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	<title>Blog do Marlon &#187; Lula</title>
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	<description>Uma análise do país e do mundo direto de Brasília</description>
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		<title>Eleições 2010: Serra, Dilma e a corrida</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/03/23/eleicoes-2010-serra-dilma-e-a-corrida/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aécio]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[
A candidatura do governador paulista será lançada nos próximos dias segundo ele próprio sinalizou na última semana.
José Serra (PSDB) mantém-se na frente, mas a ainda ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), não para de crescer. Reduziu a distância de 21% para 5% em três meses no levantamento CNI-Ibope.
Espontânea
Quando os nomes dos pré-candidatos não são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2381" title="CNI-IBOPE-PRESIDENTE-MAR-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-MAR-10.jpg" alt="" width="439" height="241" /></p>
<p>A candidatura do governador paulista será lançada nos próximos dias segundo ele próprio sinalizou na última semana.</p>
<p>José Serra (PSDB) mantém-se na frente, mas a ainda ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), não para de crescer. Reduziu a distância de 21% para 5% em três meses no levantamento CNI-Ibope.</p>
<p><strong>Espontânea<br />
</strong>Quando os nomes dos pré-candidatos não são apresentados aos entrevistados, Dilma ultrapassa Serra, mas o cenário é liderado pelos indecisos, 42%.</p>
<p>Lula &#8211; 20%<br />
Dilma &#8211; 14%<br />
Serra &#8211; 10%<br />
Aécio &#8211; 10%<br />
Marina &#8211; 1%<br />
Ciro &#8211; 1%<br />
Outros &#8211; 2%<br />
Branco/Nulo &#8211; 7%<br />
Indecisos &#8211; 42%</p>
<p><strong>Segundo turno &#8211; estimulada<br />
</strong>Serra &#8211; 44%<br />
Dilma &#8211; 39%</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Serra</strong><br />
Na estimulada é melhor com as mulheres (37%), entre os jovens de 16 a 24 anos, nas regiões Norte/Centro-Oeste e Sudeste e o apoio cresce quanto maior a renda.<br />
É o pré-candidato mais conhecido (65% afirmam conhecê-lo bem ou mais ou menos).<br />
Tem o menor índice de rejeição (25%).</p>
<p><strong>Dilma<br />
</strong>Na estimulada vai bem com os homens (36%), tem resistência entre as mulheres (25%). Consegue o melhor desempenho entre os eleitores de 25 a 29 anos, no Nordeste e no Sul e entre os mais pobres.<br />
É a que mais cresce também em conhecimento do eleitor e probabilidade de voto.<br />
Em março, 44% disseram conhecê-la bem ou mais ou menos.<br />
A rejeição que era 41% em dezembro caiu para 27%.</p>
<p><strong>Segmentada por sexo, idade e instrução</strong><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-SEX-ID-INSTR-MAR-10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2385" title="CNI-IBOPE-PRESIDENTE-SEX-ID-INSTR-MAR-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-SEX-ID-INSTR-MAR-10.jpg" alt="" width="817" height="190" /></a></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Segmentada por região e renda</strong><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-REG-RENDA-MAR-10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2387" title="CNI-IBOPE-PRESIDENTE-REG-RENDA-MAR-10" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CNI-IBOPE-PRESIDENTE-REG-RENDA-MAR-10.jpg" alt="" width="807" height="211" /></a></p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Lula</strong><br />
O peso do presidente, claro, a favor de Dilma:</p>
<ul>
<li>53% preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente;</li>
<li>10% preferem votar em um candidato da oposição;</li>
<li>33% afirmam que a posição de Lula é indiferente;</li>
<li>5% não sabem/não responderam.</li>
</ul>
<p><strong>O governo Lula</strong></p>
<p><em>Bem</em></p>
<ul>
<li>Combate à fome e à pobreza &#8211; 69% aprovam;</li>
<li>Educação &#8211; 62% aprovam;</li>
<li>Combate ao desemprego &#8211; 60% aprovam;</li>
<li>Meio ambiente &#8211; 58% aprovam;</li>
<li>Combate à inflação &#8211; 55% aprovam;</li>
<li>Taxa de juros &#8211; 46% aprovam.</li>
</ul>
<p><em>Mal</em></p>
<ul>
<li>Impostos &#8211; 54% desaprovam;</li>
<li>Segurança pública &#8211; 52% desaprovam;</li>
<li>Saúde &#8211; 51% desaprovam.</li>
</ul>
<p>O eleitor aprova os programas sociais, a escola, a geração de empregos e o controle da inflação, mas a carga tributária persegue a renda do brasileiro que não tem segurança e enfrenta o caos nos postos de saúde e hospitais.</p>
<p>Com Serra na vitrina, os dois principais pré-candidatos terão exposição equilibrada. É chegada a hora de discutir os projetos de governo.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>A CNI-Ibope ouviu 2.002 eleitores em 140 municípios entre os dias 6 e 10 de março. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O discurso de Dilma</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/21/o-discurso-de-dilma/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/21/o-discurso-de-dilma/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 02:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sem polêmicas.
A oratória da ministra Dilma Rousseff no congresso petista lembrou a fase &#8220;Lulinha paz e amor&#8221;.
Sem ataques, compromissos questionáveis ou radicalismos, Dilma tenta espantar o temor de uma guerrilheira presidenta, como cultivam as sementeiras mais à direita.
Aclamaram a pré-candidata e não fecharam compromisso com o PMDB de Temer.
A vacância do vice na chapa faz bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2290" title="DILMA-20-02-2010-foto José Cruz-ABr" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/02/DILMA-20-02-2010-foto-José-Cruz-ABr-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p>Sem polêmicas.</p>
<p>A oratória da ministra Dilma Rousseff no congresso petista lembrou a fase &#8220;Lulinha paz e amor&#8221;.</p>
<p>Sem ataques, compromissos questionáveis ou radicalismos, Dilma tenta espantar o temor de uma guerrilheira presidenta, como cultivam as sementeiras mais à direita.</p>
<p>Aclamaram a pré-candidata e não fecharam compromisso com o PMDB de Temer.</p>
<p>A vacância do vice na chapa faz bem para o balcão de negócios da base lulista.</p>
<p>Abaixo, alguns pontos do discurso que se encontra na íntegra no pé do post.</p>
<p><strong>Drumond e Quintana</strong></p>
<p>Dilma lembrou da infância e da juventude em Minas Gerais e da luta contra o regime militar acentuada a partir da mudança para o Rio Grande do Sul. Os dois estados foram homenageados em poesia.</p>
<p><strong>Mestre e coalição</strong></p>
<p>“Lula ensinou o caminho”, exclamou ao falar sobre a redemocratização e o governo de coalizão, o qual quer mantê-lo.</p>
<p><strong>Governo</strong></p>
<p>Do governo Lula, destacou combate à fome, emprego, reforma agrária, renda, economia, aumento do consumo, educação, direitos humanos e política externa.</p>
<p><strong>Promessas</strong></p>
<p>Mesmo sem o pacote fechado, Dilma aproveitou para assumir compromissos.</p>
<ul>
<li>Criar e ampliar novos programas sociais como o Bolsa Família;</li>
