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	<title>Blog do Marlon &#187; Eleições</title>
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	<description>Uma análise do país e do mundo direto de Brasília</description>
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		<title>Campanha para presidência pode custar quase meio bilhão de reais</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 19:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>

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		<description><![CDATA[A campanha eleitoral dos nove candidatos à presidência da República custará até R$ 463,3 milhões.
Os valores foram declarados à Justiça Eleitoral nos pedidos de registros de candidaturas.
Serra, Dilma e Marina, que dominam as primeiras posições nas pesquisas de intenções de voto, vão gastar até R$ 427 milhões. Os três representam 92,16% de todos os gastos para a campanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha eleitoral dos nove candidatos à presidência da República custará até R$ 463,3 milhões.</p>
<p>Os valores foram declarados à Justiça Eleitoral nos pedidos de registros de candidaturas.</p>
<p>Serra, Dilma e Marina, que dominam as primeiras posições nas pesquisas de intenções de voto, vão gastar até R$ 427 milhões. Os três representam 92,16% de todos os gastos para a campanha ao Planalto.</p>
<p>Na eleição de 2006, os sete candidatos à presidência gastaram R$ 173,05 milhões.</p>
<p><strong>José Serra</strong><br />
A coligação formada pelo PSDB, DEM, PTB, PPS e PT do B pretende gastar até R$ 180 milhões.</p>
<p>Geraldo Alckmin gastou R$ 79.206.150,77 em 2006.</p>
<p><strong>Dilma Rousseff<br />
</strong>A coligação formada por PT, PMDB, PDT, PSB, PR, PCdoB, PRB, PTN, PSC E PTC informou que o teto de gastos de campanha será de R$ 157 milhões.</p>
<p>Lula gastou R$ 91.490.670,71 há quatro anos.</p>
<p><strong>Marina Silva</strong><br />
A candidata do PV estimou em R$ 90 milhões o total de gastos.</p>
<p><strong>José Maria Eymael<br />
</strong>O PSDC limitou os gastos de campanha em R$ 25 milhões.</p>
<p>Eymael gastou R$ 272.496,87 em 2006.</p>
<p><strong>Levy Fidelix<br />
</strong>O candidato do PRTB orçou em R$ 10 milhões o gasto máximo na campanha eleitoral.</p>
<p><strong>Plínio de Arruda Sampaio</strong><br />
O candidato do PSOL gastará até R$ 900 mil.</p>
<p>Heloisa Helena gastou R$ 155.135,38 em 2006.</p>
<p><strong>José Maria de Almeida<br />
</strong>O PSTU prevê gastar no máximo R$ 300 mil.</p>
<p><strong>Rui Pimenta<br />
</strong>O candidato do PCO estima gastar até R$ 100 mil na campanha.</p>
<p><strong>Ivan Pinheiro</strong><br />
O TSE ainda não informou a previsão de gastos do candidato do PCB.</p>
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		<title>O calvário dos prefeitos para conseguir recursos. &#8220;A história do pires na mão&#8221;</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/05/19/o-calvario-dos-prefeitos-para-conseguir-recursos-a-historia-do-pires-na-mao/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 19:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CNM]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitos]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro dos prefeitos com os três pré-candidatos mais bem colocados na corrida ao Palácio do Planalto teve mais repercussão pelo que não se discutiu do que pela oitiva de promessas.
Um vídeo preparado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) deixou de ser exibido para a plateia de peregrinos e para os três profetas &#8211; Dilma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O encontro dos prefeitos com os três pré-candidatos mais bem colocados na corrida ao Palácio do Planalto teve mais repercussão pelo que não se discutiu do que pela oitiva de promessas.</p>
<p>Um vídeo preparado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) deixou de ser exibido para a plateia de peregrinos e para os três profetas &#8211; Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).</p>
<p>- Cadê o vídeo? &#8211; reagia Serra à organização que se manteve inerte, possivelmente para evitar que o conteúdo criticasse o governo Lula.</p>
<p>O vídeo narrado e ilustrado por história em quadrinhos começa com um prefeito com um pires na mão e termina com uma relação de operações policiais que desbarataram fraudes de gestores municipais.</p>
<a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/05/19/o-calvario-dos-prefeitos-para-conseguir-recursos-a-historia-do-pires-na-mao/"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a>
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		<title>Eleições 2010: Dilma se aproxima mais de Serra</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/13/eleicoes-2010-dilma-se-aproxima-mais-de-serra/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 22:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Três décimos é a diferença entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), de acordo com a pesquisa Sensus encomendada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo (Sintrapav).
Serra &#8211; 32,7%
Dilma &#8211; 32,4%
Ciro &#8211; 10,1%
Marina &#8211; 8,1%
No cenário sem Ciro Gomes (PSB), Serra fica com 36,8%, Dilma com 34% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três décimos é a diferença entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), de acordo com a pesquisa Sensus encomendada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo (Sintrapav).</p>
<p>Serra &#8211; 32,7%</p>
<p>Dilma &#8211; 32,4%</p>
<p>Ciro &#8211; 10,1%</p>
<p>Marina &#8211; 8,1%</p>
<p>No cenário sem Ciro Gomes (PSB), Serra fica com 36,8%, Dilma com 34% e Marina com 10,6%.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong><br />
O Sensus entrevistou 2 mil pessoas entre 5 e 9 de abril em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 por cento.</p>
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		<title>O discurso de Serra</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/12/o-discurso-de-serra/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 01:35:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[
Com o bordão &#8220;O Brasil pode mais&#8221; no desfecho de cada dedo de prosa, o pré-candidato José Serra (PSDB) fez um discurso generalista.
Destacou características pessoais, lembrou da família, da atuação política e evitou criticar Lula e o governo petista.
