticas inovadoras políticas, econômicas e sociais que o mundo observa, admira e muitas vezes reproduz. Fizemos isso, preservando e fortalecendo a democracia.</p>
<p>Mas, a principal inovação que o Partido trouxe para a política brasileira foi colocar o povo &#8211; seus interesses, aspirações e esperanças &#8211; no centro de suas ações.</p>
<p>Olhando para este magnífico plenário o que vejo é a cara negra, branca, índia e mestiça do povo brasileiro.</p>
<p>Esta é a cara do meu partido.</p>
<p>O rosto daqueles e daquelas que acrescentam a sua jornada de trabalho, uma segunda jornada &#8211; ou terceira &#8211; a jornada da militância.</p>
<p>Quero dizer a todos vocês que tenho um enorme orgulho de ser petista. De militar no mesmo partido de vocês. De compartilhar com Lula essa militância.</p>
<p>Estou aceitando a honrosa missão que vocês me delegam com tranqüilidade e determinação.</p>
<p>Sei que não estou sozinha.</p>
<p>A tarefa de continuar mudando o Brasil é uma tarefa de milhões. Somos milhões.</p>
<p>Vamos todos juntos, até a vitória.</p>
<p>Viva o povo brasileiro!</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Siga o Blog do Marlon no <a href="www.twitter.com/blogdomarlon" target="_blank">twitter</a></em></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2010%2F02%2F21%2Fo-discurso-de-dilma%2F&amp;linkname=O%20discurso%20de%20Dilma">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/21/o-discurso-de-dilma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eleições 2010: Serra tem 11% de vantagem sobre Dilma</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/18/eleicoes-2010-serra-tem-11-de-vantagem-sobre-dilma/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/18/eleicoes-2010-serra-tem-11-de-vantagem-sobre-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 04:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aécio Neves]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=2275</guid>
		<description><![CDATA[ Os resultados do Ibope em fevereiro são mais modestos para Dilma Rousseff (PT) em relação a José Serra (PSDB) na comparação com as pesquisas CNT/Sensus e Vox Populi realizadas em janeiro.
A diferença está em 11% no Ibope contra 7% no Vox Populi e 5,4% no CNT/Sensus.
Mas a ministra de Lula mostra crescimento no levantamento Ibope. Subiu 8% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Os resultados do Ibope em fevereiro são mais modestos para Dilma Rousseff (PT) em relação a José Serra (PSDB) na comparação com as pesquisas <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/" target="_blank">CNT/Sensus e Vox Populi</a> realizadas em janeiro.</p>
<p>A diferença está em 11% no Ibope contra 7% no Vox Populi e 5,4% no CNT/Sensus.</p>
<p>Mas a ministra de Lula mostra crescimento no levantamento Ibope. Subiu 8% desde a última pesquisa realizada em novembro. O governador paulista caiu 2%.</p>
<p>O cenário com Ciro Gomes (PSB) favorece a candidata petista como nas outras consultas.</p>
<p><strong>Estimulada<br />
</strong><em>(com Ciro)</em><br />
Serra &#8211; 36%<br />
Dilma &#8211; 25%<br />
Ciro &#8211; 11%<br />
Marina &#8211; 8%<br />
Branco/Nulo &#8211; 11%<br />
Não sabe &#8211; 9%</p>
<p><strong>Estimulada<br />
</strong><em>(sem Ciro)</em><br />
Serra &#8211; 41%<br />
Dilma &#8211; 28%<br />
Marina &#8211; 10%<br />
Branco/Nulo &#8211; 12%<br />
Não sabe &#8211; 9%</p>
<p><strong>Espontânea</strong></p>
<p>Como nas demais pesquisas, Dilma consegue praticamente empatar com Serra quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores.<br />
Lula &#8211; 23%<br />
Serra &#8211; 10%<br />
Dilma &#8211; 9%<br />
Aécio &#8211; 3%<br />
Ciro &#8211; 1%<br />
Marina &#8211; 1%<br />
Outros com menos de 1% &#8211; 1%<br />
Branco/Nulo &#8211; 10%<br />
Não sabe &#8211; 42%</p>
<p><strong>Segundo turno &#8211; estimulada<br />
</strong>Serra &#8211; 47%<br />
Dilma &#8211; 33%<br />
Branco/Nulo &#8211; 12%<br />
Não Sabe &#8211; 8%</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>O levantamento encomendado pela Associação Comercial de São Paulo ouviu 2002 eleitores em 144 municípios em todas as regiões do país entre 6 e 9 de fevereiro. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2010%2F02%2F18%2Feleicoes-2010-serra-tem-11-de-vantagem-sobre-dilma%2F&amp;linkname=Elei%C3%A7%C3%B5es%202010%3A%20Serra%20tem%2011%25%20de%20vantagem%20sobre%20Dilma">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/18/eleicoes-2010-serra-tem-11-de-vantagem-sobre-dilma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eleições: o mapa dos votos de Serra e Dilma</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/02/eleicoes-o-mapa-dos-votos-de-serra-e-dilma/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/02/eleicoes-o-mapa-dos-votos-de-serra-e-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 04:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=2202</guid>
		<description><![CDATA[
Nos cruzamentos da pesquisa CNT/Sensus, os desafios de cada candidato.