<li>Priorizar a qualidade da educação;</li>
<li>Oferecer oportunidades aos jovens, proteção às crianças;</li>
<li>Resolver os problemas da saúde;</li>
<li>Cuidar das cidades;</li>
<li>Melhorar a habitação e universalizar o saneamento;</li>
<li>Melhorar o transporte público;</li>
<li>Reforçar os programas de segurança pública;</li>
<li>Fortalecer a proteção ao meio ambiente (redução do desmatamento, ampliação da matriz energética, produção de biocombustíveis);</li>
<li>Aprofundar os avanços na política industrial e agrícola;</li>
<li>Agregar valor às riquezas naturais como o Pré-Sal;</li>
<li>Manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante;</li>
<li>Transparência aos gastos públicos e aperfeiçoamento dos mecanismos de controle.</li>
<li>Combater a corrupção;</li>
<li>Concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais como a reforma política e a tributária;</li>
<li>Aprofundar a postura soberana;</li>
<li>Combater as desigualdades sociais e regionais.</li>
</ul>
<p>“A conclusão do PAC 1 e a implementação do PAC 2, junto com a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida serão decisivos para realizar esse compromisso”, disse Dilma.</p>
<p><strong>Campanha</strong></p>
<p>Prometeu “um debate de ideias, com civilidade e respeito à inteligência política dos brasileiros. Um debate voltado para o futuro.”</p>
<p><strong><span id="more-2289"></span>Íntegra do discurso de sábado, 20/02/10</strong></p>
<p>(cumprimentos)</p>
<p>Para quem teve a vida sempre marcada pelo sonho e pela esperança de mudar o Brasil, este é um dia extraordinário.</p>
<p>Meu partido &#8211; o Partido dos Trabalhadores &#8211; me confere a honrosa tarefa de dar continuidade à magnífica obra de um grande brasileiro.</p>
<p>A obra de um líder – o meu líder &#8211; de quem muito me orgulho: presidente Lula. O lula.</p>
<p>Jamais pensei que a vida reservasse tamanho desafio. Mas me sinto absolutamente preparada para enfrentá-lo &#8211; com humildade, serenidade e confiança.</p>
<p>Neste momento, ouço a voz da minha Minas Gerais, terra da minha infância e da minha juventude. Dessa Minas que me deu o sentimento de que vale a pena lutar, sim, pela liberdade e contra a injustiça.</p>
<p>Ouço os versos de Drummond:</p>
<p>&#8220;Teus ombros suportam o mundo e ele não pesa mais do que a mão de uma criança.&#8221;</p>
<p>Até hoje sinto o peso suave da mão de minha filha, quando nasceu.</p>
<p>Que força naquele momento ela me deu. Quanta vida me transmitiu. Quanta fé na humanidade me passou.</p>
<p>Eram naquela época tempos difíceis.</p>
<p>Ferida no corpo e na alma, fui acolhida e adotada pelos gaúchos – pelos gaúchos generosos, solidários e insubmissos, como são os gaúchos.</p>
<p>Naqueles anos de chumbo, onde a tirania parecia eterna, encontrei nos versos de outro poeta &#8211; Mário Quintana &#8211; a força necessária para seguir em frente. Mário Quintana disse:</p>
<p>&#8220;Todos estes que aí estão</p>
<p>Atravancando o meu caminho,</p>
<p>Eles passarão.</p>
<p>Eu passarinho.&#8221;</p>
<p>Eles passaram e nós hoje voamos livremente.</p>
<p>Voamos porque nascemos para ser livres.</p>
<p>Sem ódio e com serena convicção afirmo que nunca mais viveremos numa gaiola, numa jaula ou numa prisão.</p>
<p>Hoje, estamos construindo um novo país na democracia. Um país que se reencontrou consigo mesmo. Onde todos, todos, mas todos mesmos, expressam livremente suas opiniões e suas idéias.</p>
<p>Um país que não tolera mais a injustiça social. Que descobriu que só será grande e forte se for de todos.</p>
<p>Vejo nesta manhã – já quase tarde &#8211; nos jovens que nos acompanham e nos mais velhos que aqui estão &#8211; um extraordinário encontro de gerações. De gerações que, como a minha, levaram nosso compromisso com o país às últimas conseqüências.</p>
<p>Amadureci. Amadurecemos nós todos.</p>
<p>Amadureci na vida. No estudo. No trabalho duro. Nas responsabilidades de governo no Rio Grande do Sul e sobretudo aqui no governo do Brasil.</p>
<p>Mas esse amadurecimento não se confunde com conformismo, nem perda de convicções.</p>
<p>Não perdemos a indignação frente à desigualdade social, à privação de liberdade, às tentativas de submeter nosso país.</p>
<p>Não sucumbimos aos modismos ideológicos. Persistimos em nossas convicções, buscando, a partir delas, construir alternativas concretas e realistas.</p>
<p>Continuamos movidos a sonhos. Acreditando na força do povo brasileiro, em sua capacidade de construir um mundo melhor.</p>
<p>A história recente mostrou que nós estávamos certos.</p>
<p>Tivemos um grande mestre &#8211; o presidente Lula ensinou o caminho.</p>
<p>Em um país, com a complexidade e as desigualdades do Brasil, ele foi capaz de nos conduzir pelo caminho de profundas transformações sociais em um clima de paz, de respeito e fortalecimento da democracia.</p>
<p>Não admitimos, portanto, que alguém queira nos dar lições de liberdade. Menos ainda aqueles que não tiveram e não têm compromisso com ela.</p>
<p>Companheiras, Companheiros,</p>
<p>Recebo com humildade a missão que vocês estão me confiando. Com humildade, mas com coragem e determinação. Coragem e determinação que vêm do apoio que recebo de meu partido e de seu primeiro militante &#8211; o presidente Lula.</p>
<p>Do apoio que espero ter dos partidos aliados que, com lealdade e competência, também são responsáveis pelos êxitos do nosso Governo. Com eles quero continuar nossa caminhada. Participo de um governo de coalizão. Quero formar um Governo de coalizão.</p>
<p>Estou consciente da extraordinária força que conduziu Lula à Presidência e que deu a nosso governo o maior respaldo da história de nosso país &#8211; a força do povo brasileiro.</p>
<p>A missão que me confiam não é só de um partido ou de um grupo de partidos.</p>
<p>Recebo-a como um mandato dos trabalhadores e de seus sindicatos.</p>
<p>Dos movimentos sociais.</p>
<p>Dos que labutam em nossos campos.</p>
<p>Dos profissionais liberais.</p>
<p>Dos intelectuais.</p>
<p>Dos servidores públicos.</p>
<p>Dos empresários comprometidos com o desenvolvimento econômico e social do país.</p>
<p>Dos negros. Dos índios. Dos jovens.</p>
<p>De todos aqueles que sofrem ainda distintas formas de discriminação.</p>
<p>Enfim, das mulheres.</p>
<p>Para muitos, elas são &#8220;metade do céu&#8221;. Mas queremos ser a metade da terra também. Com igualdade de direitos, salários e oportunidades. Quero com vocês &#8211; mulheres do meu país &#8211; abrir novos espaços na vida nacional.</p>
<p>É com este Brasil que quero caminhar. É com ele que vamos seguir, avançando com segurança, mas com a rapidez que nossa realidade social exige.</p>
<p>Nessa caminhada encontraremos milhões de brasileiros que passaram a ter comida em suas mesas e hoje fazem três refeições por dia.</p>
<p>Milhões que mostrarão suas carteiras de trabalho, pois têm agora emprego e melhor renda.</p>
<p>Milhões de homens e mulheres com seus arados e tratores cultivando a terra que lhes pertence e de onde nunca mais serão expulsos.</p>
<p>Milhões que nos mostrarão suas casas dignas e os refrigeradores, fogões, televisores ou computadores que puderam comprar.</p>