Líder nas pesquisas, o tucano disse no sábado (10) no lançamento da pré-candidatura em Brasília que &#8221;o governo deve servir ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-2448" title="JOSÉ SERRA-10-04-10-FOTO PAULA SHOLL-SITE PSDB" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/JOSÉ-SERRA-10-04-10-FOTO-PAULA-SHOLL-SITE-PSDB-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" /></strong></p>
<p>Com o bordão &#8220;O Brasil pode mais&#8221; no desfecho de cada dedo de prosa, o pré-candidato José Serra (PSDB) fez um discurso generalista.</p>
<p>Destacou características pessoais, lembrou da família, da atuação política e evitou criticar Lula e o governo petista.</p>
<p>Líder nas pesquisas, o tucano disse no sábado (10) no lançamento da pré-candidatura em Brasília que &#8221;o governo deve servir ao povo, não a partidos e a corporações que não representam o interesse público.&#8221; E defendeu ricos e pobres, &#8220;lado a lado, na solidariedade necessária à construção de um país que seja realmente de todos.&#8221;</p>
<p>Abaixo, alguns pontos do discurso que se encontra na íntegra logo depois.</p>
<p><strong>&#8220;Não foram conquistas de um homem só&#8221;<br />
</strong>Ao destacar os últimos 25 anos do Brasil, Serra lembrou da redemocratização, do Real, do SUS. &#8220;Não foram conquistas de um só homem ou de um só Governo, muito menos de um único partido&#8221;, discursou o tucano.</p>
<p><strong>Crenças e valores</strong><br />
Para o exercício da política e do poder, Serra elencou honestidade, verdade, caráter, honra, coragem, coerência, brio profissional e perseverança.</p>
<p><strong>Guimarães Rosa<br />
</strong>Ao falar do desafio da campanha, Serra destacou o poeta mineiro: &#8220;O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.&#8221;</p>
<p><strong>Promessas</strong></p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/21/o-discurso-de-dilma/" target="_blank">Ao contrário de Dilma que pontuou promessas</a>, o tucano diluiu-as ao apresentar áreas que defendeu avanços.</p>
<ul>
<li>Melhorar a educação;</li>
<li>Melhorar a saúde;</li>
<li>Assumir a responsabilidade pela segurança pública;</li>
<li>Criar ações preventivas, educativas, repressivas e de assistência combinadas com a expansão da qualificação profissional e a oferta de empregos;</li>
<li>Ampliar os investimentos em infra-estrutura;</li>
<li>Tratar com mais seriedade a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável;</li>
<li>Investir nas Forças Armadas.</li>
</ul>
<p><strong><span id="more-2447"></span>Íntegra do discurso de sábado, 10 de abril de 2010<br />
</strong>O BRASIL PODE MAIS</p>
<p>Venho hoje, aqui, falar do meu amor pelo Brasil; falar da minha vida; falar da minha experiência; falar da minha fé; falar das minhas esperanças no Brasil. E mostrar minha disposição de assumir esta caminhada. Uma caminhada que vai ser longa e difícil mas que com a ajuda de Deus e com a força do povo brasileiro será com certeza vitoriosa.</p>
<p>Alguns dias atrás, terminei meu discurso de despedida do Governo de São Paulo afirmando minha convicção de que o Brasil pode mais.  Quatro palavras, em meio a muitas outras. Mas que ganharam destaque porque traduzem de maneira simples e direta o sentimento de milhões de brasileiros: o de que o Brasil, de fato, pode mais. E é isto que está em jogo nesta hora crucial!</p>
<p>Nos últimos 25 anos, o povo brasileiro alcançou muitas conquistas: retomamos a Democracia, arrancamos nas ruas o direito de votar para presidente, vivemos hoje num país sem censura e com uma imprensa livre. Somos um  Estado de Direito Democrático. Fizemos uma nova Constituição, escrita por representantes do povo.  Com o Plano Real, o Brasil transformou sua economia a favor do povo, controlou a inflação, melhorou a renda e a vida dos mais pobres, inaugurou uma nova Era no Brasil. Também conquistamos a responsabilidade fiscal dos governos. Criamos uma agricultura mais forte,  uma indústria eficiente e um sistema financeiro sólido. Fizemos o Sistema Único de Saúde,  conseguimos colocar as crianças na escola, diminuímos a miséria, ampliamos o consumo e o crédito, principalmente para os brasileiros mais pobres. Tudo isso em 25 anos. Não foram conquistas de um só homem ou de um só Governo, muito menos de um único partido.  Todas são resultado de 25 anos de estabilidade democrática, luta e trabalho. E nós somos militantes dessa transformação, protagonistas mesmo, contribuímos para essa história de progresso e de avanços do nosso País.  Nós podemos nos orgulhar disso.</p>
<p>Mas, se avançamos, também devemos admitir que ainda falta muito por fazer. E se considerarmos os avanços em outros países e o potencial do Brasil, uma conclusão é inevitável: o Brasil pode ser muito mais do que é hoje.</p>
<p>Mas para isso temos de enfrentar os problemas nacionais e resolvê-los, sem ceder à demagogia, às bravatas ou à politicagem. E esse é um bom momento para reafirmarmos nossos valores. Começando pelo apreço à Democracia Representativa, que foi fundamental para chegarmos aonde chegamos. Devemos respeitá-la, defendê-la, fortalecê-la. Jamais afrontá-la.</p>
<p>Democracia e Estado de Direito são valores universais, permanentes, insubstituíveis e inegociáveis. Mas não são únicos. Honestidade, verdade, caráter, honra, coragem, coerência, brio profissional, perseverança são essenciais ao exercício da política e do Poder. É nisso que eu acredito e é assim que eu ajo e continuarei agindo. Este é o momento de falar claro, para que ninguém se engane sobre as minhas crenças e valores. É com base neles que também reafirmo: o Brasil, meus amigos e amigas, pode mais.</p>
<p>Governos, como as pessoas, têm que ter alma. E a alma que inspira nossas ações é a vontade de melhorar a vida das pessoas que dependem do estudo e do trabalho, da Saúde e da Segurança. Amparar os que estão desamparados.</p>
<p>Sabem quantas pessoas com alguma deficiência física existem no Brasil? Mais de 20 milhões – a esmagadora maioria sem o conforto da acessibilidade aos equipamentos públicos e a um tratamento de reabilitação. Os governos, como as pessoas, têm que ser solidários com todos e principalmente com aqueles que são mais vulneráveis.</p>