Na lista com quatro pré-candidatos, José Serra (PSDB) tem 33,2%. Dilma Rousseff (PT), 27,8%.
Serra alcança mais apoio no meio urbano, 34%. Dilma no meio rural, 36,9%, que concentra o menor número de eleitores.
Sexo
As mulheres estão com Serra, 33,4% contra 24% para Dilma.
Entre os homens a diferença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2206" title="SERRA E DILMA - FOTOS ABR" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SERRA-E-DILMA-FOTOS-ABR-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></p>
<p>Nos cruzamentos da <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/" target="_blank">pesquisa CNT/Sensus</a>, os desafios de cada candidato.</p>
<p>Na lista com quatro pré-candidatos, José Serra (PSDB) tem 33,2%. Dilma Rousseff (PT), 27,8%.</p>
<p>Serra alcança mais apoio no meio urbano, 34%. Dilma no meio rural, 36,9%, que concentra o menor número de eleitores.</p>
<p><strong>Sexo</strong></p>
<p>As mulheres estão com Serra, 33,4% contra 24% para Dilma.</p>
<p>Entre os homens a diferença é menor, 33% a 31,9% para Serra.</p>
<p>O Brasil tem 132.054.280 eleitores, sendo 68.431.038 mulheres (51,82%) e 63.469.326 homens (48,06%).</p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>Serra é melhor no Sul (41,9%), Norte/Centro-Oeste (35,1%) e Sudeste (34,7%).</p>
<p>Dilma vai bem no Nordeste (38%).</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="516">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="127"></col>
<col span="1" width="75"></col>
<col span="1" width="89"></col>
<col span="1" width="99"></col>
<col span="1" width="126"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="127" height="20">Candidato</td>
<td width="75">Sudeste</td>
<td width="89">Sul</td>
<td width="99">Nordeste</td>
<td width="126">Norte/Centro-Oeste</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">34,7</td>
<td align="right">41,9</td>
<td align="right">25,4</td>
<td align="right">35,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">22,7</td>
<td align="right">26,5</td>
<td align="right">38</td>
<td align="right">24,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes</td>
<td align="right">10,2</td>
<td align="right">7,9</td>
<td align="right">15,9</td>
<td align="right">13,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">8,4</td>
<td align="right">5,8</td>
<td align="right">4,3</td>
<td align="right">7,9</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco</td>
<td align="right">13,5</td>
<td align="right">13,4</td>
<td align="right">6,3</td>
<td align="right">7</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">10,6</td>
<td align="right">4,5</td>
<td align="right">10,2</td>
<td align="right">12,6</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Abaixo o peso eleitoral de cada região, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<table width="50%">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" align="center"><strong>Pesquisa por Região - Dezembro / 2009</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">Região</td>
<td width="35%" align="right">Eleitorado</td>
<td width="25%" align="right">%</td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">CENTRO-OESTE</td>
<td width="35%" align="right">9.349.307</td>
<td width="25%" align="right">7,08</td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">EXTERIOR</td>
<td width="35%" align="right">154.097</td>
<td width="25%" align="right">0,117</td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">NORDESTE</td>
<td width="35%" align="right">35.679.053</td>
<td width="25%" align="right">27,018</td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">NORTE</td>
<td width="35%" align="right">9.602.732</td>
<td width="25%" align="right">7,272</td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">SUDESTE</td>
<td width="35%" align="right">57.520.315</td>
<td width="25%" align="right">43,558</td>
</tr>
<tr>
<td width="40%" align="left">SUL</td>
<td width="35%" align="right">19.748.776</td>
<td width="25%" align="right">14,955</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong>Idades</strong></p>
<p>Serra obtém larga vantagem entre os eleitores mais jovens.</p>
<p>Dilma equilibra entre os eleitores de 25 a 29 anos.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="600">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="110"></col>
<col span="5" width="72"></col>
<col span="1" width="82"></col>
<col span="1" width="48"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="110" height="20">Candidato</td>
<td width="72">16-17 anos</td>