<p>Outros milhões acenderão as luzes de suas modestas casas, onde reinava a escuridão ou predominavam os candieiros. E estes milhões de pontos luminosos pelo Brasil a fora serão como uma trilha incandescente que mostra um novo caminho.</p>
<p>Nessa caminhada, veremos milhões de jovens mostrando seus diplomas de universidades ou de escolas técnicas com a convicção de quem abriu uma porta para o futuro.</p>
<p>Milhões &#8211; mas muitos milhões mesmo &#8211; expressarão seu orgulho de viver em um país livre, justo e, sobretudo, respeitado em todo o mundo.</p>
<p>Muitos me perguntam porque o Brasil avançou tanto nos últimos anos. Digo que foi porque soubemos construir novos caminhos, derrubando velhos dogmas.</p>
<p>O primeiro caminho é o do crescimento com distribuição de renda &#8211; o verdadeiro desenvolvimento. Provamos que distribuindo renda é que se cresce. E se cresce de forma mais rápida e sustentável.</p>
<p>Essa distribuição de renda permitiu construir um grande mercado de bens de consumo popular. Ele nos protegeu dos efeitos da crise mundial.</p>
<p>Criamos 12 milhões de empregos formais. A renda dos trabalhadores aumentou. O salário mínimo real cresceu como nunca. Expandimos o crédito para o conjunto da sociedade. Estamos construindo um Brasil para todos.</p>
<p>O segundo caminho foi o do equilíbrio macro-econômico e da redução da vulnerabilidade externa.</p>
<p>Eliminamos as ameaças de volta da inflação. Reduzimos a dívida em relação ao Produto Interno Bruto.</p>
<p>Aumentamos nossas reservas de 38 bilhões de dólares para mais de 241 bilhões. Multiplicamos por três nosso comércio exterior, praticando uma política externa soberana, que buscou diversificar mercados.</p>
<p>Deixamos de ser devedores internacionais e passamos à condição de credores. Hoje não pedimos dinheiro emprestado ao FMI. É o Fundo que nos pede dinheiro.</p>
<p>Grande ironia: os mesmos 14 bilhões de dólares que antes o FMI nos emprestava, agora somos nós que emprestamos ao FMI.</p>
<p>O terceiro caminho foi o da redução das desigualdades regionais. Invertemos nos últimos anos o que parecia uma maldição insuperável. Quando o país crescia, concentrava riqueza nos estados e regiões mais prósperos. Quando estagnava, eram os estados e regiões mais pobres que pagavam a conta.</p>
<p>Governantes e setores das elites viam o Norte e o Nordeste como regiões irremediavelmente condenadas ao atraso.</p>
<p>A vastos setores da população não restavam outras alternativas que a de afundar na miséria ou migrar para o sul em busca de oportunidades. É o que explica o inchaço das grandes cidades.</p>
<p>Essa situação está mudando. O Governo Federal começou um processo consistente de combate às desigualdades regionais. Passou a ter confiança na capacidade do povo das regiões mais pobres. O Norte e o Nordeste receberam investimentos públicos e privados. O crescimento dessas duas regiões passou a ser sensivelmente superior ao do Brasil como um todo.</p>
<p>Nós vamos aprofundar esse caminho. O Brasil não mais será visto como um trem em que uma única locomotiva puxa todos vagões, como nos tempos da &#8220;Maria Fumaça&#8221;. O Brasil de hoje é como alguns dos modernos trens de alta velocidade, onde vários vagões são como locomotivas e contribuem para que o comboio avance.</p>
<p>O quarto caminho que trilhamos e continuaremos a trilhar é o da reorganização do Estado.</p>
<p>Alguns ideólogos chegavam a dizer que quase tudo seria resolvido pelo mercado. O resultado foi desastroso.</p>
<p>Aqui, o desastre só não foi maior &#8211; como em outros países &#8211; porque os brasileiros resistiram a esse desmonte e conseguiram impedir a privatização da Petrobrás, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica ou de Furnas.</p>
<p>Alguns falam todos os dias de &#8220;inchaço da máquina estatal&#8221;. Omitem, no entanto, que estamos contratando basicamente médicos e profissionais de saúde, professores e pessoal na área da educação, diplomatas, policiais federais e servidores para as áreas de segurança, controle e fiscalização.</p>
<p>Escondem, também, que a recomposição do corpo de servidores do Estado está se fazendo por meio de concursos públicos.</p>
<p>Vamos continuar valorizando o servidor e o serviço público. Reconstituindo o Estado. Recompondo sua capacidade de planejar, gerir e induzir o desenvolvimento do país.</p>
<p>Diante da crise, quando o crédito secou, não sacrificamos os investimentos públicos e privados. Ao contrário, utilizamos nossos bancos para impulsionar o desenvolvimento e a garantia de emprego no País.</p>
<p>Na verdade, quando a crise mundial apenas começava, Lula disse em seu discurso na ONU em 2008:</p>
<p>É chegada a hora da política!</p>
<p>Nada mais apropriado. A maior prova nós demos ao mundo: o Brasil só pôde enfrentar com sucesso a crise porque tivemos políticas públicas adequadas. Soubemos articular corretamente Estado e mercado, porque colocamos o interesse público no centro de nossas preocupações.</p>
<p>O quinto caminho foi o de nossa presença soberana no mundo.</p>
<p>O Brasil não mais se curva diante dos poderosos. Sem bravatas e sem submissão, o país hoje defende seus interesses e se dá ao respeito. É solidário com as nações pobres e em desenvolvimento. Tem uma especial relação com a América do Sul, com a América Latina e com a África. Estreita os laços Sul-Sul, sem abandonar suas relações com os países desenvolvidos. Busca mudar instituições multilaterais obsoletas, que impedem a democratização econômica e política do mundo.</p>
<p>Essa presença global, e o corajoso enfrentamento de nossos problemas domésticos em um marco democrático, explicam o respeito internacional que hoje gozamos.</p>
<p>O sexto caminho para onde convergem todos os demais foi o do aperfeiçoamento democrático.</p>
<p>No passado, tivemos momentos de grande crescimento econômico. Mas faltou democracia. E como faltou!</p>
<p>Em outros momentos tivemos democracia política, mas faltou democracia econômica e social. E sabemos muito bem que quando falta democracia econômica e social, é a democracia como um todo que está ameaçada. O país fica à mercê das soluções de força ou de aventureiros.</p>
<p>Hoje crescemos, distribuindo renda, com equilíbrio macro-econômico, expansão da democracia, forte participação social na definição das políticas públicas e respeito aos Direitos Humanos.</p>
<p>Quem duvidar do vigor da democracia em nosso país que leia, escute ou veja o que dizem livremente as vozes oposicionistas. Mas isso não nos perturba. Preferimos as vozes dessas oposições &#8211; ainda quando mentirosas, injustas e caluniosas &#8211; ao silêncio das ditaduras.</p>
<p>Como disse o Presidente Lula, a democracia não é a consolidação do silêncio, mas a manifestação de múltiplas vozes. Nela, vai desaparecendo o espaço para que velhos coronéis e senhores tutelem o povo. Este passa a pensar com sua cabeça e a constituir uma nova e verdadeira opinião pública.</p>
<p>As instituições funcionam no país. Os poderes são independentes. A Federação é respeitada. Diferentemente de outros períodos de nossa história, o Presidente relacionou-se de forma republicana com governadores e prefeitos, não fazendo qualquer tipo de discriminação em função de suas filiações partidárias.</p>