<p>Quem governa, deve acreditar no planejamento de suas ações. Cultivar a austeridade fiscal, que significa fazer melhor e mais com os mesmos recursos. Fazer mais do que repetir promessas.   O governo deve ouvir a voz dos trabalhadores e dos desamparados, das mulheres e das famílias, dos servidores públicos e dos profissionais de todas as áreas, dos jovens e dos idosos, dos pequenos e dos grandes empresários, do mercado financeiro, mas também do mercado dos que produzem alimentos, matérias-primas, produtos industriais e serviços  essenciais,  que são o fundamento do nosso desenvolvimento, a máquina de gerar empregos, consumo e riqueza.</p>
<p>O governo deve servir ao povo, não a partidos e a corporações que não representam o interesse público.  Um governo deve sempre procurar unir a nação. De mim, ninguém deve esperar que estimule disputas de pobres contra ricos, ou de ricos contra  pobres. Eu quero todos, lado a lado, na solidariedade necessária à construção de um país que seja realmente de todos.</p>
<p>Ninguém deve esperar que joguemos estados do Norte contra estados do Sul, cidades grandes contra cidades pequenas, o urbano contra o rural, a indústria contra os serviços, o comércio contra a agricultura, azuis contra vermelhos, amarelos contra verdes.  Pode ser engraçado no futebol. Mas não é quando se fala de um País. E é deplorável  que haja gente que, em nome da política, tente dividir o nosso Brasil.</p>
<p>Não aceito o raciocínio do nós contra eles. Não cabe na vida de uma Nação. Somos todos irmãos na pátria. Lutamos pela união dos brasileiros e não pela sua divisão.  Pode haver uma desavença aqui outra acolá, como em qualquer família. Mas vamos trabalhar somando, agregando. Nunca dividindo. Nunca excluindo. O Brasil tem grandes carências. Não pode perder energia com disputas entre brasileiros. Nunca será um país desenvolvido se não promover um equilíbrio maior entre suas regiões. Entre a nossa Amazônia, o Centro Oeste e  o Sudeste. Entre o Sul e o Nordeste.   Por isso, conclamo: Vamos juntos. O Brasil pode mais. O desenvolvimento é uma escolha. E faremos essa escolha. Estamos preparados para isso.</p>
<p>Ninguém deve esperar que joguemos o governo contra a oposição, porque não o faremos. Jamais rotularemos os adversários como inimigos da pátria ou do povo. Em meio século de militância política nunca fiz isso. E não vou fazer. Eu quero todos juntos, cada um com sua identidade, em nome do bem comum.</p>
<p>Na Constituinte fiz a emenda que permitiu criar o FAT, financiar e fortalecer o BNDES e tirar do papel o seguro-desemprego – que hoje beneficia 10 milhões de trabalhadores.  Todos os partidos e blocos a apoiaram. No ministério da Saúde  do governo Fernando Henrique tomei a iniciativa de enviar ou refazer e impulsionar seis projetos de lei e uma emenda constitucional – a criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Agência Nacional de Saúde, a implantação dos genéricos, a proibição do fumo nos aviões e da propaganda de cigarros, a regulamentação dos planos de saúde, o combate à falsificação de remédios e a PEC 29, que vinculou recursos à Saúde nas três esferas da Federação -  todos, sem exceção, aprovados pelos parlamentares do governo e da oposição. É assim que eu trabalho: somando e unindo, visando ao bem comum. Os membros do Congresso que estão me ouvindo, podem testemunhar: suas emendas ao orçamento da Saúde eram acolhidas pela qualidade, nunca devido à sua filiação partidária.</p>
<p>Se o povo assim decidir,  vamos governar com todas e com todos, sem discriminar ninguém. Juntar pessoas em vez de separá-las; convidá-las ao diálogo, em vez de segregá-las; explicar os nossos propósitos, em vez de hostilizá-las. Vamos valorizar o talento, a honestidade e o patriotismo em vez de indagar a filiação partidária.</p>
<p>Minha história de vida e minhas convicções pessoais sempre estiveram comprometidas com a unidade do país e com a unidade do seu povo. Sou filho de imigrantes, morei e cresci num bairro de trabalhadores que vinham de todas as partes, da Europa, do Nordeste, do Sul. Todos em busca de oportunidade e de esperança.</p>
<p>A liderança no movimento estudantil me fez conhecer e conviver com todo o Brasil  logo ao final da minha adolescência. Aliás, na época,   aprendi mesmo a fazer política no Rio, em Minas, na Bahia e em Pernambuco, aos 21 anos de idade. O longo exílio me levou sempre a enxergar e refletir sobre o nosso país como um todo.</p>
<p>Minha história pessoal está diretamente vinculada à valorização do trabalho, à valorização do esforço, à valorização da dedicação. Lembro-me do meu pai, um modesto comerciante de  frutas no mercado municipal: doze horas de jornada de trabalho nos dias úteis, dez horas no sábado, cinco horas aos domingos. Só não trabalhava no dia 1 de janeiro. Férias? Um luxo, pois deixava de ganhar o dinheiro da nossa subsistência.  Um homem austero, severo, digno. Seu exemplo me marcou na vida e na compreensão do que significa o amor familiar de um trabalhador: ele carregava caixas de frutas para que um dia eu pudesse carregar caixas de livros.</p>
<p>E eu me esforço para tornar digno o trabalho de todo homem e mulher, do ser humano como ele foi. Porque vejo a imagem de meu pai em cada trabalhador. Eu a vi outro dia, na inauguração do Rodoanel, quando um dos operários fez questão de me mostrar com orgulho seu nome no mural que eu  mandei fazer para exibir a identidade de todos  os trabalhadores que fizeram aquela obra espetacular. Por que o mural? Por justo reconhecimento e porque eu sabia que despertaria neles o orgulho de quem sabe exercer a profissão. Um momento de revelação a si mesmos de que eles são os verdadeiros construtores nesta nação.</p>
<p>Eu vejo em cada criança na escola o menino que eu fui, cheio de esperanças, com o peito cheio de crença no futuro. Quando prefeito e quando governador, passei anos indo às escolas para dar aula (de verdade) à criançada da quarta série. Ia reencontrar-me comigo mesmo. Porque  tudo o que eu sou aprendi em duas escolas: a escola pública e a escola da vida pública. Aliás, e isto é um perigo dizer, com freqüência uso senhas de computador baseadas no nome de minhas professoras no curso primário. E toda vez que escrevo lembro da sua fisionomia, da sua voz, do seu esforço, e até das broncas, de um puxão de orelhas, quando eu fazia alguma bagunça.</p>