<td width="72">18-24 anos</td>
<td width="72">25-29 anos</td>
<td width="72">30-39 anos</td>
<td width="72">40-49 anos</td>
<td width="82">50 anos ou +</td>
<td width="48">TOTAL</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">45,5</td>
<td align="right">35,3</td>
<td align="right">34,5</td>
<td align="right">30,3</td>
<td align="right">33,6</td>
<td align="right">31,1</td>
<td align="right">33,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">17,2</td>
<td align="right">27,5</td>
<td align="right">34,9</td>
<td align="right">30,8</td>
<td align="right">24,8</td>
<td align="right">26,5</td>
<td align="right">27,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes</td>
<td align="right">12,1</td>
<td align="right">11,1</td>
<td align="right">9,9</td>
<td align="right">14,6</td>
<td align="right">10,7</td>
<td align="right">12</td>
<td align="right">11,9</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">7,1</td>
<td align="right">9</td>
<td align="right">5,6</td>
<td align="right">4,5</td>
<td align="right">8,3</td>
<td align="right">6,7</td>
<td align="right">6,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco</td>
<td align="right">1</td>
<td align="right">8,7</td>
<td align="right">9,1</td>
<td align="right">13,9</td>
<td align="right">11,6</td>
<td align="right">10,5</td>
<td align="right">10,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">17,2</td>
<td align="right">8,4</td>
<td align="right">6</td>
<td align="right">6</td>
<td align="right">11</td>
<td align="right">13,2</td>
<td align="right">9,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Estudo</strong></p>
<p>Quando a escolaridade sobe, melhora o desempenho de Serra.</p>
<p>Dilma oscila entre os quatro níveis da pesquisa.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="434">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="114"></col>
<col span="5" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="114" height="20">Candidato</td>
<td width="64">Primário</td>
<td width="64">Ginasial</td>
<td width="64">Colegial</td>
<td width="64">Superior</td>
<td width="64">TOTAL</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">32</td>
<td align="right">32,5</td>
<td align="right">33,1</td>
<td align="right">37,2</td>
<td align="right">33,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">28,2</td>
<td align="right">26,7</td>
<td align="right">28,6</td>
<td align="right">26,3</td>
<td align="right">27,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes</td>
<td align="right">10,5</td>
<td align="right">15,7</td>
<td align="right">12,1</td>
<td align="right">8,3</td>
<td align="right">11,9</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">6,4</td>
<td align="right">4,7</td>
<td align="right">6,7</td>
<td align="right">11,3</td>
<td align="right">6,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco</td>
<td align="right">10</td>
<td align="right">10,8</td>
<td align="right">11,4</td>
<td align="right">8,6</td>
<td align="right">10,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">12,9</td>
<td align="right">9,6</td>
<td align="right">7,9</td>
<td align="right">8,3</td>
<td align="right">9,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Renda</strong></p>
<p>Os melhores números de Serra são com os eleitores com renda acima de 10 salários mínimos.</p>
<p>Dilma oscila entre as cinco faixas de renda.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="515">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="114"></col>
<col span="3" width="64"></col>
<col span="1" width="70"></col>
<col span="1" width="75"></col>
<col span="1" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="114" height="20">Candidato</td>
<td width="64">Até 1 SM</td>
<td width="64">1 a 5 SM</td>
<td width="64">5 a 10 SM</td>
<td width="70">10 a 20 SM</td>
<td width="75">Mais de 20</td>
<td width="64">TOTAL</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">30,3</td>
<td align="right">33,6</td>
<td align="right">31,6</td>
<td align="right">37,3</td>
<td align="right">50</td>
<td align="right">33,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">28,1</td>
<td align="right">28,3</td>
<td align="right">25,9</td>
<td align="right">26,3</td>
<td align="right">26,7</td>
<td align="right">27,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes</td>
<td align="right">12,4</td>
<td align="right">12,2</td>
<td align="right">11,4</td>
<td align="right">11,9</td>
<td>xx</td>
<td align="right">11,9</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">7</td>
<td align="right">6</td>