<p>Não praticamos casuísmos. Basta ver a reação firme e categórica do Presidente Lula ao frustrar as tentativas de mudar a Constituição para que pudesse disputar um terceiro mandato. Não mudamos &#8211; como se fez no passado &#8211; as regras do jogo no meio da partida.</p>
<p>Como todos podem ver, temos um extraordinário alicerce sobre o qual construir o terceiro Governo Democrático e Popular. Temos rumo, experiência e impulso para seguir o caminho iniciado por Lula. Não haverá retrocesso, nem aventuras. Mas podemos avançar muito mais. E muito mais rapidamente.</p>
<p>Queridas companheiras, queridos companheiros.</p>
<p>Não é meu propósito apresentar aqui um Programa de Governo.</p>
<p>Este Congresso aprovou as Diretrizes para um programa que será submetido ao debate com os partidos aliados e com a sociedade.</p>
<p>Hoje quero assumir alguns compromissos como pré-candidata, para estimular nossa reflexão e indicar como pretendemos continuar este processo iniciado há sete anos.</p>
<p>Vamos manter e aprofundar aquilo que é marca do Governo Lula &#8211; seu olhar social. Queremos um Brasil para todos. Nos aspectos econômicos e em suas projeções sociais, mas também um Brasil sem discriminações, sem constrangimentos. Ampliaremos e aperfeiçoaremos os programas sociais do Governo Lula, como o Bolsa Família, e implantaremos novos programas com o propósito de erradicar a miséria na década que se inicia.</p>
<p>Vamos dar prioridade à qualidade da educação, essencial para construir o grande país que almejamos, fundado no conhecimento e na justiça social. Mas a educação será, sobretudo, um meio de emancipação política e cultural do nosso povo. Uma forma de pleno acesso à cidadania. Daremos seguimento à transformação educacional em curso &#8211; da creche a pós-graduação.</p>
<p>Os jovens serão os primeiros beneficiários da era de prosperidade que estamos construindo. Nosso objetivo estratégico é oferecer a eles a oportunidade de começar a vida com segurança, liberdade, trabalho e realização pessoal.</p>
<p>No Brasil temos hoje 50 milhões de jovens, entre os 15 e os 29 anos de idade. Mais de um quarto da população brasileira. E eles têm direito a um futuro melhor.</p>
<p>O Brasil precisa muito da juventude. De profissionais qualificados. De mulheres e homens bem formados.</p>
<p>Isto se faz com escolas que propiciem boa formação teórica e técnica, com professores bem treinados e bem remunerados. Com bolsas de estudo e apoio para que os alunos não sejam obrigados a abandonar a escola. Com banda larga gratuita para todos, computadores para os professores, salas de aula informatizadas para os estudantes. Com acesso a estágios, cursos de especialização e ajuda para entrar no mercado de trabalho de todo o Brasil.</p>
<p>Serão esses jovens bem formados e preparados que vão nos conduzir à sociedade do conhecimento</p>
<p>Protegeremos as crianças e os mais jovens da violência, do assédio das drogas, da imposição do trabalho em detrimento da formação escolar e acadêmica.</p>
<p>As crianças e os mais jovens devem ser, sim, protegidos pelo Estado, desde a infância até a vida adulta, para que possam se realizar, em sua plenitude, como brasileiros.</p>
<p>Um País se mede pelo grau de proteção que dá a suas crianças. São elas a essência do nosso futuro. E é na infância que a desigualdade social cobra seu preço mais alto. Crianças desassistidas do nascimento aos cinco anos serão jovens e adultos prejudicados nas suas aptidões e oportunidades. Cuidar delas adequadamente é combater a desigualdade social na raiz.</p>
<p>Vamos ampliar e disseminar por todo o Brasil a rede de creches, pré-escolas e escolas infantis. Um tipo de creche onde a criança tem acesso a socialização pedagógica, aos bens culturais e aos cuidados de nutrição e saúde indispensáveis a seu pleno desenvolvimento. Isso é o que está previsto no PAC 2.</p>
<p>Vamos resolver os problemas da saúde, pois temos um incomparável modelo institucional &#8211; o SUS. Com mais recursos e melhor gestão vamos aprimorar a eficácia do sistema. Vamos reforçar as redes de atenção à saúde e unificar as ações entre os níveis de governo. Darei importância às Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, ao SAMU, aos hospitais públicos e conveniados, aos programas Saúde da Família, Brasil Sorridente e Farmácia Popular.</p>
<p>Vamos cuidar das cidades brasileiras. Colocar todo o empenho do Governo Federal, junto com estados e municípios, para promover uma profunda reforma urbana, que beneficie prioritariamente as camadas mais desprotegidas.</p>
<p>Vamos melhorar a habitação e universalizar o saneamento. Implantar transporte seguro, barato e eficiente.</p>
<p>Vamos reforçar os programas de segurança pública.</p>
<p>A conclusão do PAC 1 e a implementação do PAC 2, junto com a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida serão decisivos para realizar esse compromisso.</p>
<p>Vamos fortalecer a proteção de nosso meio ambiente. Continuaremos reduzindo o desmatamento e impulsionando a matriz energética mais limpa do mundo. Vamos manter a vanguarda na produção de biocombustíveis e desenvolver nosso potencial hidrelétrico. Desenvolver sem agredir o meio ambiente, com usinas a fio d&#8217;água e utilizando o modelo de usinas-plataforma. Aprofundaremos nosso zoneamento agro-ecológico. Nossas iniciativas explicam a liderança que alcançamos na Conferência sobre a Mudança do Clima, em Copenhague. As metas voluntárias de Copenhague, assumidas pelo Brasil, serão cumpridas, haja ou não acordo internacional. Este é o nosso compromisso.</p>
<p>Vamos aprofundar os avanços já alcançados em nossa política industrial e agrícola, com ênfase na inovação, no aperfeiçoamento dos mecanismos de crédito, aumentando nossa produtividade.</p>
<p>Agregar valor a nossas riquezas naturais, é fundamental numa política de geração de empregos no País. Tudo que puder ser produzido no Brasil, deve ser &#8211; e será &#8211; produzido no Brasil. Sondas, plataformas, navios e equipamentos aqui produzidos, para a exploração soberana do Pré-sal, vão gerar emprego e renda para os brasileiros. Emprego e renda que virão também da produção em indústrias brasileiras de fertilizantes, combustíveis e petroquímicos derivados do óleo bruto. Assim, com este modelo soberano e nacional, a exploração do Pré-sal dará diversidade e sofisticação à nossa indústria.</p>
<p>Os recursos do Pré-sal, aplicados no Fundo Social, sustentarão um grande avanço em nossa educação e na pesquisa científica e tecnológica. Recursos que também serão destinados para o combate à pobreza, para a defesa do meio ambiente e para a nossa cultura.</p>
<p>Vamos continuar mostrando ao mundo que é possível compatibilizar o desenvolvimento da agricultura familiar e do agronegócio. Assegurar crédito, assistência técnica e mercado aos pequenos produtores e, ao mesmo tempo, apoiar os grandes produtores, que contribuem decisivamente para o superávit comercial brasileiro.</p>
<p>Todas as nossas ações de governo têm uma premissa: a preservação da estabilidade macro-econômica.</p>
<p>Vamos manter o equilíbrio fiscal, o controle da inflação e a política de câmbio flutuante.</p>