<p>Mas é por isso tudo que sempre lutei e luto tanto pela educação dos milhões de filhos do Brasil. No país com que sonho para os meus netos, o melhor caminho para o sucesso e a prosperidade será a matrícula numa boa escola, e não a carteirinha de um partido político.  E estou convencido de uma coisa: bons prédios, serviços adequados de merenda, transporte escolar, atividades esportivas e culturais, tudo é muito importante e deve ser aperfeiçoado. Mas a condição fundamental é a melhora do aprendizado na sala de aula, propósito bem declarado pelo governo, mas que praticamente não saiu do papel. Serão necessários mais recursos. Mas pensemos no custo para o Brasil  de não ter essa nova Educação em  que o filho do pobre freqüente uma escola tão boa quanto a do filho do rico. Esse é um compromisso.</p>
<p>É preciso prestar atenção num retrocesso grave dos últimos anos: a estagnação da escolaridade entre os adolescentes.  Para essa faixa de idade, embora não exclusivamente para ela,  vamos turbinar o ensino técnico e profissional, aquele que vira emprego. Emprego para a juventude, que é  castigada pela falta de oportunidades de subir na vida.  E vamos fazer de forma descentralizada, em parcerias com  estados e municípios, o que garante uma vinculação entre as escolas técnicas e os mercados locais, onde os empregos são gerados. Ensino de qualidade e de custos moderados,   que nos permitirá multiplicar por dois ou três o número de alunos no país inteiro, num período de governo.  Sim,  meus amigos e amigas, o Brasil pode mais.</p>
<p>Podemos e devemos fazer mais pela saúde do nosso povo. O SUS foi  um filho da Constituinte que nós consolidamos no governo passado, fortalecendo a integração entre União, Estados e Municípios;  carreando mais recursos para o setor;  reduzindo custos de medicamentos;  enfrentando com sucesso  a barreira das patentes, no Brasil e na Organização Mundial do Comércio;   ampliando o sistema de atenção básica e o Programa Saúde da Família em todo o Brasil;  prestigiando o setor filantrópico sério,  com quem fizemos grandes parcerias,   dos hospitais até a prevenção e promoção da Saúde, como a Pastoral da Criança; fazendo a melhor campanha contra a AIDS do mundo em desenvolvimento; organizando os mutirões; fazendo mais vacinações; ampliando a assistência às pessoas com deficiência;  cerceando o abuso do incentivo ao cigarro e ao tabaco em geral. E muitas outras coisas mais. De fato, e mais pelo que aconteceu na primeira metade do governo, a Saúde estagnou ou avançou pouco.  Mas a  Saúde pode avançar muito mais. E nós sabemos como fazer isso acontecer.</p>
<p>Saúde é vida, Segurança também. Por isso, o governo federal deve assumir mais responsabilidades face à gravidade da situação. E não tirar o corpo fora porque a Constituição atribui aos governos estaduais a competência principal nessa área. Tenho visto gente criticar o Estado Mínimo, o Estado Omisso. Concordo. Por isso mesmo, se tem área em que o Estado não tem o direito de ser mínimo, de se omitir, é a segurança pública.   As bases do crime organizado  estão no contrabando de armas e de drogas, cujo combate efetivo cabe às autoridades federais .  Ou o governo federal assume de vez, na prática, a coordenação efetiva dos esforços nacionalmente, ou o Brasil não tem como ganhar a guerra contra o crime e proteger nossa juventude.</p>
<p>Qual pai ou mãe de família não se sente ameaçado pela violência, pelo tráfico e pela difusão do uso das drogas? As drogas são hoje uma praga nacional. E aqui também o Governo tem de investir em clínicas e programas de recuperação para quem precisa e não pode ser tolerante com traficantes da morte. Mais ainda se o narcotráfico se esconde atrás da ideologia ou da política. Os jovens são as grandes vítimas. Por isso mesmo, ações preventivas, educativas, repressivas e de assistência precisam ser combinadas com a expansão da qualificação profissional e a oferta de empregos.</p>
<p>Uma coisa que precisa acabar é a falsa oposição entre construir escolas e construir presídios. Muitas vezes, essa é a conversa de quem não faz nem uma coisa nem outra. É verdade que nossos jovens necessitam de boas escolas e de bons empregos, mas se o indivíduo comete um crime ele deve ser punido. Existem propostas de impor penas mais duras aos criminosos. Não sou contra, mas  talvez mais importante do que isso seja a garantia da punição. O problema principal no Brasil não são as penas supostamente leves. É a quase certeza da impunidade. Um país só tem mais chance de conseguir a paz quando existe a garantia de que a atitude criminosa não vai ficar sem castigo.</p>
<p>Eu quero que meus netos cresçam num país em que as leis sejam aplicadas para todos. Se o trabalhador precisa cumprir a lei, o prefeito, o governador e o presidente da República também tem essa obrigação. Em nosso país, nenhum brasileiro vai estar acima da lei, por mais poderoso que seja.  Na Segurança e na Justiça, o Brasil também pode mais.</p>
<p>Lembro que os investimentos governamentais no Brasil, como proporção do PIB, ainda são dos mais baixos do mundo em desenvolvimento. Isso compromete ou encarece a produção, as exportações e o comércio.  Há uma quase unanimidade a respeito das carências da infra-estrutura brasileira: no geral, as estradas não estão boas,  faltam armazéns,  os aeroportos vivem à beira do caos, os portos, por onde passam nossas exportações e importações, há muito deixaram de atender as necessidades. Tem gente que vê essas carências apenas como um desconforto, um incômodo. Mas essa é uma visão errada. O PIB brasileiro poderia crescer bem mais  se a infra-estrutura fosse adequada, se funcionasse de acordo com o tamanho do nosso país, da população e da economia.</p>
<p>Um exemplo simples: hoje, custa mais caro transportar uma tonelada de soja do Mato Grosso ao porto de Paranaguá do que levar a mesma soja do porto brasileiro até a China. Um absurdo. A conseqüência é menos dinheiro no bolso do produtor, menos investimento  e menos riqueza no interior do Brasil. E sobretudo menos empregos. </p>