<td align="right">9,5</td>
<td align="right">5,9</td>
<td align="right">10</td>
<td align="right">6,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco</td>
<td align="right">7,3</td>
<td align="right">10,5</td>
<td align="right">13,3</td>
<td align="right">11</td>
<td align="right">13,3</td>
<td align="right">10,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">14,9</td>
<td align="right">9,3</td>
<td align="right">8,2</td>
<td align="right">7,6</td>
<td>xx</td>
<td align="right">9,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p> <strong>Pesquisa</strong></p>
<p>A CNT/Sensus fez duas mil entrevistas em 24 estados entre os dias 25 a 29 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2010%2F02%2F02%2Feleicoes-o-mapa-dos-votos-de-serra-e-dilma%2F&amp;linkname=Elei%C3%A7%C3%B5es%3A%20o%20mapa%20dos%20votos%20de%20Serra%20e%20Dilma">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/02/eleicoes-o-mapa-dos-votos-de-serra-e-dilma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eleições: Dilma sobe e chega a empate técnico com Serra</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 18:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=2195</guid>
		<description><![CDATA[A distância entre Serra e Dilma que caiu de forma moderada em 2009 é cada vez menor.
Na primeira pesquisa CNT/Sensus do ano, o governador paulista José Serra (PSDB) tem 33,2% contra 27,8% da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). A vantagem tucana em janeiro é de 5,4%. Era de 11,1% em novembro.
O cenário atual é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A distância entre Serra e Dilma que caiu de forma moderada em 2009 é cada vez menor.</p>
<p>Na primeira pesquisa CNT/Sensus do ano, o governador paulista José Serra (PSDB) tem 33,2% contra 27,8% da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). A vantagem tucana em janeiro é de 5,4%. Era de 11,1% em novembro.</p>
<p>O cenário atual é de empate técnico, considerando-se a margem de erro de 3% para mais ou para menos.</p>
<p>O deputado federal Ciro Gomes (PSB) perdeu fôlego e a senadora Marina Silva (PV) teve leve alta.</p>
<p><strong>1º turno para presidente, lista 1 &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p><em>Estimulada (%)</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="319">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="191"></col>
<col span="2" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="191" height="20">Candidato</td>
<td width="64" align="right">nov/09</td>
<td width="64" align="right">jan/10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">31,8</td>
<td align="right">33,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">21,7</td>
<td align="right">27,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes</td>
<td align="right">17,5</td>
<td align="right">11,9</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">5,9</td>
<td align="right">6,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco/Nulo</td>
<td align="right">11,1</td>
<td align="right">10,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">12,1</td>
<td align="right">9,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong>1º turno para presidente, lista 2 &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p><em>Estimulada (%)</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="319">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="191"></col>
<col span="2" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="191" height="20">Candidato</td>
<td width="64" align="right">nov/09</td>
<td width="64" align="right">jan/10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">40,5</td>
<td align="right">40,7</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">23,5</td>
<td align="right">28,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">8,1</td>
<td align="right">9,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco/Nulo</td>
<td align="right">14,2</td>
<td align="right">10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">14,2</td>
<td align="right">10</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O levantamento mostra a tendência revelada na semana passada pela pesquisa Vox Populi da TV Bandeirantes. Com Ciro Gomes candidato, Dilma tem melhor desempenho contra Serra.</p>
<p>Vox Populi (Jan/10) ouviu 2 mil pessoas em 23 estados e no Distrito Federal, entre os dias 14 e 17 de janeiro com margem de erro de três pontos percentuais:</p>
<p>José Serra 34%</p>
<p>Dilma Rousseff 27%</p>
<p>Ciro Gomes 11%</p>
<p>Marina Silva 6%</p>
<p>Brancos e nulos 10%</p>