<p>Vamos seguir dando transparência aos gastos públicos e aperfeiçoando seus mecanismos de controle.</p>
<p>Vamos combater a corrupção, utilizando todos os mecanismos institucionais, como fizemos até agora.</p>
<p>Vamos concretizar, junto com o Congresso, as reformas institucionais que não puderam ser completadas ou foram apenas parcialmente implantadas, como a reforma política e a tributária.</p>
<p>Vamos aprofundar nossa postura soberana no complexo mundo de hoje. Seremos intransigentes na defesa da paz mundial e de uma ordem econômica e política mais justa.</p>
<p>Enfim, vamos governar para todos. Com diálogo, tolerância e combatendo as desigualdades sociais e regionais.</p>
<p>Companheiras e companheiros,</p>
<p>Faremos na nossa campanha um debate de idéias, com civilidade e respeito à inteligência política dos brasileiros. Um debate voltado para o futuro.</p>
<p>Recebo essa missão especialmente como um mandato das mulheres brasileiras, como mais uma etapa no avanço de nossa participação política e como mais uma vitória contra a discriminação secular que nos foi imposta. Gostaria de repetir: quero com vocês, mulheres do meu País, abrir novos espaços na vida nacional.</p>
<p>Queridas amigas e amigos,</p>
<p>No limiar de uma nova etapa de minha vida, quando sou chamada à tamanha responsabilidade, penso em todos aqueles que fizeram e fazem parte de minha trajetória pessoal.</p>
<p>Em meus queridos pais.</p>
<p>Em minha filha, meu genro e em meu futuro neto ou neta.</p>
<p>Nos tantos amigos que fiz.</p>
<p>Nos companheiros com quem dividi minha vida.</p>
<p>Mas não posso deixar de ter uma lembrança especial para aqueles que não mais estão conosco. Para aqueles que caíram pelos nossos ideais. Eles fazem parte de minha história.</p>
<p>Mais que isso: eles são parte da história do Brasil.</p>
<p>Permitam-me recordar três companheiros que se foram na flor da idade.</p>
<p>Carlos Alberto Soares de Freitas.</p>
<p>Beto, você ia adorar estar aqui conosco.</p>
<p>Maria Auxiliadora Lara Barcelos</p>
<p>Dodora, você está aqui no meu coração. Mas também aqui entre nós todos.</p>
<p>Iara Yavelberg.</p>
<p>Iara, que falta fazem guerreiras como você.</p>
<p>O exemplo deles me dá força para assumir esse imenso compromisso.</p>
<p>A mesma força que vem de meus companheiros de partido, sobretudo daquele que é nosso primeiro companheiro &#8211; Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Esse ato de proclamação de minha candidatura tem uma significação que transcende seu aspecto eleitoral.</p>
<p>Estamos hoje concluindo o Quarto Congresso do Partido dos Trabalhadores.</p>
<p>Mais do que isso: estamos celebrando os Trinta Anos do PT.</p>
<p>Trinta anos desta nova estrela que veio ocupar lugar fundamental no céu da política brasileira.</p>
<p>Em um período histórico relativamente curto mudamos a cara de nosso sofrido e querido Brasil.</p>
<p>O PT cumpriu essa tarefa porque não se afastou de seus compromissos originais. Soube evoluir. Mudou, quando foi preciso.</p>
<p>Mas não mudou de lado.</p>
<p>Até chegar à Presidência do país, o PT dirigiu cidades e estados da Federação, gerando práticas inovadoras políticas, econômicas e sociais que o mundo observa, admira e muitas vezes reproduz. Fizemos isso, preservando e fortalecendo a democracia.</p>
<p>Mas, a principal inovação que o Partido trouxe para a política brasileira foi colocar o povo &#8211; seus interesses, aspirações e esperanças &#8211; no centro de suas ações.</p>
<p>Olhando para este magnífico plenário o que vejo é a cara negra, branca, índia e mestiça do povo brasileiro.</p>
<p>Esta é a cara do meu partido.</p>
<p>O rosto daqueles e daquelas que acrescentam a sua jornada de trabalho, uma segunda jornada &#8211; ou terceira &#8211; a jornada da militância.</p>
<p>Quero dizer a todos vocês que tenho um enorme orgulho de ser petista. De militar no mesmo partido de vocês. De compartilhar com Lula essa militância.</p>
<p>Estou aceitando a honrosa missão que vocês me delegam com tranqüilidade e determinação.</p>
<p>Sei que não estou sozinha.</p>
<p>A tarefa de continuar mudando o Brasil é uma tarefa de milhões. Somos milhões.</p>
<p>Vamos todos juntos, até a vitória.</p>
<p>Viva o povo brasileiro!</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Menos, Lula</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 06:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao discursar numa solenidade nessa segunda (1º) em Brasília, Lula deixou a modéstia na bandeirinha de escanteio.
Presidente com mais de dois terços de aprovação e reconhecido pelos principais líderes do mundo, Lula não precisa vangloriar-se da melhora social que o país vem obtendo. 
Deveria deixar que os programas de governo tornassem os objetivos reais. 
A cerimônia entregou placas (sic) para 78 institutos federais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2220" title="LULA NA ABERTURA DO ANO JUDICIÁRIO-01-02-10-I-FOTO GERVÁSIO BAPTISTA-SCO-STF" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/02/LULA-NA-ABERTURA-DO-ANO-JUDICIÁRIO-01-02-10-I-FOTO-GERVÁSIO-BAPTISTA-SCO-STF.jpg" alt="" width="86" height="110" /></p>
<p>Ao discursar numa solenidade nessa segunda (1º) em Brasília, Lula deixou a modéstia na bandeirinha de escanteio.</p>
<p>Presidente com mais de dois terços de aprovação e reconhecido pelos principais líderes do mundo, Lula não precisa vangloriar-se da melhora social que o país vem obtendo. </p>
<p>Deveria deixar que os programas de governo tornassem os objetivos reais. </p>
<p>A cerimônia entregou placas (sic) para 78 institutos federais de ensino técnico que estão sendo inaugurados pelo Brasil. Do total, 46 ainda não estão funcionando!</p>
<p>E Lula aproveitou a ocasião, motivado pelos <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/02/01/eleicoes-dilma-sobe-e-chega-a-empate-tecnico-com-serra/" target="_blank">números da pesquisa CNT/Sensus</a>, e despertou o desejo de querer tornar-se um &#8220;paradigma&#8221; para os próximos presidentes.</p>
<blockquote><p>E aqui, sem nenhuma falsa modéstia. Sabe, Deus queira que daqui pra frente eu seja um paradigma pra quem vier depois de mim. Ou seja, quem vier depois de mim não tem o direito de fazer menos do que eu.</p>
<p>Não tem, não tem o direito. (Aplausos) Ou seja, porque nós, nós mudamos o paradigma que era muito nivelado por baixo, vocês estão &#8220;lembrado&#8221;.</p>
<p>Sabe, salário mínimo você não podia dar o aumento pro salário mínimo porque o salário mínimo ia causar a inflação e quebrava a Previdência. Nós estamos há sete anos dando aumento consecutivo, nem quebrou a Previdência e nem voltou a inflação.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ouça o trecho do discurso aqui.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Eleições: Dilma sobe e chega a empate técnico com Serra</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 18:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[A distância entre Serra e Dilma que caiu de forma moderada em 2009 é cada vez menor.
Na primeira pesquisa CNT/Sensus do ano, o governador paulista José Serra (PSDB) tem 33,2% contra 27,8% da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). A vantagem tucana em janeiro é de 5,4%. Era de 11,1% em novembro.