<p>Temos inflação baixa, mais crédito e reservas elevadas, o que é bom, mas para que o crescimento seja sustentado nos próximos anos não podemos ter uma combinação perversa de falta de infra-estrutura, inadequações da política macroeconômica, aumento da rigidez fiscal e vertiginoso crescimento do  déficit do balanço de pagamentos.  Aliás, o valor de nossas  exportações cresceu muito nesta década, devido à melhora dos preços e da demanda por nossas matérias primas.  Mas vai ter de crescer mais. Temos de romper pontos de estrangulamento e atuar de forma mais agressiva na conquista de mercados. Vejam que dado impressionante:  nos últimos anos, mais de 100 acordos de livre comércio foram assinados em todo o mundo. São um instrumento poderoso de abertura de mercados.  Pois o Brasil, junto com o MERCOSUL,  assinou apenas um novo acordo (com Israel), que ainda não entrou em vigência!</p>
<p>Da mesma forma, precisamos tratar com mais seriedade a preservação do meio-ambiente e o desenvolvimento sustentável. Repito aqui o que venho dizendo há anos: é possível, sim, fazer o país crescer e defender nosso meio ambiente, preservar as florestas, a qualidade do ar a contenção das emissões de gás carbônico. É dever urgente dar a todos os brasileiros saneamento básico, que também é meio ambiente. Água encanada de boa qualidade, esgoto coletado e tratado não são luxo. São essenciais. São Saúde. São cidadania. A economia verde é, ao contrário do que pensam alguns,  uma possibilidade promissora para o Brasil. Temos muito por fazer e muito o que progredir, e vamos fazê-lo.</p>
<p>Também não são  incompatíveis a proteção do meio ambiente e o dinamismo extraordinário de nossa agricultura, que tem sido a galinha de ovos de ouro do desenvolvimento do país, produzindo as alimentos para nosso povo, salvando nossas contas externas, contribuindo para segurar a inflação e ainda gerar energia! Estou convencido disso e vamos provar o acerto dessa convicção na prática de governo. Sabem por quê? Porque sabemos como fazer e porque o Brasil pode mais!</p>
<p>O Brasil está cada vez maior e mais forte.  É uma voz ouvida com respeito e atenção. Vamos usar essa força para  defender a autodeterminação dos povos e os direitos humanos, sem vacilações. Eu fui perseguido em   dois golpes de estado, tive  dois exílios simultâneos, do Brasil e do Chile. Sou sobrevivente do Estádio Nacional de Santiago, onde muitos morreram. Por algum motivo, Deus permitiu que eu saísse de lá com vida.  Para mim, direitos humanos não são negociáveis. Não cultivemos ilusões: democracias não têm gente encarcerada ou condenada à forca por pensar diferente de quem está no governo. Democracias não têm operários morrendo por greve de fome quando discordam do regime.</p>
<p>Nossa presença no mundo exige que não descuidemos de nossas Forças Armadas e da defesa de nossas fronteiras. O mundo contemporâneo é desafiador. A existência de Forças Armadas treinadas,  disciplinadas, respeitadoras da Constituição e das leis foi uma conquista da Nova República. Precisamos mantê-las bem equipadas, para que cumpram suas funções, na dissuasão de ameaças sem ter de recorrer diretamente ao uso da força e na contribuição ao desenvolvimento tecnológico do país.</p>
<p>Como falei no início, esta será uma caminhada longa e difícil. Mas manteremos nosso comportamento a favor do Brasil.  Às provocações,  vamos  responder com serenidade; às falanges do ódio que insistem em  dividir a nação vamos responder com nosso trabalho presente e nossa crença no futuro. Vamos responder sempre dizendo a verdade. Aliás, quanto mais mentiras os adversários disserem sobre nós, mais verdades diremos sobre eles.</p>
<p>O Brasil não tem dono. O Brasil pertence aos brasileiros que trabalham; aos brasileiros que estudam; aos brasileiros que querem subir na vida; aos brasileiros que acreditam no esforço; aos brasileiros que não se deixam corromper; aos brasileiros que não toleram os malfeitos; aos brasileiros que não dispõem de uma &#8220;boquinha&#8221;; aos brasileiros que exigem ética na vida pública porque são decentes; aos brasileiros que não contam com um partido ou com alguma maracutaia para subir na vida.</p>
<p>Este é o povo que devemos mobilizar para a nossa luta; este é o povo que devemos convocar para a nossa caminhada; este é o povo que quer, porque assim deve ser, conservar as suas conquistas, mas que anseia mais. Porque o Brasil, meus amigos e amigas, pode mais. E, por isso, tem de estar unido. O Brasil é um só.</p>
<p>Pretendo apresentar ao Brasil minha história e minhas idéias. Minha biografia.  Minhas crenças e meus valores. Meu entusiasmo e minha confiança. Minha  experiência e minha vontade.</p>
<p>Vou lhes contar uma coisa.  Desde cedo, quando entrei na vida pública, descobri qual era a motivação maior, a mola propulsora da atividade política. Para mim, a motivação é o prazer. A vida pública não é sacrifício, como tantos a pintam, mas sim um trabalho prazeroso. Só que não é o mero prazer do desfrute. É o prazer da frutificação. Não é um sonho de consumo. É um sonho de produção e de criação. Aprendi desde cedo que servir é bom, nos faz felizes, porque nos dá o sentido maior de nossas existências, porque nos traz uma sensação de bem estar muito mais profunda do que  quaisquer confortos ou vantagens   propiciados pelas posições de Poder. Aprendi que nada se compara à sensação de construir algo de bom e duradouro para a sociedade em que vivemos, de descobrir soluções para os problemas reais das pessoas, de fazer acontecer.</p>
<p>O grande escritor mineiro Guimarães Rosa, escreveu:  O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.  Concordo. É da  coragem que a vida quer que nós precisamos agora.</p>
<p>Coragem para fazer um projeto de País,  com sonhos, convicções e com o apoio da maioria.</p>
<p>Juntos, vamos construir o Brasil que queremos, mais justo e mais generoso. Eleição é uma escolha sobre o futuro. Olhando pra frente, sem picuinhas, sem mesquinharias, eu me coloco diante do Brasil, hoje, com minha biografia,  minha história política e com esperança no nosso futuro. E determinado a fazer a minha parte para construir um Brasil melhor. Quero ser o presidente da união. Vamos juntos, brasileiros e brasileiras, porque o Brasil pode mais.</p>
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		<title>As qualidades e os defeitos de Serra e Dilma</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 12:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[
Na cabeça do eleitor e nas pesquisas, dois candidatos estão à frente dos demais na corrida presidencial.
O ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).
Mas a seis meses das eleições, uma pesquisa do Datafolha mostra que o brasileiro tem dificuldades para avaliar os dois.