<p>Indecisos/não opinaram 9% </p>
<p><strong>1º turno para presidente &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p><em>Espontânea (%)</em></p>
<p>Lula 18,7<br />
Dilma Rousseff 9,5<br />
José Serra 9,3<br />
Aécio Neves 2,1<br />
Marina Silva 1,6<br />
Ciro Gomes 1,2<br />
Outros 1,9<br />
Branco/Nulo 2,6<br />
Não sabem/Não responderam 53,1</p>
<p>Mais da metade (53,1%) dos eleitores está indecisa.</p>
<p><strong>2º turno para presidente, lista 1 &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p>No cruzamento de segundo turno, Dilma reduziu a diferença para 6,9% (era de 18,6 em novembro).</p>
<p><em>Estimulada (%)</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="319">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="191"></col>
<col span="2" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="191" height="20">Candidato  </td>
<td width="64" align="right">nov/09</td>
<td width="64" align="right">jan/10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra </td>
<td align="right">46,8</td>
<td align="right">44</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff  </td>
<td align="right">28,2</td>
<td align="right">37,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Branco/Nulo  </td>
<td align="right">11,9</td>
<td align="right">10,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR </td>
<td align="right">13,2</td>
<td align="right">8,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Limite de voto</strong></p>
<p>Menos conhecida entre os três principais candidatos, Dilma é a que consegue mais fidelidade (única que o eleitor votaria).</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="480">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="127"></col>
<col span="1" width="75"></col>
<col span="1" width="89"></col>
<col span="1" width="99"></col>
<col span="1" width="90"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="127" height="20">LIMITE DE VOTO</td>
<td width="75">Único que</td>
<td width="89">Poderia</td>
<td width="99">Não</td>
<td width="90">Não</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20" align="right">jan/10</td>
<td>Votaria</td>
<td>Votar</td>
<td>Votaria</td>
<td>Conhece</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Presidente</td>
<td>%</td>
<td>%</td>
<td>%</td>
<td>%</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff </td>
<td align="right">17,9</td>
<td align="right">38,5</td>
<td align="right">28,4</td>
<td align="right">9,4</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra </td>
<td align="right">15,4</td>
<td align="right">45,4</td>
<td align="right">29,7</td>
<td align="right">4,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes  </td>
<td align="right">8,2</td>
<td align="right">47,3</td>
<td align="right">30,3</td>
<td align="right">7,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">6,9</td>
<td align="right">23,4</td>
<td align="right">36,6</td>
<td align="right">27,2</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Lula</strong></p>
<p>O crescimento da candidatura petista leva em conta a avaliação do governo Lula &#8211; o que não é surpresa.</p>
<p>A avaliação do governo é positiva para 71,4% dos entrevistados contra 70% em novembro e 72,5% em janeiro de 2009.</p>
<p>Quanto ao desempenho, 81,7% aprovam Lula. Em novembro, eram 78,9% e em janeiro de 2009, 84%.</p>
<p>A avaliação de emprego, renda mensal, saúde, educação e segurança melhorou na comparação com novembro de 2009.</p>
<p>Mas aumentou a expectativa de que as seis variáveis vão piorar neste semestre, embora o índice dos que acham que vai melhorar oscila entre 50,7% e 62,9%.</p>
<p>Na avaliação setorial, escola, saúde e estradas têm notas melhores que nas pesquisas anteriores. Em transporte a nota é pior e segurança ficou estável.</p>
<p><strong>Política</strong></p>
<p>Apenas 25,5% disseram estar acompanhando com muito interesse as eleições para presidente.</p>
<p>Outros 42,1% responderam ter interesse médio e 31,3% encontram-se sem interesse.</p>
<p>É este um terço dos eleitores que pode pender para qualquer lado, independente de ideias, propostas e histórico dos candidatos.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>A CNT/Sensus fez duas mil entrevistas em 24 estados entre os dias 25 a 29 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2010%2F02%2F01%2Feleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra%2F&amp;linkname=Elei%C3%A7%C3%B5es%3A%20Dilma%20sobe%20e%20chega%20a%20empate%20t%C3%A9cnico%20com%20Serra">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