O cenário atual é de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A distância entre Serra e Dilma que caiu de forma moderada em 2009 é cada vez menor.</p>
<p>Na primeira pesquisa CNT/Sensus do ano, o governador paulista José Serra (PSDB) tem 33,2% contra 27,8% da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). A vantagem tucana em janeiro é de 5,4%. Era de 11,1% em novembro.</p>
<p>O cenário atual é de empate técnico, considerando-se a margem de erro de 3% para mais ou para menos.</p>
<p>O deputado federal Ciro Gomes (PSB) perdeu fôlego e a senadora Marina Silva (PV) teve leve alta.</p>
<p><strong>1º turno para presidente, lista 1 &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p><em>Estimulada (%)</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="319">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="191"></col>
<col span="2" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="191" height="20">Candidato</td>
<td width="64" align="right">nov/09</td>
<td width="64" align="right">jan/10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">31,8</td>
<td align="right">33,2</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">21,7</td>
<td align="right">27,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes</td>
<td align="right">17,5</td>
<td align="right">11,9</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">5,9</td>
<td align="right">6,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco/Nulo</td>
<td align="right">11,1</td>
<td align="right">10,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">12,1</td>
<td align="right">9,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p><strong>1º turno para presidente, lista 2 &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p><em>Estimulada (%)</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="319">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="191"></col>
<col span="2" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="191" height="20">Candidato</td>
<td width="64" align="right">nov/09</td>
<td width="64" align="right">jan/10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra</td>
<td align="right">40,5</td>
<td align="right">40,7</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff</td>
<td align="right">23,5</td>
<td align="right">28,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">8,1</td>
<td align="right">9,5</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Nenhum/Branco/Nulo</td>
<td align="right">14,2</td>
<td align="right">10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR</td>
<td align="right">14,2</td>
<td align="right">10</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O levantamento mostra a tendência revelada na semana passada pela pesquisa Vox Populi da TV Bandeirantes. Com Ciro Gomes candidato, Dilma tem melhor desempenho contra Serra.</p>
<p>Vox Populi (Jan/10) ouviu 2 mil pessoas em 23 estados e no Distrito Federal, entre os dias 14 e 17 de janeiro com margem de erro de três pontos percentuais:</p>
<p>José Serra 34%</p>
<p>Dilma Rousseff 27%</p>
<p>Ciro Gomes 11%</p>
<p>Marina Silva 6%</p>
<p>Brancos e nulos 10%</p>
<p>Indecisos/não opinaram 9% </p>
<p><strong>1º turno para presidente &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p><em>Espontânea (%)</em></p>
<p>Lula 18,7<br />
Dilma Rousseff 9,5<br />
José Serra 9,3<br />
Aécio Neves 2,1<br />
Marina Silva 1,6<br />
Ciro Gomes 1,2<br />
Outros 1,9<br />
Branco/Nulo 2,6<br />
Não sabem/Não responderam 53,1</p>
<p>Mais da metade (53,1%) dos eleitores está indecisa.</p>
<p><strong>2º turno para presidente, lista 1 &#8211; CNT/Sensus</strong></p>
<p>No cruzamento de segundo turno, Dilma reduziu a diferença para 6,9% (era de 18,6 em novembro).</p>
<p><em>Estimulada (%)</em></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="319">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="191"></col>
<col span="2" width="64"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="191" height="20">Candidato  </td>
<td width="64" align="right">nov/09</td>
<td width="64" align="right">jan/10</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra </td>
<td align="right">46,8</td>
<td align="right">44</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff  </td>
<td align="right">28,2</td>
<td align="right">37,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Branco/Nulo  </td>
<td align="right">11,9</td>
<td align="right">10,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">NS/NR </td>
<td align="right">13,2</td>
<td align="right">8,9</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Limite de voto</strong></p>
<p>Menos conhecida entre os três principais candidatos, Dilma é a que consegue mais fidelidade (única que o eleitor votaria).</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="480">
<colgroup span="1">
<col span="1" width="127"></col>
<col span="1" width="75"></col>
<col span="1" width="89"></col>
<col span="1" width="99"></col>
<col span="1" width="90"></col>
</colgroup>
<tbody>
<tr height="20">
<td width="127" height="20">LIMITE DE VOTO</td>
<td width="75">Único que</td>
<td width="89">Poderia</td>
<td width="99">Não</td>
<td width="90">Não</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20" align="right">jan/10</td>
<td>Votaria</td>
<td>Votar</td>
<td>Votaria</td>
<td>Conhece</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Presidente</td>
<td>%</td>
<td>%</td>
<td>%</td>
<td>%</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Dilma Rousseff </td>
<td align="right">17,9</td>
<td align="right">38,5</td>
<td align="right">28,4</td>
<td align="right">9,4</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">José Serra </td>
<td align="right">15,4</td>
<td align="right">45,4</td>
<td align="right">29,7</td>
<td align="right">4,1</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Ciro Gomes  </td>
<td align="right">8,2</td>
<td align="right">47,3</td>
<td align="right">30,3</td>
<td align="right">7,8</td>
</tr>
<tr height="20">
<td height="20">Marina Silva</td>
<td align="right">6,9</td>
<td align="right">23,4</td>
<td align="right">36,6</td>
<td align="right">27,2</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Lula</strong></p>
<p>O crescimento da candidatura petista leva em conta a avaliação do governo Lula &#8211; o que não é surpresa.</p>
<p>A avaliação do governo é positiva para 71,4% dos entrevistados contra 70% em novembro e 72,5% em janeiro de 2009.</p>
<p>Quanto ao desempenho, 81,7% aprovam Lula. Em novembro, eram 78,9% e em janeiro de 2009, 84%.</p>
<p>A avaliação de emprego, renda mensal, saúde, educação e segurança melhorou na comparação com novembro de 2009.</p>
<p>Mas aumentou a expectativa de que as seis variáveis vão piorar neste semestre, embora o índice dos que acham que vai melhorar oscila entre 50,7% e 62,9%.</p>
<p>Na avaliação setorial, escola, saúde e estradas têm notas melhores que nas pesquisas anteriores. Em transporte a nota é pior e segurança ficou estável.</p>
<p><strong>Política</strong></p>
<p>Apenas 25,5% disseram estar acompanhando com muito interesse as eleições para presidente.</p>
<p>Outros 42,1% responderam ter interesse médio e 31,3% encontram-se sem interesse.</p>
<p>É este um terço dos eleitores que pode pender para qualquer lado, independente de ideias, propostas e histórico dos candidatos.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>A CNT/Sensus fez duas mil entrevistas em 24 estados entre os dias 25 a 29 de janeiro. A margem de erro é de três pontos percentuais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Será que o Lula está bem?</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/01/28/sera-que-o-lula-esta-bem/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2010/01/28/sera-que-o-lula-esta-bem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 12:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[
Funcionários do Real Hospital Português no Recife onde Lula recebeu alta abrem o sorriso.
Recuperando-se de uma crise de hipertensão, o presidente Lula embarcou para São Paulo.
Em São Bernardo do Campo deve descansar até domingo quando retorna a Brasília para voltar ao trabalho na segunda (1º/02).
O único compromisso da agenda será a participação no sábado à tarde de encontro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2177" title="LULA DEIXA REAL HOSPITAL PORTUGUÊS RECIFE-FOTO RICARDO STUCKERT-PR" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/LULA-DEIXA-REAL-HOSPITAL-PORTUGUÊS-RECIFE-FOTO-RICARDO-STUCKERT-PR.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p><em>Funcionários do Real Hospital Português no Recife onde Lula recebeu alta abrem o sorriso.</em></p>
<p>Recuperando-se de uma crise de hipertensão, o presidente Lula embarcou para São Paulo.</p>
<p>Em São Bernardo do Campo deve descansar até domingo quando retorna a Brasília para voltar ao trabalho na segunda (1º/02).</p>
<p>O único compromisso da agenda será a participação no sábado à tarde de encontro religioso, em São Bernardo.</p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2010/01/28/lula-e-internado-e-cancela-viagem-a-davos/" target="_blank">Ontem à noite</a>, durante jantar oferecido pelo governador Eduardo Campos (PSB), foi constatado que a pressão arterial media 180 por 120.</p>
<p>De acordo com o boletim médico, 1h30 após ter sido internado, a pressão voltou ao normal.</p>
<p>Os riquinhos de Davos vão sentir a falta de Lula que, na véspera, prometera elevar a pressão do encontro.</p>
<p>No medidor das ruas, o presidente está com ótima saúde.</p>
<p>Em dezembro, pouco antes de completar sete anos de governo, Lula alcançou 72% de aprovação, a maior taxa de aprovação já obtida por um presidente, desde que o Datafolha começou as avaliações em 1990.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2178" title="LULA-AVALIAÇÃO DATAFOLHA-DEZ-09" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/LULA-AVALIAÇÃO-DATAFOLHA-DEZ-09.jpg" alt="" width="429" height="209" /></p>
<p>Lula obteve nota 7,7.</p>
<p>O governo do presidente é avaliado como ótimo ou bom por 73% dos entrevistados com renda familiar mensal até 5 salários mínimos, 67% dos com renda entre 5 e 10 salários e por 64% dos que recebem mais de 10 salários.</p>
<p>Em Pernambuco, onde passou a noite, Lula tem a melhor avaliação de seu governo, 85% consideram ótimo/bom.</p>
<p><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/AVALIAÇÃO-LULA-GOVERNO-ESTADOS-DATAFOLHA-DEZ-09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2179" title="AVALIAÇÃO LULA-GOVERNO-ESTADOS-DATAFOLHA-DEZ-09" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/AVALIAÇÃO-LULA-GOVERNO-ESTADOS-DATAFOLHA-DEZ-09.jpg" alt="" width="729" height="134" /></a></p>
<p><em>O Datafolha ouviu 11.429 eleitores entre os dias 14 e 18 de dezembro de 2009. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.</em></p>
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		<item>
		<title>Lula é internado e cancela viagem a Davos</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 08:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lula no Dia Internacional da Recordação do Holocausto no Recife
O presidente Lula cancelou a viagem para Davos onde seria homenageado no Fórum Econômico Mundial.