No questionário sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-2429" title="SERRA E DILMA - FOTOS ABR" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/SERRA-E-DILMA-FOTOS-ABR-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></p>
<p>Na cabeça do eleitor e nas pesquisas, dois candidatos estão à frente dos demais na corrida presidencial.</p>
<p>O ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).</p>
<p>Mas a seis meses das eleições, uma pesquisa do Datafolha mostra que o brasileiro tem dificuldades para avaliar os dois.</p>
<p>No questionário sobre a imagem pessoal, a pesquisa convidou eleitores a apontar a principal qualidade de cada um. De José Serra, 47% dos entrevistados disseram não saber.</p>
<p>Entre os que arriscaram, as principais qualidades de Serra foram ser honesto, digno, sincero, transmitir confiança, pessoa boa, verdadeiro, não é corrupto, tem caráter, transparente e tem credibilidade.</p>
<p>Em um segundo nível, os entrevistados classificaram Serra como bem informado, culto, inteligente, experiente e com formação acadêmica.</p>
<p>Quando a pergunta foi defeito, 63% dos eleitores não souberam citar uma única falha do tucano.</p>
<p>Quem apontou defeito, classificou Serra como falso, cínico, mentiroso, demagogo, não confiável, hipócrita, corrupto e mau caráter.</p>
<p>Em um segundo grupo, os entrevistados disseram que Serra não cumpre o que promete, fala muito mas não faz e atrasa o prazo de entrega das promessas.</p>
<p>A pesquisa também botou o dedo na ferida petista.</p>
<p>Sessenta e um por cento não souberam apontar uma única qualidade de Dilma Rousseff.</p>
<p>Entre os eleitores que conheciam qualidades de Dilma, honesta, sincera, transparente, credibilidade ao falar, confiança, autêntica e ética foram as mais citadas.</p>
<p>Em um segundo nível, batalhadora, lutadora, vitoriosa contra a doença, tem força para enfrentar o câncer e superou a doença.</p>
<p>Em relação aos defeitos, 71% não souberam dizer.</p>
<p>Os que apontaram falhas acham que Dilma é desoneta, não-confiável, mentirosa, hipócrita, esconde a roubalheira, é falsa, tem escândalos e rouba.</p>
<p>Este grupo de defeitos tem o mesmo percentual dos que disseram que Dilma é arrogante, prepotente, seca, impotente e petulante.</p>
<p>A pesquisa buscou respostas espontâneas, sem uma lista preparada. Em busca de alianças e de olho nas amostras de intenções de voto, os candidatos não querem passar pelo purgatório para explicar atos do passado.</p>
<p>Já o eleitor precisa ficar atento para não ser tragado pela ignorância política.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>O Datafolha ouviu 4.158 eleitores de 16 anos ou mais, nos dias 25 e 26 de março de 2010. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.</p>
<p>Acesse <a href="http://datafolha.folha.uol.com.br/folha/datafolha/tabs/defeito_05042010_tb1.pdf" target="_blank">aqui</a> a pesquisa por faixas de idade, de renda e de escolaridade.</p>
<p>E <a href="http://datafolha.folha.uol.com.br/folha/datafolha/tabs/defeito_05042010_tb2.pdf" target="_blank">aqui</a> por regiões.</p>
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		<item>
		<title>Eleições 2010: empate técnico entre Serra e Dilma na Vox Populi</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/05/eleicoes-2010-empate-tecnico-entre-serra-e-dilma-na-vox-populi/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 23:45:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, consegue empatar tecnicamente com o tucano José Serra na pesquisa do Vox Populi.
Levantamento encomendado pela Rede Bandeirantes contrasta com os números do Datafolha.
Na Datafolha realizada nos dias 25 e 26 de março, Serra obteve 36% e Dilma, 27%.
Devem-se evitar comparações entre pesquisas porque os métodos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, consegue empatar tecnicamente com o tucano José Serra na pesquisa do Vox Populi.</p>
<p>Levantamento encomendado pela Rede Bandeirantes contrasta com os números do Datafolha.</p>
<p>Na <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/04/eleicoes-2010-os-pontos-de-serra-e-dilma/" target="_blank">Datafolha</a> realizada nos dias 25 e 26 de março, Serra obteve 36% e Dilma, 27%.</p>
<p>Devem-se evitar comparações entre pesquisas porque os métodos de cada instituto podem ser diferentes. Além disso, Vox Populi e Datafolha fizeram as entrevistas em períodos diferentes.</p>
<p><strong>Estimulada com Ciro &#8211; Vox Populi (%)</strong></p>
<p>Serra &#8211; 34</p>
<p>Dilma &#8211; 31</p>
<p>Ciro &#8211; 10</p>
<p>Marina &#8211; 5</p>
<p>Nulos e brancos &#8211; 7</p>
<p>Não souberam/não quiseram responder &#8211; 13</p>
<p>Na <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/" target="_blank">pesquisa anterior</a>, realizada em janeiro, Serra tinha 34% e Dilma, 27%.</p>
<p><strong>Estimulada sem Ciro &#8211; Vox Populi (%)</strong></p>
<p>Serra &#8211; 38</p>
<p>Dilma &#8211; 33</p>
<p>Marina &#8211; 7</p>
<p>Nulos e brancos &#8211; 7</p>
<p>Não souberam/não quiseram responder &#8211; 15</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>O Vox Populi ouviu 2.000 eleitores nos dias 30 e 31 de março. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.</p>
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		<title>Eleições 2010: o passeio de Alckmin em SP</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/05/eleicoes-2010-o-passeio-de-alckmin-em-sp/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 18:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadante]]></category>
		<category><![CDATA[Suplicy]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cinco cenários, Geraldo Alckmin (PSDB) oscila entre 47% e 53%.
Nas três primeiras listas, tem mais que o dobro dos percentuais do segundo e terceiro colocados.
O senador Eduardo Suplicy (PT), que já recuou da pré-candidatura, é o segundo com 19%, seis pontos à frente do pré-candidato petista Aluizio Mercadante.
Para 22% dos entrevistados pelo Datafolha, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em cinco cenários, Geraldo Alckmin (PSDB) oscila entre 47% e 53%.</p>
<p>Nas três primeiras listas, tem mais que o dobro dos percentuais do segundo e terceiro colocados.</p>
<p>O senador Eduardo Suplicy (PT), que já recuou da pré-candidatura, é o segundo com 19%, seis pontos à frente do pré-candidato petista Aluizio Mercadante.</p>
<p>Para 22% dos entrevistados pelo Datafolha, o apoio de José Serra a um candidato ao governo paulista levaria a escolher esse candidato com certeza; 28% não votaria em candidato apoiado por Serra; e 37% talvez votaria.</p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-GOV-SP-EST-MAR10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2415" title="DATAFOLHA-GOV SP-EST-MAR10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-GOV-SP-EST-MAR10.jpg" alt="" width="747" height="475" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>O levantamento ouviu 2.001 eleitores paulistas entre os dias 25 e 26 de março. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eleições 2010: os pontos de Serra e Dilma</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/04/04/eleicoes-2010-os-pontos-de-serra-e-dilma/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo com os candidatos praticamente definidos, destacam-se as informações internas das pesquisas.
José Serra (PSDB) consegue 32% entre os entrevistados que avaliam o governo do presidente Lula como bom ou ótimo. Dilma Rousseff (PT) tem apenas um pontinho a mais, 33% no levantamento do Datafolha.