O médico da presidência, Cleber Ferreira, recomendou que a agenda de trabalho foi suspensa. Lula está no Hospital Português, no Recife, onde foi internado para os exames de rotina. Segundo o médico, os resultados dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2172" title="LULA EM RECIFE-Cel. Dia Intern. Recordação do Holocausto-Foto Ficardo Stuckert-PR" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2010/01/LULA-EM-RECIFE-Cel.-Dia-Intern.-Recordação-do-Holocausto-Foto-Ficardo-Stuckert-PR.jpg" alt="" width="521" height="347" /></p>
<p><em>Lula no Dia Internacional da Recordação do Holocausto no Recife</em></p>
<p>O presidente Lula cancelou a viagem para Davos onde seria homenageado no Fórum Econômico Mundial.</p>
<p>O médico da presidência, Cleber Ferreira, recomendou que a agenda de trabalho foi suspensa. Lula está no Hospital Português, no Recife, onde foi internado para os exames de rotina. Segundo o médico, os resultados dos primeiros exames apontaram uma situação clínica de normalidade.</p>
<p>“Trata-se de um conjunto de fatores. Estresse, cansaço. A pressão do presidente se normalizou após ter chegado a 180 por 120. Ele tomou um diurético. Foi um quadro esporádico. No momento, a pressão dele está 110 por 80″, afirmou Ferreira.</p>
<p>Nessa quarta-feira (27), Lula assinou no Recife o decreto que cria a Zona de Processamento e Exportação (ZPE), na Base Aérea do Recife. Depois, seguiu para a cidade de Paulista, na região metropolitana, onde inaugurou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e à noite compareceu à cerimônia pelo Dia Internacional em Homenagem às Vítimas do Holocausto, no centro histórico da capital pernambucana.</p>
<p>À noite, Lula participou de um jantar oferecido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), no Palácio Campo das Princesas, sede oficial do governo.</p>
<p>Na manhã desta quinta, a equipe médica deve fazer nova avaliação.</p>
<p>O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, irá representá-lo no Fórum Econômico Mundial na Suíça onde Lula receberia a distinção de &#8220;Estadista Global&#8221;.</p>
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		<title>Quanto mais o Lula fala merda mais o povo gosta</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 01:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[São Luís, 10 de dezembro de 2009.
Presidente Lula discursa na assinatura de contratos para construção moradias populares na capital maranhense.
E fala merda mais de uma vez!
&#8220;Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB, eu não quero saber se o outro é do PFL, eu não quero saber se é do PT. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/10/quanto-mais-o-lula-fala-merda-mais-o-povo-gosta/"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a>
<p>São Luís, 10 de dezembro de 2009.</p>
<p>Presidente Lula discursa na assinatura de contratos para construção moradias populares na capital maranhense.</p>
<p>E fala merda mais de uma vez!</p>
<p><em>&#8220;Eu não quero saber se o João Castelo é do PSDB, eu não quero saber se o outro é do PFL, eu não quero saber se é do PT. Eu quero saber se o povo está na merda e eu quero tirar o povo da merda em que ele se encontra. Esse é o dado concreto.<br />
Para falar&#8230; É lógico que eu falei um palavrão aqui. Amanhã os comentaristas dos grandes jornais vão dizer que o Lula falou um palavrão, mas eu tenho consciência de que eles falam mais palavrão do que eu todos os dias e tenho consciência de como é que vive o povo pobre deste país</em>.&#8221;</p>
<p>Confira a merda no vídeo!</p>
<p>O povo na merda e Lula nas alturas. A <a href="http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/08/ricos-e-mais-escolarizados-melhoram-avaliacao-do-governo-lula/" target="_blank">aprovação</a> do &#8220;jeito&#8221; do presidente governar subiu para 83%.</p>
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		<item>
		<title>Ricos e mais escolarizados melhoram avaliação do governo Lula</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/12/08/ricos-e-mais-escolarizados-melhoram-avaliacao-do-governo-lula/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

72% dos entrevistados avaliam o governo Lula como ótimo ou bom, melhora de 3% em relação a setembro. O desempenho do presidente retorna ao patamar pré-crise financeira em 2008.
Já a aprovação ao jeito do presidente governar subiu para 83%.
Entre as mulheres a avaliação de Lula ficou estável (69%). Já entre os homens, Lula foi mais convincente (76%).
Na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_1895" class="wp-caption alignleft" style="width: 760px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/12/pesquisa-cni-ibope-lula-dez-09.jpg"><img class="size-full wp-image-1895" title="pesquisa-cni-ibope-lula-dez-09" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/12/pesquisa-cni-ibope-lula-dez-09.jpg" alt="Fonte: CNI-Ibope" width="750" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: CNI-Ibope</p></div>
<p><strong></strong></p>
<p>72% dos entrevistados avaliam o governo Lula como ótimo ou bom, melhora de 3% em relação a setembro. O desempenho do presidente retorna ao patamar pré-crise financeira em 2008.</p>
<p>Já a aprovação ao jeito do presidente governar subiu para 83%.</p>
<p>Entre as mulheres a avaliação de Lula ficou estável (69%). Já entre os homens, Lula foi mais convincente (76%).</p>
<p>Na faixa de instrução menos otimista, eleitores com nível superior, Lula obteve o maior crescimento alcançando 64% entre os que avaliam como ótimo ou bom.</p>
<p>Entre as regiões, a Sudeste foi onde o governo mais cresceu no intervalo de três meses (68%), mas a Nordeste segue como o paraíso (83%). </p>
<div id="attachment_1894" class="wp-caption alignleft" style="width: 780px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/12/pesquisa-cni-ibope-lula-ii-dez-09.jpg"><img class="size-full wp-image-1894" title="pesquisa-cni-ibope-lula-ii-dez-09" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/12/pesquisa-cni-ibope-lula-ii-dez-09.jpg" alt="Fonte: CNI-Ibope" width="770" height="373" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: CNI-Ibope</p></div>
<p>Moradores de cidades da periferia, onde os problemas urbanos de saneamento, segurança e saúde são mais acentuados, são os mais otimistas em relação a Lula. Melhoraram a avaliação do governo chegando a 73%.</p>
<p>Mas ninguém foi mais otimista que os eleitores com ótima renda. Entre os que gozam de renda familiar com mais de 10 salários, a avaliação positiva alcançou 69%, apenas 4% abaixo dos entrevistados com renda familiar até dois salários.</p>
<p>Entrevistados deram também nota média 7,7 ao governo de Lula, um décimo abaixo da melhor que foi obtida em dezembro de 2008.</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>Foram entrevistados dois mil e dois eleitores em 143 cidades entre 26 e 30 de novembro.</p>
<p>A margem de erro é de 2%.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2009%2F12%2F08%2Fricos-e-mais-escolarizados-melhoram-avaliacao-do-governo-lula%2F&amp;linkname=Ricos%20e%20mais%20escolarizados%20melhoram%20avalia%C3%A7%C3%A3o%20do%20governo%20Lula">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula e a infertilidade da oposição</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/11/26/lula-e-a-infertilidade-da-oposicao/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/11/26/lula-e-a-infertilidade-da-oposicao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:28:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Sarkozy]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=1886</guid>
		<description><![CDATA[Manaus. Lula no palanque para inaugurar uma estação do gasoduto Urucu-Coari-Manaus.