No cenário sem Ciro Gomes (PSB), há empate entre Serra e Dilma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com os candidatos praticamente definidos, destacam-se as informações internas das pesquisas.</p>
<p>José Serra (PSDB) consegue 32% entre os entrevistados que avaliam o governo do presidente Lula como bom ou ótimo. Dilma Rousseff (PT) tem apenas um pontinho a mais, 33% no levantamento do Datafolha.</p>
<p>No cenário sem Ciro Gomes (PSB), há empate entre Serra e Dilma, 36%.</p>
<p>Tudo isso entre os que batem palmas para Lula que obteve o melhor índice de aprovação do seu mandato, 76% classificam como ótimo ou bom.</p>
<p>Na cabeça do eleitor, a mensagem de Lula pregando a sucessão com Dilma pode não ter sido tão bem digerida, apesar do esforço do presidente e do crescimento da ex-ministra até a <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/02/eleicoes-2010-serra-contra-dilma-ou-dilma-contra-serra/" target="_blank">penúltima pesquisa</a>.</p>
<p>Dilma tinha 23% em dezembro, subiu para 28% em fevereiro e agora caiu para 27%.</p>
<p>Serra tinha 37% em dezembro, caiu para 32% em fevereiro e agora volta a subir, 36%.</p>
<p><strong>Estimulada, 2 cenários</strong></p>
<p>Dilma enfrenta resistência entre as mulheres, Serra cresce entre os eleitores de baixa renda.</p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-EST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2398" title="DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-EST" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-EST.jpg" alt="" width="857" height="173" /></a></p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>Serra tem quase o dobro de Dilma no Sudeste e mais de duas vezes no Sul.</p>
<p>Dilma vence no Nordeste e está um pouco atrás no Norte/Centro-Oeste.</p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-EST-REG.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2402" title="DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-EST-REG" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-EST-REG.jpg" alt="" width="740" height="207" /></a></p>
<p><strong>Espontânea (%)</strong></p>
<p>Com mais da metade dos eleitores indecisos (59%), Dilma está na frente quando os nomes dos candidatos não são apresentados.</p>
<p>Dilma &#8211; 12<br />
Lula &#8211; 8<br />
Serra &#8211; 8<br />
Ciro &#8211; 1<br />
Marina &#8211; 1<br />
Aécio -1<br />
Candidato do Lula &#8211; 3<br />
Candidato do PT &#8211; 1<br />
Outras respostas &#8211; 2<br />
Em branco &#8211; 4<br />
Não sabe &#8211; 59</p>
<p><strong>Rejeição (%)</strong></p>
<p>Ciro &#8211; 26<br />
Serra &#8211; 25<br />
Dilma &#8211; 23<br />
Marina &#8211; 22<br />
Qualquer um/não rejeita nenhum &#8211; 11<br />
Rejeita todos/não votaria em nenhum &#8211; 4<br />
Não sabe &#8211; 11</p>
<p><strong>Segundo turno &#8211; estimulada</strong></p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-2-TURNO-EST.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2400" title="DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-2 TURNO-EST" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/04/DATAFOLHA-PRESIDENTE-MAR10-2-TURNO-EST.jpg" alt="" width="398" height="187" /></a></p>
<p><strong> </strong> </p>
<p><strong>Popularidade</strong></p>
<p>Os candidatos são bem conhecidos do eleitor à exceção de Marina Silva.</p>
<p>Serra é conhecido por 97%; 25% disseram que o conhecem muito bem.</p>
<p>Ciro, 93% conhecem; 10% muito bem.</p>
<p>Dilma é conhecida por 87%; 10% disseram que a conhecem muito bem.</p>
<p>Marina, 52% conhecem; 6% muito bem.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>O Datafolha entrevistou 4.158 eleitores de 16 anos ou mais nos dias 25 e 26 de março de 2010, e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eleições 2010: a peleia entre Tarso e Fogaça no RS</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 18:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Governador RS]]></category>
		<category><![CDATA[Senador RS]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=2392</guid>
		<description><![CDATA[Corrida polarizada ao Palácio Piratini, os gaúchos estão divididos entre o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), e o ex-ministro da Justiça, Tarso Genro (PT).
A pesquisa do Instituto Methodus foi encomendada pelo diretório estadual do PSB.
Governador &#8211; estimulada (%)
Tarso Genro (PT) &#8211; 37,1
José Fogaça (PMDB) &#8211; 31,4
Yeda Crusius (PSDB) &#8211; 9,7
Beto Albuquerque (PSB) &#8211; 8,7
Paulo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Corrida polarizada ao Palácio Piratini, os gaúchos estão divididos entre o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), e o ex-ministro da Justiça, Tarso Genro (PT).</p>
<p>A pesquisa do Instituto Methodus foi encomendada pelo diretório estadual do PSB.</p>
<p><strong>Governador &#8211; estimulada (%)<br />
</strong>Tarso Genro (PT) &#8211; 37,1<br />
José Fogaça (PMDB) &#8211; 31,4<br />
Yeda Crusius (PSDB) &#8211; 9,7<br />
Beto Albuquerque (PSB) &#8211; 8,7<br />
Paulo Feijó (DEM) &#8211; 1,5<br />
Pedro Ruas (Psol) &#8211; 1,2<br />
Montserrat Martins (PV) &#8211; 0,2<br />
Branco/Nulo &#8211; 4,1<br />
Não sabe &#8211; 6,1</p>
<p>Foi em um cenário semelhante que a atual governadora Yeda Crusius (PSDB) saiu de baixo e venceu a eleição passada. Os três anos de polêmicas de seu governo, no entanto, impedem até o tucano mais otimista de pensar em nova escalada.</p>
<p>O segundo turno sempre foi a pedra no sapato petista que tradicionalmente larga com um terço do eleitorado.</p>
<p>O PMDB aposta que os votos de Yeda migrem para Fogaça no segundo turno.</p>
<p>O PT espera o mesmo dos pontinhos de Beto.</p>
<p>Vai depender das costuras de alianças e da migração de votos. E essa &#8220;química&#8221; nem sempre combina.</p>
<p>Por isso, a importância da rejeição.</p>
<p><strong>Rejeição &#8211; múltipla escolha (%)</strong><br />
Yeda Crusius (PSDB) &#8211; 55<br />
Tarso Genro (PT) &#8211; 13,8<br />
Paulo Feijó (DEM) &#8211; 9,4<br />
José Fogaça (PMDB) &#8211; 8,1<br />
Pedro Ruas (Psol) &#8211; 5,5<br />
Montserrat Martins (PV) &#8211; 4,7<br />
Luis Augusto Lara (PTB) &#8211; 4,5<br />
Bato Albuquerque (PSB) &#8211; 4,3<br />
Não rejeita nenhum &#8211; 11,8<br />
Não sabe/Não opinou &#8211; 3,9</p>
<p>Quando os nomes dos candidatos não foram apresentados aos entrevistados, destacam-se os indecisos, 73,2%. </p>
<p><strong>Governador &#8211; espontânea (%)</strong><br />
José Fogaça (PMDB) &#8211; 7,3<br />
Tarso Genro (PT) &#8211; 6,2<br />
Yeda Crusius (PSDB) &#8211; 4,0<br />
Germano Rigotto (PMDB) &#8211; 2,1<br />
Olívio Dutra (PT) &#8211; 2,1<br />
Beto Albuquerque (PSB) &#8211; 1,7<br />
Airton Dipp (PDT) &#8211; 0,3<br />
Pedro Simon (PMDB) &#8211; 0,3<br />
Pedro Ruas (Psol) &#8211; 0,2<br />
PT &#8211; 0,2<br />
Outros com uma citação &#8211; 0,5%<br />
Branco/Nulo &#8211; 1,9<br />
Não sabe &#8211; 73,2</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Senado</strong></p>
<p>A corrida para a vaga de senador tem três concorrentes destacados.</p>
<p>Um ex-governador, um senador e uma jornalista, respectivamente.</p>
<p><em>Senador &#8211; estimulada (%)<br />
</em>Germano Rigotto (PMDB) &#8211; 49,8<br />
Paulo Paim (PT) &#8211; 46,4<br />
Ana Amélia Lemos (PP) &#8211; 33,5<br />
Eliseu Padilha (PMDB) &#8211; 12,9<br />
Mauro Sparta (PSDB) &#8211; 6,9<br />
Elói Guimarães (PTB) &#8211; 6,4<br />
Nelson Proença (PPS) &#8211; 6,3<br />
Luiz Francisco Barbosa (Barbosinha) (PTB) &#8211; 2,7<br />
Brano/Nulo &#8211; 6,2<br />
Não sabe/Não opinou &#8211; 28,9</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Presidente</strong></p>
<p>Ao contrário de Yeda, o colega Serra obtém entre os gaúchos um dos melhores índices, 41,6%.</p>
<p><em>Presidente &#8211; estimulada (%)<br />
</em>Serra &#8211; 41,6<br />
Dilma &#8211; 25,6<br />
Ciro &#8211; 12,5<br />
Marina &#8211; 5,2<br />
Branco/Nulo &#8211; 5,5<br />
Não sabe/Não opinou &#8211; 9,6</p>
<p><strong>Pesquisa</strong><br />
O Instituto Methodus ouviu mil eleitores em 25 cidades gaúchas entre os dias 18 e 19 de março. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eleições 2010: Serra, Dilma e a corrida</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/23/eleicoes-2010-serra-dilma-e-a-corrida/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/23/eleicoes-2010-serra-dilma-e-a-corrida/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aécio]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marina]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[
A candidatura do governador paulista será lançada nos próximos dias segundo ele próprio sinalizou na última semana.
José Serra (PSDB) mantém-se na frente, mas a ainda ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), não para de crescer. Reduziu a distância de 21% para 5% em três meses no levantamento CNI-Ibope.
Espontânea
Quando os nomes dos pré-candidatos não são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2381" title="CNI-IBOPE-PRESIDENTE-MAR-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-MAR-10.jpg" alt="" width="439" height="241" /></p>
<p>A candidatura do governador paulista será lançada nos próximos dias segundo ele próprio sinalizou na última semana.</p>
<p>José Serra (PSDB) mantém-se na frente, mas a ainda ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), não para de crescer. Reduziu a distância de 21% para 5% em três meses no levantamento CNI-Ibope.</p>
<p><strong>Espontânea<br />
</strong>Quando os nomes dos pré-candidatos não são apresentados aos entrevistados, Dilma ultrapassa Serra, mas o cenário é liderado pelos indecisos, 42%.</p>
<p>Lula &#8211; 20%<br />
Dilma &#8211; 14%<br />
Serra &#8211; 10%<br />
Aécio &#8211; 10%<br />
Marina &#8211; 1%<br />
Ciro &#8211; 1%<br />
Outros &#8211; 2%<br />
Branco/Nulo &#8211; 7%<br />
Indecisos &#8211; 42%</p>
<p><strong>Segundo turno &#8211; estimulada<br />
</strong>Serra &#8211; 44%<br />
Dilma &#8211; 39%</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Serra</strong><br />
Na estimulada é melhor com as mulheres (37%), entre os jovens de 16 a 24 anos, nas regiões Norte/Centro-Oeste e Sudeste e o apoio cresce quanto maior a renda.<br />
É o pré-candidato mais conhecido (65% afirmam conhecê-lo bem ou mais ou menos).<br />
Tem o menor índice de rejeição (25%).</p>
<p><strong>Dilma<br />
</strong>Na estimulada vai bem com os homens (36%), tem resistência entre as mulheres (25%). Consegue o melhor desempenho entre os eleitores de 25 a 29 anos, no Nordeste e no Sul e entre os mais pobres.<br />
É a que mais cresce também em conhecimento do eleitor e probabilidade de voto.<br />
Em março, 44% disseram conhecê-la bem ou mais ou menos.<br />
A rejeição que era 41% em dezembro caiu para 27%.</p>
<p><strong>Segmentada por sexo, idade e instrução</strong><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-SEX-ID-INSTR-MAR-10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2385" title="CNI-IBOPE-PRESIDENTE-SEX-ID-INSTR-MAR-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-SEX-ID-INSTR-MAR-10.jpg" alt="" width="817" height="190" /></a></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Segmentada por região e renda</strong><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-REG-RENDA-MAR-10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2387" title="CNI-IBOPE-PRESIDENTE-REG-RENDA-MAR-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-REG-RENDA-MAR-10.jpg" alt="" width="807" height="211" /></a></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Lula</strong><br />
O peso do presidente, claro, a favor de Dilma:</p>
<ul>
<li>53% preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente;</li>
<li>10% preferem votar em um candidato da oposição;</li>
<li>33% afirmam que a posição de Lula é indiferente;</li>
<li>5% não sabem/não responderam.</li>
</ul>
<p><strong>O governo Lula</strong></p>
<p><em>Bem</em></p>
<ul>
<li>Combate à fome e à pobreza &#8211; 69% aprovam;</li>
<li>Educação &#8211; 62% aprovam;</li>
<li>Combate ao desemprego &#8211; 60% aprovam;</li>
<li>Meio ambiente &#8211; 58% aprovam;</li>
<li>Combate à inflação &#8211; 55% aprovam;</li>
<li>Taxa de juros &#8211; 46% aprovam.</li>
</ul>
<p><em>Mal</em></p>
<ul>
<li>Impostos &#8211; 54% desaprovam;</li>
<li>Segurança pública &#8211; 52% desaprovam;</li>
<li>Saúde &#8211; 51% desaprovam.</li>
</ul>
<p>O eleitor aprova os programas sociais, a escola, a geração de empregos e o controle da inflação, mas a carga tributária persegue a renda do brasileiro que não tem segurança e enfrenta o caos nos postos de saúde e hospitais.</p>
<p>Com Serra na vitrina, os dois principais pré-candidatos terão exposição equilibrada. É chegada a hora de discutir os projetos de governo.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>A CNI-Ibope ouviu 2.002 eleitores em 140 municípios entre os dias 6 e 10 de março. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
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