Do discurso, a idiossincrasia do presidente.
Oposição azeda e infértil
&#8220;Mas as pessoas não se conformam de a gente estar aqui inaugurando o gasoduto, porque tem gente que é tão azeda, tem gente que é tão invejosa, tem gente que torce tanto para as coisas darem certo [esqueceu-se do não!], que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus. Lula no palanque para inaugurar uma estação do gasoduto Urucu-Coari-Manaus.</p>
<p>Do discurso, a idiossincrasia do presidente.</p>
<p><strong>Oposição azeda e infértil</strong></p>
<p><em>&#8220;Mas as pessoas não se conformam de a gente estar aqui inaugurando o gasoduto, porque tem gente que é tão azeda, tem gente que é tão invejosa, tem gente que torce tanto para as coisas darem certo [esqueceu-se do não!], que é como se fosse um casal que não tem filhos, em vez de procurar um médico para tentarem se tratar e ter um filho, eles ficam olhando o casal vizinho e, quando o casal vizinho tem um filho, eles falam: “tudo bem, nasceu, mas nem falar, fala, só chora. Não sabe nem se limpar sozinho, tem que a mãe limpar ele quando faz suas necessidades”. Passam 30 dias e falam: “Nasceu, mas nem fala ainda, não anda, não joga bola, não fala papai e mamãe”&#8230; E quem não conseguiu, de forma saudável, em um parto normal, parir esse gasoduto, está do lado de fora morrendo de inveja e querendo fazer todas as críticas possíveis e impossíveis.&#8221;</em></p>
<p><strong>Fala chique para Caetano</strong></p>
<p>Lula aproveitou o clima da passagem pela desmatada Manaus, vítima da degradação ambiental praticada desde o século XIX, para exercitar o francês.</p>
<p>E provocar brotoejas no filho de dona Canô, Caetano, o desafinado que ao elogiar Marina Silva chamou Lula de analfabeto. </p>
<div id="attachment_1887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/11/lula-e-sarkozy-encontro-em-manaus-foto-ricardo-stuckert-pr-26-11-09.jpg"><img class="size-medium wp-image-1887" title="lula-e-sarkozy-encontro-em-manaus-foto-ricardo-stuckert-pr-26-11-09" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/11/lula-e-sarkozy-encontro-em-manaus-foto-ricardo-stuckert-pr-26-11-09-300x151.jpg" alt="Lula e Sarkozy. Sorrindo para o efeito estufa em Manaus. Foto: Ricardo Stuckert/PR" width="300" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">Lula e Sarkozy. Sorrindo para o efeito estufa em Manaus. Foto: Ricardo Stuckert/PR</p></div>
<p> <em>&#8220;O companheiro José Sérgio falou an passant – an passant é meio chique – falou rapidinho que não deu&#8230; É porque eu vou receber o Sarkozy aí, então eu estou metido a falar “an passant”. Eu vou receber o presidente da França agora. E, também, eu espero que o Caetano esteja ouvindo eu falar aqui, para ele ver eu falar “an passant”.&#8221;</em></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?&amp;linkurl=http%3A%2F%2Fwww.blogdomarlon.com.br%2F2009%2F11%2F26%2Flula-e-a-infertilidade-da-oposicao%2F&amp;linkname=Lula%20e%20a%20infertilidade%20da%20oposi%C3%A7%C3%A3o">Compartilhe</a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>I pensieri di Lula</title>
		<link>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/11/11/i-pensieri-di-lula/</link>
		<comments>http://www.blogdomarlon.com.br/2009/11/11/i-pensieri-di-lula/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marlon Herath</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdomarlon.com.br/?p=1854</guid>
		<description><![CDATA[ 
Fórum de Negócios Brasil-Itália na sede da Fiesp, terça, 10.
Mantega gabava-se do sugo da economia brasileira, Serra ia da tarantela aos apeninos gentis.
E Lula apresentava aos italianos, uma sonata no seu dialeto português.
Le nostre case
“Eu queria dizer ao Paulo [da Fiesp] que é importante ele parar de me convidar para vir aqui porque daqui a pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_1855" class="wp-caption alignleft" style="width: 665px"><img class="size-large wp-image-1855 " title="lula-na-fiesp-foto-ricardo-stuckert-pr-10-11-09" src="http://www.blogdomarlon.com.br/wp-content/uploads/2009/11/lula-na-fiesp-foto-ricardo-stuckert-pr-10-11-09-1024x516.jpg" alt="Tavolo stupendo. Foto Ricardo Stuckert/PR" width="655" height="330" /><p class="wp-caption-text">Tavolo stupendo. Foto Ricardo Stuckert/PR</p></div>
<p>Fórum de Negócios Brasil-Itália na sede da Fiesp, terça, 10.</p>
<p>Mantega gabava-se do sugo da economia brasileira, Serra ia da tarantela aos apeninos gentis.</p>
<p>E Lula apresentava aos italianos, uma sonata no seu dialeto português.</p>
<p><strong>Le nostre case<br />
</strong>“Eu queria dizer ao Paulo [da Fiesp] que é importante ele parar de me convidar para vir aqui porque daqui a pouco eu estou vindo mais na Fiesp do que na sede da CUT, e isso pode me causar “complicômetro”, e toca que o Serra vai querer visitar a CUT mais do que eu.&#8221;</p>
<p><strong>Ministro-camelô</strong><br />
“Eu sempre tive, na minha cabeça, a ideia de que os ministros da área econômica e ministros da indústria e comércio deveriam ser verdadeiros camelôs, ou seja, mascates, que pudessem viajar pelo mundo vendendo aquilo que têm,&#8230;”</p>
<p><strong>O que é isso, companheiro!<br />
</strong>“Eu digo isso para deixar claro, e não tenham dúvida: eu não acredito no Estado gestor, não acredito, porque na hora em que o Estado for gestor, o governador, o presidente, o prefeito têm que contratar tanto amigo para trabalhar, mesmo que seja um incompetente, que depois é difícil mandar embora, ou seja, atrofia a máquina. O Estado tem que ser apenas o indutor e o regulador, para não permitir que haja nenhum segmento esquecido de participar do desenvolvimento.”</p>
<p><strong>Sem sola hoje. Respeitemos a bota<br />
</strong>“&#8230;o Serra discordou 5% do Guido, ele pode querer discordar um pouco mais de mim, ou 6%, aí nós vamos criar uma inimizade à toa. Então, não vou falar de macroeconomia, para ele concordar 100% comigo, aqui, quando eu terminar de falar.”</p>
<p><strong>Grazie, Galileu Galilei</strong><br />
“E nós sabemos que a mudança do clima é um tema que interessa ao mais pobre do Planeta e ao Bill Gates, ao mais rico. Porque essa é a desgraça de o mundo ser redondo: ele vai girando, vai girando, e não tem como o Bill Gates se esconder, não tem como o mais pobre se esconder.”</p>
<p><strong>De Cesar a Berlusconi<br />
</strong>“O mundo não acolhe quem sonha pequeno. Eu estava vendo a história dos imperadores romanos, domingo. Eu acho que eu vi a história de uns dez imperadores, me preparando para essa reunião, só imperador. E tem imperador que destruiu a Itália, tem imperador que construiu império, tem imperador que destruiu Roma, ou seja, nós vamos ser os imperadores, sabe, da mais exitosa relação entre dois países, gente!”</p>
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		</item>
	</channel>
</rss>
